Contentamentos
Sentir o Amor transbordar
Do peito deleitado em pensamentos;
Sentir vontade de chorar
E conter lágrimas
Que expõem sentimentos;
Aflorar, nos lábios, alegria
E guardar a tristeza de ser só;
Esperar o renascer dum novo dia,
Na esperança de saber que ainda há dó.
O Mundo cruel e vil que nos rodeia
Inveja o Amor terno e seguro.
Por se expandir,
A coragem de gritar aos ventos
E a distância que nos separa,
Não existe!
Mas, sentir na Alma
O que não seja apenas doação
Se evola por doces pensamentos.
Sentir,
Sentir o porvir
Do dia que há-de vir,
Trar-nos-á contentamentos.
SOL da Esteva
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