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sábado, 13 de julho de 2013

Este Adeus






 



Senti, o peito teu, feito pedaços
E sem motivação para o teres.
Pudesse, eu, conduzir esses teus passos
E sei que bem terias teus prazeres.

Depois, veio o repouso do Amor
Num gesto e numa voz que te ajudou;
Assim, tu descansaste no torpor
Sereno, da Esperança que voltou.

E a tua silhueta, recortada
Nos tules da janela iluminada,
Acena, com a Vida, aos olhos meus.

Me fico cheio de ânsia e de desejo
Ao dar-te, do meu peito, um terno beijo
Que grave, na tua Alma, este adeus.


 


SOL da Esteva

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26 Comentários:

Blogger Cristina disse...

Se trasluce la pasión en su pecho.
Bellas letras Sol, abrazos infinitos.

13 de julho de 2013 às 01:57  
Blogger Fred Caju disse...

Gravado e cravado.

13 de julho de 2013 às 04:40  
Blogger Célia Rangel disse...

Amor vivido e contemplado com Vida e na Vida para todo o sempre!
[ ] Célia.

13 de julho de 2013 às 13:51  
Blogger António Manuel disse...

Amor eterno... amor que se sente a dois.
Abraço cá deste meu Algarve.

13 de julho de 2013 às 15:03  
Blogger Manuel disse...

Um grito de alma, um soneto com uma bela mensagem de amor e esperança.
Os poetas vão-se refinando à medida que o tempo passa.
Um abraço

13 de julho de 2013 às 22:54  
Blogger Dorli disse...

Oi Sol

O amor quando acontece na vida, se bem trabalhado, nunca morre. Consegue-se achar beleza nos cabelos brancos que o tempo pintou e bem escolheu a cor da paz. É dessa cor que o eterno amor precisa, para que de mãos dadas continue o itinerário da vida.
O amor é como um diamante bruto que vamos lapidando vagarosamente até se tornar uma joia rara e brilhante que vai vislumbrar toda a experiência de um viver a dois.
Um beijo
Lua Singular

14 de julho de 2013 às 02:31  
Anonymous Anónimo disse...

Maria Luiza deixou um novo comentário na sua mensagem "Este Adeus":

Olá, meu amigo como vai você? Como sempre nos presenteando com ricos poemas. Poemas dos sentimentos dos sentidos, das dores, das ânsias, das esperanças, das perdas! Trata-os com respeito. Parabéns pelo abençoado dom! Um abraço e um lindo final de semana!



Publicada por Maria Luiza em ****ACORDAR SONHANDO**** a 13 de Julho de 2013 às 01:47

14 de julho de 2013 às 10:40  
Blogger Lúcia Bezerra de Paiva disse...

Quando há esperança, o adeus não dói tanto...e a poesia ameniza a pequena dor...

Beijos, SOL,
da Lúcia

14 de julho de 2013 às 16:40  
Blogger José María Souza Costa disse...

CONVITE
Passei por aqui lendo, e, em visita ao seu blog.
Eu também tenho um, só que muito simples.
Estou lhe convidando a visitar-me, e, se possível seguirmos juntos por eles, e, com eles. Sempre gostei de escrever, expor as minhas idéias e compartilhar com as pessoas, independente da classe Social, do Credo Religioso, da Opção Sexual, ou, da Etnia.
Para mim, o que vai interessar é o nosso intercâmbio de idéias, e, de pensamentos.
Estou lá, no meu Espaço Simplório, esperando por você.
E, eu, já estou Seguindo o seu blog.
Força, Paz, Amizade e Alegria
Para você, um abraço do Brasil.
www.josemariacosta.com

14 de julho de 2013 às 18:43  
Blogger manuela barroso disse...

Meu querido amigo Sol,

Sempre e todos os teus sonetos são a música que já poucos sabem tocar. Porém de ti, são árias que se soltam tão facilmente que em cada um, um novo encanto.
Desculpa a demora, mas o tempo foge deais.
Mas sei que estarás sempre aqui.
Muitos bjis

15 de julho de 2013 às 14:49  
Blogger Fa menor disse...

