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sábado, 10 de novembro de 2012

Livre pensamento







Sinto-me impotente  ao te ver
Em dores, doente e inactiva;
Sei que te reforça a Fé viva
Mas que não apaga o teu sofrer.

E, o pensamento livre e só,
Corre como as horas: tic, tac...
Fica-te o vazio em destaque
Nessa solidão que não tem dó.

Dura é a vida que nos cerca
Não nos permitindo tanto alento
Como a companhia, num momento,

Do que nós amamos; mas desperta
O íntimo e livre pensamento,
Único valor além do Tempo.


 



SOL da Esteva

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39 Comentários:

Blogger anita sereno disse...

lindo poste meu amigo essa saudade esse vazio esse amor que gera a tristeza que nos faz doer a alma esse vazio que nos faz entristecer o coração que a solidão não seja o teu motivo bom fim de semana beijinhos na alma

10 de novembro de 2012 às 11:56  
Blogger Marcia Melo Morais disse...

Lindo e profundo ao meu coração um grande beijo meu amigo!

10 de novembro de 2012 às 12:33  
Blogger Jossara Bes disse...

Olá, Sol!

A vida não espera! O tempo não espera!
E viver, por vezes dói!
Mas, acredito que quando a dor transforma-se em poesia,
é porque estamos no caminho certo!
Eis, nosso aprendizado!
Desejo um fim de semana muito feliz!
Beijos!

10 de novembro de 2012 às 13:04  
Blogger António Manuel - Tómanel disse...

A vida é mesmo assim: Nascer, viver e morrer... mas entre o nascer e o morrer, há muitas coisas belas que podemos aproveitar.
Meu amigo Sol, eu acho que deves aproveitar esta ocasião para viveres com amor e alegria.
Um abraço cá do Algarve.

10 de novembro de 2012 às 13:16  
Blogger Célia Rangel disse...

Que haja entre o conhecer e o desaparecer - um grande amor para se recordar! Lenitivo.
[ ] Célia.

10 de novembro de 2012 às 13:55  
Blogger Sandra Subtil disse...

Meu amigo, que poema simultaneamente belo e triste!
A solidão fere a alma e a doença o corpo. Só mesmo o amor para atenuar o sofrimento. Beijinho e as melhoras a quem sofre ( e faz sofrer)

10 de novembro de 2012 às 14:28  
Blogger Rita disse...

└──●►
Nesse sábado quero deixar um abraço
e um final de semana cheio de muita
alegria, gostar dos seus post me faz
feliz pq tem tudo que gosto
Lindo como sempre,parabéns
Agradeço sempre sua visita
Bjuss
Rita
└──●►

10 de novembro de 2012 às 14:31  
Blogger Magia da Inês disse...

¸.•°✿⊱╮╮
Olá, amigo!
Triste, tristíssimo!!!!

Bom fim de semana com tudo de bom:
muita saúde e muita paz.
Beijinhos.
Brasil.
.•°✿⊱╮•°✿⊱

10 de novembro de 2012 às 15:15  
Blogger Olinda Melo disse...


Caro Sol da Esteva

As suas sentidas palavras interpretam tão bem o que se sente quando vemos alguém que amamos doente e sem lhe podermos valer que, na verdade, me sinto tentada a fazê-las minhas. É um sentimento de impotência e de frustração imensa. Amor, muito amor é o que lhe podemos dar e adivinhar em cada gesto os seus desejos...

Abraço

Olinda

11 de novembro de 2012 às 01:46  
Blogger Dorli disse...

Olá Sol!
O sofrimento é advindo do pecado original.
Só Deus, meu amigo, é capaz de nos tirar dessa agonia, que acomete a todos nós.
Poesia em forma de suplício.
Beijos
Lua Singular

11 de novembro de 2012 às 08:59  
Blogger Smareis disse...

Olá Sol,

Profundo!
Dores que entristece a alma

Grande abraço caro amigo.

P.S: Ainda não consegui achar no seu blog seus seguidores pra mim entrar.

