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sábado, 1 de novembro de 2014

Juntos no Céu







Voam, nossos Anjos, para o seu destino,
Deixando seus rastos, fiapos de Vida,
A luzir de brilho á Alma perdida
Que se agarra á dor e a tem por caminho.


O tempo, sem tempo, pára o sofrimento
E sofre quem fica retido a sofrer.
Quisera ter força, não esmorecer,
Conquistar a Paz em tão triste momento.

Não há despedida que não tenha dor.
Nós somos quem somos. Não podemos nada
E não encontramos medidas de Amor.

Um dia, estaremos juntos no Céu.
Saberemos que a Vida está acabada,
Quando o cenáculo descer o seu véu.



SOL da Esteva

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27 Comentários:

Blogger Magia da Inês disse...

。°°✿⊱。
A foto transmite a infinitude do tempo e a fragilidade da nossa condição de mortais... mas um dia haverá uma completa harmonia para todos nós!

Bom fim de semana!
Beijinhos.°✿⊱
°。.✿✿⊱

1 de novembro de 2014 às 11:10  
Blogger Olinda Melo disse...


O sonho de quem muito ama de reunião no céu, lugar onde tudo será belo
e propiciador de uma vida eterna de harmonia. Assim, a despedida torna-se
menos dolorosa, com a esperança a iluminar os dias que se anunciam.
Vivamos assim a Vida, em pleno, com Amor e Esperança.

Um Poema belíssimo a celebrar o Amor. Obrigada

Caro Sol, desejo-lhe um excelente fim de semana.

Abraço

Olinda

1 de novembro de 2014 às 11:16  
Blogger Nilson Barcelli disse...

Um soneto para o dia.
E é excelente, como é hábito nos teus poemas.
Bom fim de semana, caro amigo.
Abraço.

1 de novembro de 2014 às 14:24  
Anonymous Helena disse...

O dia de Finados sempre traz aquela saudade que muitas vezes deixamos escondidinha no fundo da alma quando partem os entes queridos. Parece que a própria data propicia esta homenagem, esse extravasamento de lembranças que, graças aos céus, se torna menos doída à medida em que o tempo se consome nos próprios véus.
Da imagem só posso dizer que ilustra muito bem esse voo empreendido pelos que partem para uma outra dimensão... É como se ganhassem o direito a voarem livres das amarras aqui da terra.
Do teu poema, amigo Sol, só posso constatar o que sempre vejo em tudo que escreves... uma extrema sensibilidade, uma delicadeza no trato de sentimentos e emoções, e como sempre uma marca da tua genialidade.
Que te chegue um domingo iluminado de estrelas e uma semana de sorrisos e alegrias.
Com carinho,
Helena

1 de novembro de 2014 às 20:38  
Blogger Tunin disse...

Somos mortais. Um dia iremos voar. É preciso que esse voo seja bem preparado e conduzido quando em terra ainda estivermos.
Belo poema, meu caro poeta!

1 de novembro de 2014 às 20:42  
Blogger António Manuel - Tómanel disse...

E quando eu partir para o outro lado, caminho distante e sem fim, irei ter saudades deste mundo terreno e aí, seremos todos felizes...
Um abraço cá do Algarve

1 de novembro de 2014 às 21:32  
Blogger Célia Rangel disse...

Ainda penso que nos matamos ou nos deixamos renascer à medida em que construo meu céu ou meu inferno aqui e agora.
Abraço.

1 de novembro de 2014 às 22:24  
Blogger Lilá(s) disse...

Não há despedida que não nos faça sofrer!
Mais um excelente poema!
Bjs

1 de novembro de 2014 às 23:00  
Blogger MARILENE disse...

Quem passou pela dor da eterna despedida e confia no reencontro longe dessa vida, exercita a saudade com mais eficiência. Não se livra da dor, mas alimenta a esperança, que a atenua ao longo do tempo. O espírito de quem se foi voa, liberto, para sua verdadeira morada. Grande abraço!

2 de novembro de 2014 às 02:53  
Blogger Fá menor disse...

No Céu, a Vida para além da vida. Essa é a Esperança que nos dá alento.

Beijinhos

2 de novembro de 2014 às 12:36  
Blogger Janita disse...

Olá, SOL...

mais um belo soneto que nos entristece pela marca que trás....

Os nossos entes queridos que já voaram rumo ao Céu, onde um dia nos encontraremos.

Parabéns por essa tua sensibilidade que nos toca o coração.

Beijinhos e boa semana, Amigo!

2 de novembro de 2014 às 18:40  
Blogger Manuel disse...

Hoje o poeta superou a própria poesia.
Lindo, intenso e tão verdadeiro que, ao ler, vi um desfolhar da própria vida.
Um abraço ao grande poeta!

