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sábado, 16 de julho de 2016

Não sou tido, nem achado




Manhã fria, neste meu Inverno.

Afago doce, olhar sem ver,
Sorriso aberto que não houve,
Desejo imenso de te amar...
Sofrer a ausência de te ver,
É um inferno!

Sentir, no corpo,
A amargura da distância,
Não ter perto
O coração, alma pura,
Separada por metros de caminho.
Fico-me sozinho.

Manhã fria. Minha alma fria,
Gelada em tristeza e desespero.

Nem sabes, se sabes, quanto quero
E preso a presença mais amada
De ti mesma, por seres tu.

Fico-me vazio, sem nada, nu...
Sinto-me envergonhado
E mui dentro da manhã,
No meu desespero,
Não sou tido, nem achado.


SOL da Esteva

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13 Comentários:

Blogger Jaime Portela disse...

Um belo poema de amor, ainda que sofrido.
Gostei imenso, caro amigo, as tuas poesias são sempre muito boas.
Caro Sol, tem um bom fim de semana.
Abraço.

16 de julho de 2016 às 12:31  
Blogger Jossara Bes disse...

Oi, Sol!
Lindo demais! Querido amigo, Poeta do amor, do amar!
Embora fale de ausência, há nas palavras um sentido de presença, profundamente sentida!
Beijo carinhoso, feliz fim de semana!

16 de julho de 2016 às 14:33  
Blogger Luis Coelho disse...

Um sentimento aberto e doído.
Um canto ao amor colorido
Uma passagem no tempo com sentido.

16 de julho de 2016 às 15:46  
Blogger Maria Luiza disse...

Deveras triste, gelado, mas de uma beleza impecável! Tudo de bom, meu caro amigo! Beijos!

16 de julho de 2016 às 20:23  
Blogger lua singular disse...

Poesia linda de amor sofrido
De saudades e de dor
Beijos
Lua Singular

16 de julho de 2016 às 22:29  
Blogger Gracita disse...

Caro amigo Sol
Falas da ausência da amada mas pode-se perceber neste sentir doído o quanto ela está presente no coração. Lindíssimo esse amor de duas almas que se completam
Venho agradecer o carinho e deixar um afetuoso abraço
Vou dar uma pausa nos blogs para curtir o recesso escolar
Volto em breve! Até a volta!
Beijokas doces no coração

18 de julho de 2016 às 02:11  
Blogger Manuel disse...

Passo muitas vezes e levo comigo a poesia.
Venho e vou silencioso para não perturbar o poeta.
Os teus poemas, continuam, na linha a que nos habituastes, com magia, paixão e aquele ar tão pessoal.
Um abraço

18 de julho de 2016 às 19:04  
Anonymous Arte & Emoçoes disse...

A ausência física nem sempre significa a ausência íntima. Belo e profundo poema amigo.

Abraços,

Furtado

19 de julho de 2016 às 01:57  
Blogger Smareis disse...

Que lindo poema Sol. Mesmo sofrido é maravilhoso. Esse amor é belo.
Abraço poeta!
Ótima semana!

20 de julho de 2016 às 04:49  
Blogger Mariangela do lago vieira disse...

Poema maravilhoso e muito sentido, Sol. Amei!
Beijos,
Mariangela

20 de julho de 2016 às 18:36  
Blogger Maria Rodrigues disse...

Solidão, tristeza e nostálgia contidas num belo e tocante poema.
Um abraço
Maria

20 de julho de 2016 às 20:15  
Blogger Evanir disse...

As verdadeiras amizades são como estrelas...
Não as vemos todas as horas,
mas sabemos que elas existem.
E hoje dia do amigo estou aqui
para te deixar um carinhoso abraço.
Agradeço por fazer parte
da minha caminhada.
Deus abençoe vc sempre.
Meu abraço e eterno carinho.
Evanir.

20 de julho de 2016 às 21:27  
Blogger Odete Ferreira disse...

Um poema com a expressão intensa de um sentir da ausência e, de certa forma, da indiferença da amada perante esse tormento.
Sempre bela a expressão poética de estados de alma.
Bjo, Sol :)

28 de julho de 2016 às 18:05  

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