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sábado, 25 de abril de 2026

Por quem se perdeu


 

Anseio mais vida e mais viver,
Por​que é meu desejo natural.
Referências​,​ postas num mural​,
Registam as datas do morrer.

Resta-nos a vida por Memória
Numa  la​je  fria como a morte:
O que foi feliz (por sua sorte)
E o esquecido​ pela ​História.

Erga-se um sentir assaz honroso
Por quem se perdeu na voz das horas.
Lembrem-se dos sonhos que eram gozo  

​Mas notem-se as nobres Obras feitas.                   
Honras? Também por ti que os choras
E admiras as ​suas colheitas.


SOL da Esteva

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1 Comentários:

Blogger La Gata Coqueta disse...

Tu poema tiene una profundidad muy especial. Me gusta cómo conectas la memoria con la vida y la muerte, y esa forma de recordar no solo lo que se perdió, sino también lo que quedó como huella.

Hay una sensibilidad muy honesta en esos versos, especialmente cuando invitas a mirar las obras y los sueños con respeto y admiración.

Se siente reflexivo, humano y lleno de significado. Gracias por compartir algo tan sentido.

Un abrazo amigo
y un feliz fin de semana.

Mari

25 de abril de 2026 às 08:12  

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