11 de novembro de 2012 às 18:01  
Blogger Cristina disse...

Sentidas letras, un placer disfrutar de tu poesía!
Te dejo un fuerte abrazo.

11 de novembro de 2012 às 19:28  
Blogger Manuel Luis disse...

Que a solidão não nos bata a porta.
Boa semana amigo.
Abraço

11 de novembro de 2012 às 23:47  
Blogger ELAINE disse...

Meu amigo querido! A vida nos ensina tantas coisas!... E a tua poesia transmite tanto sentimento, tanto amor, por vezes impotente diante da dor... Mesmo assim melancolicamente linda!.... Um início de semana iluminado!
Abraço fraterno e carinhoso!
Elaine Averbuch Neves
http://elaine-dedentroprafora.blogspot.com.br/

12 de novembro de 2012 às 14:01  
Blogger Rui Pires - Olhar d'Ouro disse...

Por vezes senti-mo-nos impotentes perante as adversidades da vida!
Excelente poema!

12 de novembro de 2012 às 15:59  
Blogger São disse...

Por vezes , seria preferível estarmos nós em situação do que sentir a impot~Encia asssim, tão aguda!

O meu abraço com votos de que tudo corra bem.

12 de novembro de 2012 às 20:14  
Blogger Jeanne Geyer disse...

versos tristes e doloridos, mas até na dor existe beleza, lirismo porque o amor ultrapassa todas as barreiras.
beijos

13 de novembro de 2012 às 01:25  
Blogger Evanir disse...

Meu amigo querido versos tristes mais nunca li um poema
que tocasse tão fundo meu coração.
Quando nossa dor ultrapassa do nosso controle da vontade de gritar aos quatros cantos do mundo.
Amado Amigo.
Eu não saberia escrever um poema como o seu ,mais
esse poema é tudo que se passa comigo agora.
E para piorar a situação estou tentando fazer algumas visitas
o blog ainda me ajuda a ocupar minha cabeça.
Amigo desejo uma noite de imensa paz beijos na sua alma.
Para sempre sua amiga,Evanir.

13 de novembro de 2012 às 19:06  
Blogger Tunin disse...

Saudades sempre nos trazem tristezas à alma.O bom é que passa.
Abração.

13 de novembro de 2012 às 19:06  
Blogger Leninha disse...

Em teus pensamentos, em tuas lembranças, o amor permanece intacto...é o mais importante, amigo.

Bjsssssss,
Leninha

13 de novembro de 2012 às 20:52  
Blogger Carolina disse...

Sol, maravilha de escritura, triste, sentido pero hermosa pesia. Ademas estou escuchando en sua radio a Leonardo Favio, quien fallecio recientemente, que lindo esta tudo aqui!
Un abraco emocionado.

13 de novembro de 2012 às 21:11  
Blogger manuela barroso disse...

Podem privar-nos de tudo. Mas não da liberdade de dar livre curso à imaginação que nos leva ao sonho. Porem sem termos o tempo como aliado.
Mais um soneto nostálgico e belo
Fraterno abraço

13 de novembro de 2012 às 21:34  
Blogger luna luna disse...

doi tanto quando queremos mas nada podemos fazer
bjs

13 de novembro de 2012 às 22:00  
Blogger Teresa Almeida disse...

Do sofrimento brota um amor maior em forma de poesia.
Como dói, amigo.
Beijo.

14 de novembro de 2012 às 00:05  
Blogger La Gata Coqueta disse...



Te envío en alas de las nubes la brisa y la esencia de esta mañana, que nos envuelve sus hojas con surcos de melodías, para endulzar las razones del pensamiento.

Un abrazo breve pero sentido.

Atte.
María Del Carmen




14 de novembro de 2012 às 10:28  
Blogger Mariangela disse...

