Por quem se perdeu
Anseio mais vida e mais viver,
Porque é meu desejo natural.
Referências, postas num mural,
Registam as datas do morrer.
Resta-nos a vida por Memória
Numa laje fria como a morte:
O que foi feliz (por sua sorte)
E o esquecido pela História.
Erga-se um sentir assaz honroso
Por quem se perdeu na voz das horas.
Lembrem-se dos sonhos que eram gozo
Mas notem-se as nobres Obras feitas.
Honras? Também por ti que os choras
E admiras as suas colheitas.
SOL da Esteva
Etiquetas: Poesia da Vida, Poesia de intervenção, Por quem se perdeu, Sonetos



14 Comentários:
Tu poema tiene una profundidad muy especial. Me gusta cómo conectas la memoria con la vida y la muerte, y esa forma de recordar no solo lo que se perdió, sino también lo que quedó como huella.
Hay una sensibilidad muy honesta en esos versos, especialmente cuando invitas a mirar las obras y los sueños con respeto y admiración.
Se siente reflexivo, humano y lleno de significado. Gracias por compartir algo tan sentido.
Un abrazo amigo
y un feliz fin de semana.
Mari
Olá, Sol
Que momento envolvente.
Que as memórias não se percam.
Abraço e brisas doces ***
Un omaggio lieve a chi è svanito, e a chi resta a custodirne il respiro.
Un caro saluto
Aceitar a morte como parte da vida e valorizar tanto as pessoas que já partiram quanto suas histórias, um poema magnífico, Sol da Esteva bom final de semana abraços.
"E aqueles que por obras valerosas se vão da lei da morte libertando",assim disse Camões, colocando num pedestal os que morreram na defesa da Pátria.
Embora o sentido de Pátria esteja pelas horas da amargura, ainda
há quem se preocupe e lhe dê valor.
Belo soneto, caro Sol da Esteva.
Abraço
Olinda
---Para aquellos que se perdieron---
Témpano calor
aquella horquilla
fresa y hila
pureza que desfila
mientras suya
aletea o buya
dolorido arroya
es ninfa
mística fa
música alfa
colorete del mar
irisada altamar
mirando jugar
este sedoso
jugo de reposo
acorazonado pensó
vi la adalid
libreado ardid
hoy soy perdido
madeja deshojada
vil regalo deja
al irse retirada
sonrisas voz
y lagrimas
del que fue
su portavoz
albea y recrea
sol da esteva
su perdida lava
que el viento lleva
y los subterránea
entre miedos
cálidos enredos
yelmos o credos
un acechante ir
vitral del porvenir
majestuoso rosa
yace o reposa
memoria de vivos
cálidos olivos
y enredados
dimes ya clarines
fue cálida lid
fresca vid
un remo rema
se derrama
frondosa llama
azaroso instante
espejismo y reinante…
Con todo mi cariño tu amigo
que os da empuje del alma
calma y la vida en compañía
de la primavera entera sea
Sol Da Esteva, tuyo.jr.
Eu nunca me perco... Tenho GPS e 7 vidas! rsrsrsrs
Nova Tirinha Publicada. 😼
Abraços 🐾 Garfield Tirinhas Oficial.
Amigo Sol da Esteva, bom dia de domingo!
Honra se presta ao Sehor do Universo. Aos sere humanos, respeito mútuo convém.
Um belo poema mesnageiro de paz!
Tenha uma nova semana abençoada!
Abraços fraternos
Olá, amigo Sol, poema um tanto triste, profundo...
mas não menos belo!
Também penso um pouco nisso, mas não temos o que fazer,
os pensamentos vêm, acho normal. Mas triste. Muito.
Uma feliz semana, querido poeta.
Beijo.
Um poema profundo que precisa de mais que uma leitura (pelo menos para mim).
Na verdade, há quem da morte se liberte, como disse Camões, mas para a esmagadora maioria essa libertação só existe enquanto durar a lápide do cemitério, ainda que possam ter feito e deixado obra notável.
Excelente soneto, os meus aplausos.
Boa semana caro amigo.
Um abraço.
Profundo e sentido soneto.
Há memórias que prevalecem para sempre.
Abraços e uma excelente semana
Nuestra vida es profunda
porque somos quien vamos cultivando lo mejor de ella
sembrando y dejando huella
en especial con aquellos que sembraron también en nuestro corazón.
Abrazo.
Quem sofre são as familias um silêncio que não tem
como esquecer.
O soneto é a matemática da mensagem poética, digo . E és um artífice onde o cinzel modela as palavras com tal perfeição que arrepia o conteúdo e a forma, querido amigo .
Vivamos para que a beleza até na , ou com a morte não deixe de ser admirada .
Mas” que saiba a morte honrar o que na vida não soube “…
Beijinho!
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