Esperanças que consolam
Celebrando a serenidade,
Dita, acto heróico deste tempo,
Percebe-se a realidade
De poder viver o desalento.
Assim, nos sentimos tão sozinhos
No tempo que tarda a passar,
Que ficamos bem mais pequeninos
Diante do tempo que restar.
Seja dia, ou seja noite escura,
Não há luz que faça iluminar
Este imenso tempo de clausura.
... Um dia, os medos que nos assolam
Se esvaem no que nos sobrar
E nas Esperanças que consolam.
SOL da Esteva
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