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sábado, 15 de junho de 2019

Tules e véus




Desejo poder ser duro,
Seco de amor e de vida;
Ser como couro maduro
Ou como folha caída.

Vivo no meu mundo escuro
Em solidão esquecida.
Não irei saltar o muro
Que barra a vida perdida.

Creio, até, que morri
Desde que te conheci
Nos velhos tempos passados.

Por isso, pairo nos céus
Por entre tules e véus
De fantasias ou fados.


SOL da Esteva

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13 Comentários:

Anonymous alfacinha disse...

Pairar nos céus . Sim nos meus sonhos
Abraços

15 de junho de 2019 às 10:01  
Blogger Maria Rodrigues disse...

Um poema tão apaixonado e tão belo.
Bom fim de semana
Beijinhos
Maria
Divagar Sobre Tudo um Pouco

15 de junho de 2019 às 13:43  
Blogger lua singular disse...

Oi Sol,
Que lindo poema de amor!
A vida é feita de sonhos, amor tombos, mas o mais importante é levantar e seguir adiante, olhando o céu escuro com estrelas que nos da esperança d'outro mundo melhor
Beijos no coração
Lua Singular

15 de junho de 2019 às 18:33  
Blogger Gracita disse...

Em sonho podemos pairar nos céus entre tules e nuvens
Tão belo e apaixonante
Beijinhos amigo Sol

15 de junho de 2019 às 21:07  
Blogger Janita disse...

Por vezes tenho essa mesma sensação que, tão bem e com tanto sentido poético referes, nesse pairar fora das coisas terrenas.
Só que não sei transformar, como tu, os sentimentos em palavras.

Gostei deveras deste Soneto de vida etérea, por tão sentida, SOL.

Beijos e bom fim-de-semana.

15 de junho de 2019 às 21:12  
Blogger Hada de las Rosas disse...

Oh, que linda poesia! oferece nos o presente do seu poema
ao anjo da noite e da lluvia, amigo poeta increiblemente siempre inspirado!
Deixo um beijo suave no coracao

16 de junho de 2019 às 01:25  
Blogger Cidália Ferreira disse...

Bonito poema!

Coisas de uma vida.
Beijos, continuação de um bom Domingo.

16 de junho de 2019 às 20:49  
Blogger Larissa Santos disse...

Fabuloso:))

Hoje:- Quando a minha alma naufragar...

Bjos
Votos de uma óptima Segunda - Feira.

17 de junho de 2019 às 15:35  
Blogger Mariazita disse...

Na semana passada não pude dispor do meu computador a tempo inteiro (nem sequer a metade ou a um terço... 😊).
O meu filho esteve a formatá-lo, o que demourou imenso tempo, porque foi feito "aos bochechos"...
É o mal de ser informático, todos recorrem a ele, e eu vou ficando para os intervalos... :))))))))))

Gostei muito deste teu poema, apesar do enorme desassossego que sinto nas tuas palavras.
Sei, tu sabes, todos sabemos... que "o poeta é um fingidor". Mas... em todo o fingimento há um fundo de verdade. Quero-te mais "para cima"... Pode ser?

Desejo uma semana feliz
Beijinhos
MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

17 de junho de 2019 às 19:04  
Blogger Sinval Santos da Silveira disse...

Olá, Poeta Sol da Esteva !
Não encontro adjetivo para este poema...
Ultrapassou os limites do meu vocabulário.
Lindo demais !
Parabéns !
Uma ótima semana e um emocionado abraço,
aqui do Brasil !
Sinval.

18 de junho de 2019 às 13:59  
Blogger Jaime Portela disse...

Um brilhante soneto.
Gostei imenso, parabéns pela inspiração e talento.
Caro amigo, continuação de boa semana.
Abraço.

20 de junho de 2019 às 15:54  
Blogger Olinda Melo disse...

Olá, Sol da Esteva

Uma recordação dorida que se projecta no presente, quase sem remissão. Mas existe ainda a força da fantasia que permite sonhar.

Abraço

Olinda

20 de junho de 2019 às 21:54  
Blogger Fá menor disse...

Não, não se pode ser duro... há sempre alguma maravilha para amolecer o coração e derretê-lo de amor, que também rima com dor. Mas pronto, é a vida!
Bem ritmado este soneto. Gostei muito.
Boa semana, amigo Sol!
Beijinhos.

24 de junho de 2019 às 19:51  

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