Nada lhes é indiferente
Não irei monologar
Mesmo que o possa fazer,
Porque sei o que falar,
Na hora de o dizer.
E posso, a vida, moldar,
Até mesmo esquecer,
Que jamais irás mudar
No sossego de viver.
Se bem souberes meditar
Nas próprias perturbações
Que te roem lentamente...
As Almas, irão chorar,
Porque, aos nossos corações,
Nada lhes é indiferente.
SOL da Esteva
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