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sábado, 23 de setembro de 2017

Tempos iguais




 

Vai batendo apressado, coração,
Como a vida que se esvai por entre os dedos.
Essa Vida, o Amor e os segredos
Ainda deixam doce recordação?

Sossega nesse compasso, coração,
E aguarda que o destino esmague os medos,
Porque essas ânsias e os pensamentos ledos,
Irás senti-los, seguros, sem razão.

Sei porque teimas em não caber no peito,
Saltando, tentando do lugar sair,
Seguindo a voz e o guia imperfeito.

Jamais terás os impulsos naturais,
Ou as contas a fazer, com o sentir;
Repetirás, sem cessar, tempos iguais.



SOL da Esteva

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19 Comentários:

Anonymous Arte & Emoções disse...

Olá amigo! Passando para me deliciar com a leitura deste teu belo soneto e te convidar para comer um pedacinho de bolo lá no nosso Arte & Emoções. Passa lá!

Abraços e um ótimo final de semana para ti e para os teus.

Furtado.

23 de setembro de 2017 às 13:55  
Blogger SILO LÍRICO - Poemas, Contos, Crônicas e Outras disse...

Magnifico soneto, meu amigo! Parabéns! Eu gosto de escrever assim "às antigas", como alguns dizem e eu os digo que sinto saudades da antiga lira, por isso assim escrevo. Identifico-me com teus escritos. Tentarei, como versejador que me sinto, fazer algo parecido com o teu - uma releitura, se me permites.

E bate acelerado o coração
Na ânsia de alcançar o seu amor.
E eu peço calma. Calma, por favor!
Mas sem comando segue à contra-mão.

E o pobre amigo em ponto de explosão,
Mais acelera. Corre. E o meu pavor
Segue seus ecos. Vai aonde for
O seu trajeto. Exausto cai ao chão.

E eu indago ao meu fiel amante
Por que não esperar que a ave cante
Seu mavioso canto em doce cio.

Ele me diz: Não sei! Por um instante
A solidão me fez ser o bastante
Cego de amor para morrer de frio.

Desculpe a brincadeira deste engenheiro construtor de versos que anda longe da poesia. Escrevo mais poemas narrativos para descrever histórias. Grande abraço. Laerte.

23 de setembro de 2017 às 14:25  
Blogger Célia Rangel disse...

Que delícia de poema, ainda que surreal, denota imensa realidade! Belo momento de leitura e introspecção! Obrigada!
Abraço.

23 de setembro de 2017 às 15:54  
Blogger Nadine Granad disse...

Oi, SOL!

Lindo, lindo...
Batidas sincronizadas!

Boa semana!
Beijos! =)

24 de setembro de 2017 às 15:11  
Blogger La Gata Coqueta disse...

Los recuerdos no entienden el estado en el cual se encuentran porque pare ellos no existe la edad, solo en sí los sentimientos que han provocado en el corazón de quienes los guardan...

Un cordial saludo amigo y hasta otro momento tan agradable como el presente!!

Mari

24 de setembro de 2017 às 17:29  
Blogger Inês disse...

Um lindo poema que nos acelera o coração! :) Boa semana.
--
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24 de setembro de 2017 às 19:09  
Blogger SHON disse...

Really great und unique.

24 de setembro de 2017 às 20:35  
Blogger CÉU disse...

Os corações bons e que sabem amar, batem sempre apressados, em notas várias, mas os tempos são sempre os mesmos.
Um soneto dedicado ao seu coração e ao coração de mais alguém.

Beijos, amigo Sol!

24 de setembro de 2017 às 23:10  
Blogger Luis Coelho disse...

Difícil podermos controlar o coração - sentimentos, sonhos, medos e tantos outros segredos que por ali vão passando.
Viver com o coração nas mãos.

25 de setembro de 2017 às 09:11  
Blogger Existe Sempre Um Lugar disse...

Boa tarde, excelente momento poético, coração apaixonado em poema, é lindo.
Boa semana,
AG

25 de setembro de 2017 às 16:16  
Blogger Majo Dutra Rosado disse...

Sentir e amar até ao fim.
Um lirismo muito belo, Sol!
Parabéns ao talentoso bardo.
Abraço
~~~

26 de setembro de 2017 às 01:10  
Blogger Rui Pires - Olhar d'Ouro disse...

Maravilhoso poema!
também a imagem é fantástica!
Abraço

27 de setembro de 2017 às 11:38  
Blogger lua singular disse...

Oi Sol!
Linda poesia, um pouco triste.
Coração tem que caber no peito r bater compassado.
Um beijo
Lua Singular

28 de setembro de 2017 às 03:29  
Blogger Fá menor disse...

Mas há tempos que não voltam mais. Há que aproveitar cada momento no aqui e agora, mas sonhar sempre mais e mais.

Meu abraço.

28 de setembro de 2017 às 12:40  
Blogger Diná Fernandes O.Souza disse...

Sábio e indomável coração,
Encravado no peito
Esse pequeno relicário
Um dia sangra de dor
Noutro, grita de amor.

Inimigo do passado
Desfaz-se, renova-se
Desconhece tempo e limite.

Assim vive o coração
Recidivado...
Nessa confusão
entre amor e dor!

Noite de Paz amigo Sol!
Bjss!

29 de setembro de 2017 às 03:16  
Blogger Jaime Portela disse...

O coração tem vontade própria...
Excelente soneto, parabéns.
Bom fim de semana, caro Sol.
Abraço.

29 de setembro de 2017 às 12:52  
Blogger lua singular disse...

Oi Sol,
O coração guarda tantas coisas boas e ruins e com as batidas constantes, o meu já cansado, uma hora descansa.
Beijo no coração
Lua Singular

29 de setembro de 2017 às 20:56  
Blogger SHON disse...

Such a touching poem!

29 de setembro de 2017 às 21:11  
Blogger Louraini Christmann - Lola disse...

Belo soneto.
E com o tema CORAÇÃO, então, sempre bem vindo.
Lindo!!!

29 de setembro de 2017 às 22:24  

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