Manjar celeste
Não há como o silêncio da Alma
Para se Meditar no que passa,
Porque por muito que tente ou faça,
Apenas esse silêncio acalma.
Tenho os dias contados, sei bem
E com isso me afasto do mal.
O destino sempre é desigual.
A meta do fim, é o que me tem.
Num Amor, em chama sempre viva,
Eu me ilumino e acalento
E derreto o gelo da tristeza.
Ele é sempre intenso e se aviva
Como precioso alimento
No manjar celeste desta mesa.
SOL da Esteva
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