Oi Sol, querido amigo!
Muitas vezes passamos tantas coisas na vida, mas não devemos jamais permitir que a solidão venha nos entristecer.
Devemos sim alegrarmos, com as belas lembranças, dos momentos simples e felizes que fizeram parte da nossa vida!
Esperança e fé sempre amigo!
Muito lindo seu soneto, porém triste!
Beijos,
Mariangela

14 de novembro de 2012 às 13:46  
Blogger Manuel disse...

É difícil acrescentar algo mais ao que aqui tenho escrito.
És um sonetista nato, muito inspirado e com verdadeira paixão pelos momentos do amor.
Gosto de te ler.

14 de novembro de 2012 às 17:40  
Blogger Lídia disse...

OLÁ BOA NOITE!!!
CHEGUEI ATÉ AQUI POR TER COMENTADO ALGO NO MEU BLOG, JÁ VAI MUITO TEMPO... E PARECE QUE NUNCA RESPONDI,ASSIM, AGORA VIM VER O SEU ESPAÇO!!! GOSTO DO SONETO!!!

COMO VALE MAIS TARDE QUE NUNCA OBRIGADO PELA VISITA!!!
VOLTE SEMPRE!!!
LÍDIA

14 de novembro de 2012 às 19:17  
Blogger © Piedade Araújo Sol disse...

profundo e triste.

um beijo

14 de novembro de 2012 às 20:24  
Blogger Sonhadora (RosaMaria) disse...

Meu querido amigo

Um poema triste, mas muito profundo, avida é isso mesmo uma espera constante.

Um beijinho com carinho
Sonhadora

14 de novembro de 2012 às 20:28  
Blogger rosa-branca disse...

Olá amigo Sol, a dor de não se conseguir aliviar a dor, de quem se ama. Um poema que tem tanto de belo, como de nostálgico. Adorei. Beijos com carinho

14 de novembro de 2012 às 20:59  
Blogger Zilani Célia disse...

OI SOL!
BELEZA DE TEXTO.
TRISTE EM SEU CONCEITO, POIS O AMOR SÓ VALE A PENA QUANDO EXERCITADO
E COMPARTILHADO.
ABRÇS


zilanicelia.blogspot.com.br/
Click AQUI

15 de novembro de 2012 às 17:35  
Blogger Silenciosamente ouvindo... disse...

Gostei deste seu poema. Desejo que o amigo
esteja bem.
Beijinhos
Irene Alves

15 de novembro de 2012 às 17:54  
Blogger Parole disse...

A solidão do doente as vezes dói mais que a doença em si e o que nos resta a fazer é estar próximos.Gostei do poema, querido.Beijinhos.

16 de novembro de 2012 às 18:01  
Blogger Manuel Luis disse...

É verdade meu amigo! Hoje também sinto depois de saber do sofrimentos de alguém que se ama. Eu aqui impotente mas confiante nos profissionais da saúde. Nem tudo está ao nosso alcance. O tempo é tudo que temos.
Grato pelo comentário muito bem redigido, é isto que nos da motivos para continuar.
Abraço

16 de novembro de 2012 às 20:53  
Anonymous David C. disse...

A veces no se borra ese dolor.

16 de novembro de 2012 às 23:11  
Blogger Patrícia Pinna disse...

Bom dia, Sol. Já estava com saudades. Correndo por aqui e ali, sabendo porém, que não poderia esquecer de vir aqui, rs!
A solidão de quem não tem a companhia de quem ama por perto somo gostaria é triste demais, aumentando a fragilidade.
O que nos salva, é o nosso pensamento, que voa com imensas asas e podemos alcançar com ele o que quisermos, até em espírito estar ao lado do nosso amor!
Fique com Deus, tenha uma semana de paz!
Beijos na alma!
Te adoro!

19 de novembro de 2012 às 13:30  
Blogger Luana Barcelos Dantas disse...

Caro amigo, delicado poema...beijos

21 de novembro de 2012 às 20:49  
Blogger Canto da Boca disse...

Da impotência e da passagem do tempo, também se faz um poema. Que sangra, que dói, mas liberta!

25 de novembro de 2012 às 11:59  

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