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sábado, 7 de novembro de 2015

Justiça



 

Quem governa, se governa
Na sua vida e dos seus.
Os demais, são causa externa
E tomados por seus réus.

É infame, o Ser humano,
Nas suas predilecções.
Para uns, só o engano.
Para outros, só ladrões.

Acto injusto ou cobarde,
Só o pratica quem quer.
É pena que, só bem tarde,

Acordem, quando a razão
Tenha cumprido o Dever
De os trancar na prisão.


SOL da Esteva

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25 Comentários:

Blogger Olinda Melo disse...

Bom dia, Sol

Este teu soneto alerta-nos para um problema que atravessa as sociedades - o da Justiça . Quem tem idoneidade para aplicar a Justiça e praticá-la dentro dos valores estabelecidos pela razão e pela nossa consciência? Por vezes, na sua aplicação há erros próprios da nossa condição humana mas há que responder por eles. Há que pugnar para que ela seja aplicada a tempo e horas e para que os procedimentos não emperrem uma máquina de que dependemos todos.

Abraço
Olinda

7 de novembro de 2015 às 09:06  
Blogger Jossara Bes disse...

Oi Sol,
O "Ser Humano" anda um tanto esquisito! Tenho impressão que em muitos aspectos estamos a contramão.
Preciosa sua poesia!
Beijo carinhoso!

7 de novembro de 2015 às 10:47  
Blogger lua singular disse...

Oi Sol,
Ninguém consegue derrubar os coronéis do poder.
E se abrirmos a bocas seremos presos
Onde esta está a equidade humana?
Belo grito de revolta!
Beijos no coração
Lua Singular

7 de novembro de 2015 às 12:56  
Blogger Mariangela do Lago Vieira disse...

Você disse tudo Sol, neste ótimo soneto!
As vezes penso que não há justiça para este bando malfeitores, que só tem regalias...
Mas... Deus tarda mas não falta!
Beijos,
Mariangela

7 de novembro de 2015 às 17:23  
Blogger Célia Rangel disse...

A permissividade dos valores para muitos foram descartados. Detém o poder em benefício próprio, marginalizando quem ousa viver com dignidade!
Abraço.

7 de novembro de 2015 às 23:01  
Blogger Zilani Célia disse...

OI SOL!
MAS, QUE A JUSTIÇA SEJA FEITA SEMPRE, SE FALHAR A DOS HOMENS, A DE DEUS, PODE TARDAR, FALHAR NUNCA.
ABRÇS
-http://zilanicelia.blogspot.com.br/

7 de novembro de 2015 às 23:47  
Blogger Gracita disse...

Que a justiça mesmo que tardia seja feita para que o povo possa viver com dignidade
Deus nunca erra em seus propósitos. Pode crer.
Um grande beijo no coração amigo Sol

7 de novembro de 2015 às 23:47  
Blogger Sinval Santos da Silveira disse...

Olá, Santos Oliveira (sol) !
O mundo tem sede de justiça...
Belo poema, amigo ! Só verdades.
Parabéns e um fraterno abraço, aqui
do Brasil.
Sinval.

8 de novembro de 2015 às 00:20  
Blogger Sinval Santos da Silveira disse...

Olá, Santos Oliveira (sol) !
O mundo tem sede de justiça...
Belo poema, amigo ! Só verdades.
Parabéns e um fraterno abraço, aqui
do Brasil.
Sinval.

8 de novembro de 2015 às 00:21  
Blogger CÉU disse...

Desde tempos imemoriais, que o ser humano clama por justiça. Resta-nos saber se nós fôssemos juízes, advogados, quer de defesa, quer de acusação, como procederíamos nós? Eu, k sou a favor da pena de morte, não por "dá aquela palha", mas sim por violação, pedofilia e afins, logo k provado o crime, e sem demoras, passar-se-ia à prática. Creio k a nossa sociedade estaria mais direitinha, desta forma.

A justiça divina tarda, mas não falha.

Boa semana, Sol!

8 de novembro de 2015 às 21:16  
Blogger António Manuel - Tómanel disse...

