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sábado, 21 de maio de 2016

Imensidão




O Amor cantou nos meus ouvidos,
Ou, talvez não fosse só cantar...
Eu, tenho a certeza, ouvi gemidos
Que o Amor deixou, rouco, escapar.

Minhas cordas deram alarido
De palavras vagas, ao beijar.
Por tanto sentir o tal brasido
Sei, real e vivo, o meu sonhar.

E de forma audaz, de intenso ardor,
Te votei num mundo de delícias,
Feito de doçuras e carícias.

Não mais saberei medir Amor,
Porque não tem outra dimensão
Que não seja a eterna imensidão.


SOL da Esteva

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20 Comentários:

Blogger lua singular disse...

Oi Sol
Que bela poesia.
Faz poesias ão belas que me emociona.
Beijos
Lua Singular

21 de maio de 2016 às 18:21  
Blogger Evanir disse...

Amigo Sol.
Ando em falta com todos em minhas visitas
não tenho falado nada mais sobre meus dias nem da minha vida.
Por vezes nos revolta a frieza é tanta que me espanta
Amigo deixei a bastante tempo um pedido no seu blog
acredito não ter visto.
Um Domingo abençoado a vc e sua família.
Abraços..
Evanir.......

22 de maio de 2016 às 02:12  
Blogger Mariazita disse...

Medir um Amor assim não me parece tarefa fácil...
Mas apreciar a beleza dos teus versos, nesta forma de soneto que tanto aprecio... é possível, sim.
E posso dizer-te, meu querido SOL, sem receio de errar:
É muito grande!

Domingo feliz
Beijinhos
MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

22 de maio de 2016 às 11:00  
Blogger Sara com Cafe disse...

Que lindo, que suave. Somente apreciando...

abraco profundo.

22 de maio de 2016 às 16:53  
Blogger Gracita disse...

O amor é tão intenso que não se pode mensurá-lo
É o sentir a explosão do sentimento neste belíssimo soneto
Uma linda nova semana amigo Sol
Beijos

22 de maio de 2016 às 19:27  
Blogger Célia Rangel disse...

E, para que serve medirmos a intensidade do amor, se o temos na integralidade! Basta amar.
Abraço.

22 de maio de 2016 às 23:18  
Blogger Maria Luiza disse...

O amor... só se sente! Abração!

23 de maio de 2016 às 01:47  
Blogger São disse...

O amor é sempre infinito, pelo menos enquanto se sente...

Boa semana

23 de maio de 2016 às 16:57  
Anonymous Arte & Emoçoes disse...

Mais importante que medir a dimensão do amor é senti-lo em toda a sua intensidade. Belo e profundo soneto.

Abraços,

Furtado

24 de maio de 2016 às 16:15  
Blogger Zilani Célia disse...

OI SOL!
NÃO HÁ COMO SE MEDIR O AMOR, É IMENSO ENQUANTO SENTIMENTO.
PALAVRAS LINDAS , AMIGO.
ABRÇS
http://zilanicelia.blogspot.com.br/

24 de maio de 2016 às 18:50  
Blogger Carmem Grinheiro disse...

Olá, Sol.
A imensidão do amor até confunde o poeta ;)
Lindo poema.

abç amg

25 de maio de 2016 às 10:01  
Blogger Maria Rodrigues disse...

O amor verdadeiro não tem medida.
Maravilhoso soneto.
Beijinhos
Maria

25 de maio de 2016 às 19:41  
Blogger CÉU disse...

qdo o amor canta aos nossos ouvidos, já a alma está inundada dele.
parabéns por essa imensidão.
beijos e dias amorosos.

25 de maio de 2016 às 21:13  
Blogger Olinda Melo disse...

Quando o Amor canta ao ouvido o único caminho é segui-lo. Não importa se o destino fica longe ou perto, não há nada que iguale a força da torrente que inunda a alma de bem-estar. E a imensidão acontece!

Caro Sol, muito obrigada pela releitura do poema de Sebastião da Gama. Gostei muito.

Grande abraço.

Olinda

25 de maio de 2016 às 22:34  
Blogger lua singular disse...

Oi poeta,
Você afunda na imensidão da certeza do melhor.
Suas poesias são lindas e precisas.
Beijos
Minicontista2

26 de maio de 2016 às 01:32  
Blogger Jaime Portela disse...

Um soneto de amor imenso.
Na qualidade poética, pois claro.
Excelente, parabéns.
Tem um bom resto de semana, caro Sol.
Abraço.

26 de maio de 2016 às 20:56  
Blogger Luis Coelho disse...

Ouvir o amor cantar é tal o prazer que se deseja continuar.
Amar, amar sempre nesta vida e neste mundo.

27 de maio de 2016 às 08:12  
Blogger Sara com Cafe disse...

abraco profundo e obrigado pela visita!

27 de maio de 2016 às 22:45  
Blogger © Piedade Araújo Sol disse...

um soneto onde o Poeta dá asas a um imenso amor.
muito belo.
beijo
:)

30 de maio de 2016 às 14:34  
Blogger Odete Ferreira disse...

Com uma certa sensualidade, o poeta expressa o amor que (também) precisa de pele...
Mais um bom soneto!
Bjo :)

12 de junho de 2016 às 00:37  

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