Por quem se perdeu
Anseio mais vida e mais viver,
Porque é meu desejo natural.
Referências, postas num mural,
Registam as datas do morrer.
Resta-nos a vida por Memória
Numa laje fria como a morte:
O que foi feliz (por sua sorte)
E o esquecido pela História.
Erga-se um sentir assaz honroso
Por quem se perdeu na voz das horas.
Lembrem-se dos sonhos que eram gozo
Mas notem-se as nobres Obras feitas.
Honras? Também por ti que os choras
E admiras as suas colheitas.
SOL da Esteva
Etiquetas: Poesia da Vida, Poesia de intervenção, Por quem se perdeu, Sonetos



2 Comentários:
Tu poema tiene una profundidad muy especial. Me gusta cómo conectas la memoria con la vida y la muerte, y esa forma de recordar no solo lo que se perdió, sino también lo que quedó como huella.
Hay una sensibilidad muy honesta en esos versos, especialmente cuando invitas a mirar las obras y los sueños con respeto y admiración.
Se siente reflexivo, humano y lleno de significado. Gracias por compartir algo tan sentido.
Un abrazo amigo
y un feliz fin de semana.
Mari
Olá, Sol
Que momento envolvente.
Que as memórias não se percam.
Abraço e brisas doces ***
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