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sábado, 29 de novembro de 2014

Do que eu sinto





Se um dia morreres, eu mato-te!
Esse, é o desespero
De não saber viver
Em tão grande solidão...

Se um dia morreres,
Eu quero sentir-me
Adentro do coração
Que morre nesse momento;
Terei meus olhos furados,
Os meus dias serão negros
E cairei aos bocados
Da lepra que me devora,
Ou da morte que namora
Esse estranho ritual...

Não verei outra razão
Sobrepor-se ao coração.
E nada mais, ou ninguém,
Poderá ser arvorado
Em um Juiz descarado,
Do que eu sinto por alguém.


 

SOL da Esteva

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34 Comentários:

Blogger SOL da Esteva disse...

Estimad@s Amig@s

Na porta de entrada do quinto ano, não posso deixar passar
esta data sem atestar e fazer notar o meu Voto pessoal de
gratidão a cada um dos 660.000 visitantes do "Acordar Sonhando".
Celebrar um Dia assim, apenas me acresce a responsabilidade
de fazer melhor e partilhar a Vida, situada entre
sonhos, realidades e poesia...
Bem hajam todos.

SOL da Esteva
NOV2014

29 de novembro de 2014 às 08:24  
Blogger Bárbara disse...

Bom dia Sol
Você terá muito mais visitantes, pois escreve com elegância e a coerência dos poetas renomados.
Eu jamais morreria por alguém, mas há pessoas que nos matam paulatinamente.
Eu amo suas poesias
Abç
Bárbara

29 de novembro de 2014 às 11:14  
Blogger Manuel disse...

Forte no opernsamente, grande nos sentimentos!
A verdade nas redundancias, torna mais intenso o pensamento do poema.
Como é habitual levamos no pensamento a força de quem ama.
Parabéns pelo reconhecimento desses 660.000 que o vão apreciando.
Um abraço

29 de novembro de 2014 às 13:33  
Blogger António Bernardo disse...

660.000 visita,é obra.
Parabéns.

29 de novembro de 2014 às 17:02  
Blogger manuela barroso disse...

As visitas justificam se Sol, não só pelas belíssimas poesias de que é autor como pelos sentimentos que lemos na pessoa do sujeito poético
Hoje, mais um poema tristemente belo
Fraterno abraço

30 de novembro de 2014 às 00:35  
Blogger Nilson Barcelli disse...

Um sentimento levado ao extremo resulta em actos extremos...
Excelente poema.
Parabéns por tantas visitas. Tu e a tua poesia merecem-no.
Caro amigo, tem um bom domingo e uma boa semana.
Abraço.

30 de novembro de 2014 às 09:54  
Blogger Magia da Inês disse...

·.✿✿ミ
Parabéns!!!
Suas poesias, ainda que tristes, encantam!!!

Boa semana!
Beijinhos do Brasil。♫° ·.
✿⊱

30 de novembro de 2014 às 11:49  
Blogger Célia Rangel disse...

Essa é uma das mais profundas declarações para um grande amor!
Parabéns pelo blog e por seus poemas sempre ternos, místicos e muito verdadeiros!
Abraços.

30 de novembro de 2014 às 12:33  
Blogger António Manuel - Tómanel disse...

Sol!
Que sentido negativo da vida conseguiste transmitir através desta poesia!
Morrer, será a ultima coisa desta vida.
Enquanto estivermos cá na Terra, sempre gostei de viver a vida com amor, por isso vou fazer tudo por tudo para que os meus amores se mantenham vivos.
Gostei destes versos.
Mas também sei que, embora os tenhas escrito, não é esse o teu sentimento. Verdade?
Um abraço cá do Algarve.

30 de novembro de 2014 às 13:08  
Blogger Bárbara disse...

Boa tarde Sol
Estamos passando nesse mundo para purgar os pecados, talvez de vidas passadas, só que cansei de pagar, gostaria de descansar para sempre.
O fardo que nos é dado diferencia um do outro, os que têm sorte pouco sofre. O sofrimento da carne e da alma todos têm, uns com mais e outros com menos intensidade, mas há os momentos bons de querer bem os amigos.
Você é meu amigo
Beijos
Bárbara

30 de novembro de 2014 às 14:46  
Blogger poesia de vieira calado disse...

É um amor à antiga!
Por mim,. não acho mal...
Um forte abraço!

30 de novembro de 2014 às 15:34  
Blogger Gracita disse...

Querido amigo Sol
Parabenizá-lo pela triunfal entrada no quinto ano deste espaço maravilhoso. Tua magistral tessitura poética é a responsável número crescente de leitores que sabem discernir um soberbo trabalho literário emoldurado pelas mãos hábeis deste grande poeta que tu és. Parabéns amigo!

30 de novembro de 2014 às 18:08  
Blogger Gracita disse...

E agora vamos ao poema. Com forte conotação sentimental descreve ainda que de forma triste mas soberba o intenso amor que toma conta deste nobre coração querido poeta. Belíssimo!
Um grande abraço

30 de novembro de 2014 às 18:11  
Blogger Jossara Bes disse...

Querido amigo!
Parabéns!
Sua poesia é encantadora, pois sempre nos faz retornar e ler mais!
Felicidades para você amigo Poeta!

30 de novembro de 2014 às 18:55  
Blogger MARILENE disse...

Sentimentos não podem ser valiados por terceiros. Só quem os tem no coração sabe sua intensidade e a sensação de incapacidade que eventual ausência antecipadamente anuncia.
Parabéns pelos números, Sol, capazes de alegrar quem escreve, pois o maior prazer de quem o faz é saber que é lido. Abraço.