Um belíssimo soneto!
O amor sempre a fazer das suas!

Bjs, meu amigo!

15 de julho de 2013 às 16:36  
Blogger Jossara Bes disse...

Oi Sol,

Tão lindo, tão terno, tão amoroso, que ler uma vez não basta, leio várias vezes!
Querido amigo Poeta, que escreves tão lindamente o amor, o amar, seja sempre muito feliz!
Beijos!

15 de julho de 2013 às 19:31  
Blogger ONG ALERTA disse...

A magia do amor, abraço Lisette.

16 de julho de 2013 às 00:35  
Blogger Menina Marota disse...

O Amor nunca diz adeus... porque fica guardado, para sempre, no nosso coração.
Belo este soneto. Diria até, mágico...

Gostei muito. Obrigada.

16 de julho de 2013 às 12:14  
Blogger ONG ALERTA disse...

Um adeus comove....
Abraço Lisette

16 de julho de 2013 às 13:57  
Blogger Smareis disse...

Olá Sol,

O amor verdadeiro permanece sempre...
Muito lindo esse soneto! Maravilhoso!

Já tem atualização, passa lá quando puder!
Beijos!
ótima semana!

17 de julho de 2013 às 01:41  
Blogger Patrícia Pinna disse...

Boa tarde, Sol. O amor quando toca no nosso coração, quando nos ganha verdadeiramente, não acontece a despedida, o adeus, fica firme, aconteça o que for, ainda que não planejado em nossa vida.
Não pense num adeus, ame, tão somente, ame!
Beijos na alma e tudo de bom!

17 de julho de 2013 às 21:22  
Blogger Mariazita Azevedo disse...

Querido Sol
Estou em perfeita sintonia com o pensar da amiga Manuela Barroso.
Já poucos poetas fazem poesia como aquela com que nos brindas todas as vezes que por cá passamos. (penso que já tive oportunidade de to dizer...).
E não é o facto de eu preferir o soneto a qualquer outro género que me leva a apreciar o que escreves... mas porque se trata de poesia MUITO BOA.
Este soneto não é excepção - apenas confirma o que acabei de dizer.

Beijinhos
Mariazita

17 de julho de 2013 às 23:28  
Blogger Evanir disse...

Agradeço a Deus cada laço de amizade ,
que eu criei nesse mundo.
Hoje desfruto do amor e
da bondade de vocês.
Deus esteja sempre contigo
nessa caminha longa das nossas vidas.
Um abençoado final de semana,
beijos e meu carinho hoje e sempre sua amiga ,Evanir.

18 de julho de 2013 às 16:08  
Blogger Silenciosamente ouvindo... disse...

Gostei de mais este poema. É sempre um gosto vir aqui.
Bj.
Irene Alves

18 de julho de 2013 às 17:43  
Blogger Nilson Barcelli disse...

Mais um magnífico soneto.
De entre outras coisas, gostei do ritmo.
Um abraço, caro amigo.

18 de julho de 2013 às 18:46  
Blogger Carolina disse...

Adeus doi... amor tambem querido amigo... certas dores rasgar a nossa alma, nos deixan uma ferida impossivel de ser fechada.
Um abraco grande, grande!

19 de julho de 2013 às 13:51  
Blogger Manuel Luis disse...

Fazes-me recordar aqueles momentos de despedida, nunca sabemos se nos voltamos a encontrar, depois fica aquele aperto.
Abraços

19 de julho de 2013 às 14:30  
Blogger Maria Emilia Moreira disse...

Um belíssimo soneto!
Há nele um lirismo e uma delicadeza tal que se lê e fica-se extasiado!
Abraços.
M. Emília

19 de julho de 2013 às 17:49  
Anonymous Anónimo disse...

Amigo Sol

Faço minhas as palavras do Manuel Luís...

Acrescento só; aquela dor.

Abraço grande

F.M.

20 de julho de 2013 às 01:18  
Blogger Luís Paz disse...

"Repouso do Amor". Isso de alguma forma me inspirou pra algo futuro.
Sempre bom ler-te.
parabéns.


Te aguardo lá.
diademegalomania.blogspot.com

20 de julho de 2013 às 04:31  

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