“Há quatro características que um juiz deve possuir: escutar com cortesia, responder sabiamente, ponderar com prudência e decidir imparcialmente.”
Sócrates (o outro)

8 de novembro de 2015 às 21:23  
Blogger Mário Margaride disse...

Concordo plenamente amigo Sol.Um texto muito bem articulado, que dá enfoque a ma realidade inquestionável!
Parabéns!

Abraço e boa semana!

Mário

9 de novembro de 2015 às 08:47  
Blogger Dorli Ramos disse...

Oi Sol,
Obrigada pelo carinho
Beijos no coração
Minicontista

10 de novembro de 2015 às 18:34  
Blogger manuela barroso disse...

Caríssimo amigo, Sol
! Dos melhores e mais conseguidos sonetos que tenho lido !
Muitos parabéns, quer pelo contéudo quer pela foma!
Fraterno abraço

10 de novembro de 2015 às 19:13  
Blogger Vera Lúcia disse...

Olá Sol,

A verdadeira prisão é a consciência. Somente o despertar dela poderia mudar a maneira de governar e os atos injustos decorrentes. De qualquer forma, ainda que a justiça humana seja falha, a de Deus é implacável.

Belo soneto de insurgimento.

Abraço.

11 de novembro de 2015 às 19:14  
Blogger helia disse...

Excelente Texto ! Há um Provérbio português que diz que " A Justiça tarda , mas não falha ..." é um Provérbio com o qual eu não concordo, porque a Justiça falha e falha muito !!!

12 de novembro de 2015 às 12:09  
Blogger Manuel disse...

Grande pela oportunidade e belo pelo sentido.
É muito importante a poesia, também, andar de mãos dadas com os problemas da sociedade.´
Convém, por vezes, alertar e chamar a atenção para os podres da sociedade e, quando é feito desta forma mais importante.
Afinal o poema é vida!

12 de novembro de 2015 às 14:03  
Blogger Mário Margaride disse...

Olá amigo Sol!

A justiça já se fez meu amigo- Agora é virar uma página e seguir em frente.

Bom fim de semana!

Abraço forte!

Mário

13 de novembro de 2015 às 15:10  
Blogger © Piedade Araújo Sol disse...

um soneto que é um grito ao momento actual.
muito bom!
um dos teus melhores trabalhos.
bom fim de semana.
beijo
:)

13 de novembro de 2015 às 17:46  
Blogger lua singular disse...

Oi Sol
Prisão, só os pobres mendigos serão amontoados na prisão, frutos dos ladrões de gravatinhas borboletas com prisões domicilias e suas celas são melhores que nossas casas. Tenho nojo...
Beijos
Lua Singular

15 de novembro de 2015 às 17:48  
Blogger António Manuel - Tómanel disse...

Verdade, verdadinha...
Todos os infiéis à verdade deveriam estar na pildra, mas, o mentiroso mente tantas vezes, que a mentira passa a ser verdade.
Abraço cá do Algarve

15 de novembro de 2015 às 22:34  
Anonymous sofiaguerreira disse...

Quem merecia ir para a prisão,aliás prisão não,acho que podiam ser todos mortos e enterrados,seriam os que fizeram os atentados de Paris,foi triste e lamentável toda aquela situação,esses sim mereciam morrer,atenção,não estou a falar dos pobres dos franceses mas sim daquelas pessoas que provocaram os atentados!! http://mundoteenagerofsophia.blogs.sapo.pt

17 de novembro de 2015 às 07:49  
Blogger Parapeito disse...

Belo! Um poema cheio e muito real...
Vai muito mal a justiça neste mundo.
Brisas doces *

20 de novembro de 2015 às 21:19  
Blogger Odete Ferreira disse...

Apesar de soneto, lembrei-me das quadras do nosso Aleixo...
Infelizmente só verdades...
Parabéns!
Bjo :)

23 de novembro de 2015 às 01:44  
Blogger Janice Adja disse...

Estou perplexa com tanta sutileza.
Parabéns!!!

26 de novembro de 2015 às 23:28  

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