2 de novembro de 2014 às 22:57  
Blogger Evanir disse...

Sua amizade sempre foi muito importante para mim
sem duvidas acredito ter lutado muito nesses anos
embora poucos estavam comigo a quase dez anos atrás.
Hoje estou passando para deixar um
pouco do perfume que ficou no frasco.
Embora tenha capacidade de entendimento,
que passado é perfume de primaveras mortas.
Agradeço por tua amizade tão especial,
e por me fazer sentir que ainda sou
alguém com quem você se importa.
Deus te abençoe ..sempre..
Um abraço grande ,
e especial.
Com muito carinho.
Evanir.
Tenha uma linda ,
e abençoada semana..
Eu amo vir a seu blog gosto imenso.
Em 2014 você esteve comigo
falta muito pouco para terminar ,
mais um ano.
Hoje posso chamar de ano dourado..
Estou matando saudades!!
Amigo Sol..
Seu poema é lindo ,
mas triste porém verdadeiro.

3 de novembro de 2014 às 02:07  
Blogger Pérola disse...

A morte, os seus anjos e a saudade...não é fácil.

Que poesia tão intensa e bela, SOl!

Beijinhos

3 de novembro de 2014 às 09:16  
Blogger ॐ Shirley ॐ disse...

Sol, estamos aqui de passagem e nosso espírito é imortal.
Sempre perfeitos os seus sonetos.
Grande abraço!

3 de novembro de 2014 às 12:14  
Blogger Bárbara disse...

Bom dia Sol
Sabemos da morte e temos medo do que não conhecemos.
É para todos
Abç
Bárbara

3 de novembro de 2014 às 13:39  
Blogger São disse...

Não é Morte que me assusta nem o que vem depois dela, não sou assim tão má pessoa...

O que me empanica é o sofrimento, seja ele qual for.

Boa semana, meu caro :)

3 de novembro de 2014 às 14:17  
Blogger Gracita disse...

O dia de estarmos unidos chegará e neste momento as almas que aqui se amaram se reencontrarão num plano elevado de liberdade sem amarras e algemas de tudo que dicou para trás
Uma semana abençoada para você
Beijos com carinho

3 de novembro de 2014 às 15:28  
Blogger Mariangela disse...

Esta é uma dor tão sofrida, que só Deus em sua infinita misericórdia amenizará.
E que nos restará apenas, a esperança do grande reencontro na morada eterna.
Que belo poema, Sol!
Beijos,
Mariangela








3 de novembro de 2014 às 17:32  
Blogger manuela barroso disse...

A inquietação do desconhecido e a dor de quem fica na saudade dos que partem.
Abraço, Sol!

3 de novembro de 2014 às 18:45  
Blogger LUCONI MARCIA MARIA disse...

Lindo e sentido poema, eu acredito que do outro lado da ponte os meus ali estarão e vai ser uma explosão de alegria, bjos Luconi

4 de novembro de 2014 às 19:11  
Blogger Rosemildo Sales Furtado disse...

O tempo, sem tempo, pára o sofrimento
E sofre quem fica retido a sofrer.
Quisera ter força, não esmorecer,
Conquistar a Paz em tão triste momento.

Neste dia, nas minhas orações costumo conversar com todos aqueles que partiram e me deixou saudades. Lindo e profundo poema amigo.

Abraços,

Furtado.

5 de novembro de 2014 às 00:36  
Blogger Parapeito disse...

não ha que ter medo da morte..".Começamos a morrer no dia em que nascemos" Marcus Manilius
Como eu costumo dizer....tenho uma grande curiosidade em saber como será depois da morte...
A dor maior é sempre a ausência dos que amamos... Mas há que ter fé e acreditar que tudo isto tem um sentido.
Gostei das suas palavras tao cheias de tanto.
Brisas doces.

5 de novembro de 2014 às 09:54  
Blogger Bárbara disse...

Bom dia Sol
Obrigada pela presença
Abç
Bárbara

6 de novembro de 2014 às 15:41  
Blogger Rosemildo Sales Furtado disse...

Olá Sol! Retornando para agradecer a tua visita e amável comentário, assim como desejar uma ótima sexta-feira para ti e para os teus.

Abraços,

Furtado.

PS. Lá no Literatura & Companhia Ilimitada temos a História da Literatura Portuguesa.

7 de novembro de 2014 às 01:46  
Blogger EU disse...

Soneto perfeito e sentido.
Um dia todos seremos anjos...
Bjo, amigo

8 de novembro de 2014 às 17:30  
Anonymous Anónimo disse...

Um dia, todos seremos pó! Mas em quanto por aqui andarmos somos gente que sente amor e ódio, conforme o que a vida nos dá.
Gostei muito
Beijo
F.M.

16 de novembro de 2014 às 21:54  

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