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sábado, 25 de janeiro de 2014

Sem reservas






 

Amordaçado Amor, que não me falas!
Abre-te para a luz, linda, do dia,
Para o sol, para as flores, para a alegria,
Para as aves e campos... porque calas?

No ofuscante ambiente dessas salas,
Só coisas ligeiras, sem magia.
Um dia lembrarás, com nostalgia,
Os tempos cheios de alma, ao compará-las.

Acorda do segredo de ti mesma.
Revela o que vai no coração.
Escuta a tua voz interior

E vive uma verdade de Quaresma.
Terás, em nova Alma, vibração
Que impele, sem reservas, ao Amor.



SOL da Esteva

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23 Comentários:

Blogger Elio disse...

Ciao Sol, certo che l'ispirazione non ti manca e ti invidio un poco, ma amichevolmente, perché io non riesco a mettere in rima neanche due righe. Buon fine settimana.

25 de janeiro de 2014 às 11:44  
Blogger Rui - Olhar d'Ouro disse...

Excelente!
Um bom fim de semana, cheio de inspiração!

25 de janeiro de 2014 às 11:53  
Blogger Evanir disse...

Sol meu amigo querido sempre que posso venho ler seus poemas
que fala de um amor lindo mais que dói no peito.
Eu compreendo a alma de um poeta que passa cada palavra em versos sofridos
uma dor tão doida que faz chorar nosso coração.
Quando conheci seu blog fiquei radiante de felicidade
sabia que aqui encontraria uma amizade verdadeira e solida.
Quando te enviei meu livro foi para você conhecer melhor
como a vida pode ser mais complexa do que imaginamos.
Hoje venho pra desejar um abençoado final de semana
agradecer pela amizade também dizer no meu blog tem uma postagem que gostaria muito de ver você para entender a quanto tempo vivo e sofro no mundo virtual.
Que Jesus te abençoe beijos escondidos no seu coração,Evanir.

25 de janeiro de 2014 às 16:15  
Anonymous irene alves disse...

Como os poetas conseguem colocar em palavras
sentimentos tão diversos sempre me fascinou.
Admiro a vossa imensa sensbilidade.
Bj.
Irene Alves

25 de janeiro de 2014 às 16:41  
Blogger Célia Rangel disse...

Em geral, SOL, é na Quaresma de nossas vidas, que definimos o verdadeiro sentido do amor. Sejamos pois, autênticos e sinceros, em sua mais íntima expressão de afeto.
Abraço.

25 de janeiro de 2014 às 16:56  
Blogger São disse...

"Os tempos cheios de alma" são um tesouro que devemos sempre tentar preservar, sim.

Grande abraço, Sol

25 de janeiro de 2014 às 17:16  
Blogger Lilá(s) disse...

Os teus poemas, apesar de toda a sua beleza, são um pouco melancólicos, mas, excelentes
Bjs

25 de janeiro de 2014 às 22:09  
Blogger Felismina mealha disse...

Para quando o livro desse amor?

Quero um.

Abraço.



F.M.

25 de janeiro de 2014 às 23:16  
Blogger Dorli disse...

Oi Sol,
Adorei a sua poesia, apesar da nostalgia
Beijos
Lua Singular

26 de janeiro de 2014 às 01:44  
Blogger António Manuel - Tómanel disse...

Interessante este teu soneto.
Tens que fazer despertar este teu amor que anda a vaguear por entre céus cinzentos. O tempo de primavera está quase a chegar, tempo de alegria, paz e amor, sendo que, a nostalgia deve ficar para trás.
Um abraço cá do meu Algarve.

26 de janeiro de 2014 às 11:38  
Blogger Zilani Célia disse...

OI SOL!
AS COISAS BOAS DA VIDA SÃO PARA SEREM DIVIDIDAS E O AMOR, É A MAIOR DELAS...
LINDO!
ABRÇS
http://zilanicelia.blogspot.com.br/

26 de janeiro de 2014 às 17:20  
Anonymous David C. disse...

El amor es lo mejor que podemos compartir con el mundo.
Saludos
David

26 de janeiro de 2014 às 17:55  
Blogger ॐ Shirley ॐ disse...

Belíssimo soneto, Sol. Gostei muito.
Beijos!

26 de janeiro de 2014 às 18:29  
Blogger Maria Rodrigues disse...

Maravilhoso soneto, que o amor seja sempre verdadeiro e sem reservas.
Sol, hoje venho numa fugidinha especialmente para pedir desculpa da minha ausência, mas tem sido um inicio de ano muito dificil com vários problemas de saúde na familia, encontrando-se agora, a minha mãe internada no hospital.
AGRADEÇO do coração as mensagens deixadas no meu cantinho, logo que seja possível, irei começar a fazer as minhas visitas habituais.
Beijinhos
Maria

26 de janeiro de 2014 às 21:12  
Blogger Canto da Boca disse...

Se por alguma razão o amor é obliterado, ele encontra em si, por si, a razão da luz, do brilho da (r)existência.
É a força mais poderosa, haverá de acordar...

27 de janeiro de 2014 às 01:01  
Blogger © Piedade Araújo Sol disse...

um soneto melancólico e de reflexão...

:)

27 de janeiro de 2014 às 09:24  
Blogger Pérola disse...

Um sacudir para o despertar do que realmente importa.

Beijinhos

28 de janeiro de 2014 às 10:17  
Blogger Marcia Morais disse...

No amor não se pode ter reservas ....bjos

28 de janeiro de 2014 às 17:08  
Blogger Sissym Mascarenhas disse...

Sol,

sem reservas para se falar de amor! sensível poema.

Bjs

28 de janeiro de 2014 às 18:50  
Blogger Manuel disse...

Vou, mais uma vez, repetir-me mas deixas nos teus poemas uma amargura e nostalgia que me toca,
És um poeta!

28 de janeiro de 2014 às 22:29  
Blogger Mariazita disse...

Meu querido SOL
A minha modesta incursão no campo da poesia deu origem a um post que publiquei hoje, dia 30.
Devo continuar? É melhor desistir? Qual é a tua opinião?
Aguardo-te na minha «CASA», para te pronunciares…
Obrigada.
Beijinhos

30 de janeiro de 2014 às 17:02  
Blogger Fa menor disse...

Muito belo.
A tristeza e nostalgia dá a mais linda poesia. É preciso que as palavras libertem o que a alma sente para que esta se torne mais leve.

beijinhos, amigo.

30 de janeiro de 2014 às 18:26  
Blogger Nilson Barcelli disse...

Não há que calar o amor...
Excelente soneto, como sempre.
Bom fim de semana, caro amigo.
Um abraço.

31 de janeiro de 2014 às 18:29  

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