30 de novembro de 2014 às 21:05  
Blogger Rosemildo Sales Furtado disse...

Olá amigo! Mais uma vez aqui me faço presente para apreciar mais um dos teus belos poemas. Adorei a ilustração.

Abraços,

Furtado.

30 de novembro de 2014 às 21:20  
Blogger Labirinto de Emoções disse...

Olá Sol
Parabéns por mais um aniversário. Que ele se repita por muitos para o continuarmos a ler..:-)
Um poema triste, mas muito bonito.
Quando amamos de verdade, e esse amor parte...vai com ele uma parte imensa de nós.
Embora a vida tenha de continuar, quantas vezes desejamos "partir" também...e ao ficarmos, questionamos o verdadeiro sentido da vida!
Um beijinho e boa semana
Teresa

1 de dezembro de 2014 às 02:50  
Blogger Mariangela disse...

Oi Sol, que lindo poema que expressa o medo de perdermos quem amamos verdadeiramente. Resta-nos sabermos aproveitar os momentos bons, tornando-os únicos.
Parabéns amigo, que eu possa presenciar mais um momento como este, e te parabenizar ainda, por muitos e muitos anos!
Beijos,
Mariangela

1 de dezembro de 2014 às 12:03  
Blogger Bárbara disse...

Bom dia Sol
Seu poema triste me entristeceu mais ainda.
Beijos
Bárbara

1 de dezembro de 2014 às 12:51  
Blogger Fá menor disse...

São assim os amores intensos!

Beijinhos

1 de dezembro de 2014 às 15:05  
Blogger Mariazita disse...

Sim, meu caro SOL, ninguém pode ser juiz de ninguém no que aos sentimentos respeita.
O que sentimos por alguém é muito nosso, e em nenhuma circunstância, pode ser julgado por outrem.
Muito lindo este teu poema, apesar de envolto em grande tristeza e até desespero.
Mas um amor forte desencadeia outros sentimentos igualmente fortes.

Uma óptima semana.
Beijinhos
A CASA DA MARIQUINHAS

1 de dezembro de 2014 às 20:12  
Blogger EU disse...

Antes de mais, parabéns! :) :)
Quanto ao poema: acredito que muito de ti, morreria, decerto, pois a ausência do ser amado são machadadas no sentir, amputações que dificilmente (se) regeneram.
Muito bom, Sol.
Meu bjo :)

2 de dezembro de 2014 às 00:54  
Blogger Vera Lúcia disse...

Olá Sol,

Parabéns pelos 660.000 visitantes, que representam o acolhimento e agrado de seus belos escritos poéticos. Sucesso sempre!

O que sentimos é patrimônio nosso e ninguém teria o direito de arvorar-se em julgador do que não conhece em essência.
O poema exala um amor intenso que, ao simples pensar na perda do ser amado, já conduz ao desespero.Grandes amores são assim e não cessam sequer com a morte, pois perduram até na eternidade. Feliz de quem tem a oportunidade de vivenciar um grande amor, ainda que tenha que perdê-lo um dia, já que tudo na vida é temporário. A certeza do reencontro, ao final,é alimento para a dor da ausência.

Feliz semana.

Abraço.

2 de dezembro de 2014 às 17:34  
Blogger Smareis disse...

Parabéns Sol, pela tantas visitas,660.000 visitas, e pelo quinto ano do blog. O "Acordar Sonhando" é um blog que merece estar muitos e muitos anos aqui pra alegrar os leitores. Suas poesias são extremamente maravilhosa e bem construída . És um poeta fantástico e de muitas qualidades.
Parabéns pelo blog!
A poesia é um primor.
Um abraço!

2 de dezembro de 2014 às 20:36  
Blogger Carmem Grinheiro disse...

Boa noite Sol,
Belíssimo e dorido desabafo se sente nesse poema.
A dor da perda, antecipada no coração que ama e que sabe não sobreviver ao passamento de seu amor.

abç amg

2 de dezembro de 2014 às 20:57  
Blogger Teresa Almeida disse...

Caro amigo Sol!
Para mim este é um dos poemas mais belos e intensos que tenho lido de ti. Tem a força do sol que morre no desespero dos dias. Tem a chama da palavra que nunca morrerá!
Parabéns! És fiel a ti mesmo!
Abraço-te.

2 de dezembro de 2014 às 20:57  
Blogger Rosemildo Sales Furtado disse...

Olá Sol! Passando para agradecer a visite e amável comentário, assim como desejar uma bela quarta-feira com muita saúde e paz para ti e para os teus.

Abraços,

Furtado.

3 de dezembro de 2014 às 00:56  
Blogger Pérola disse...

Há pessoas que de tão especiais fazem parte de nós e também morremos um pedaço quando se vão.

Beijinhos

3 de dezembro de 2014 às 11:04  
Blogger Bárbara disse...

Oi Sol
Um poema forte, mas parece um grito de desespero e revolta.
Da medo viver, às vezes é preferível morrer.
Abç
Bárbara

3 de dezembro de 2014 às 12:25  
Blogger Rui - Olhar d'Ouro disse...

O sonho comenda a vida, enquanto houver vida há esperança, por isso há que viver e aproveitar cada minuto, cada momento da melhor forma como se não houvesse próximo!
Abraço

3 de dezembro de 2014 às 15:58  
Blogger Zilani Célia disse...

OI SOL!
NÃO HÁ JUIZ QUE SE ARVORE A JULGAR O AMOR.
LINDO TEU TEXTO.
ABRÇS
http://zilanicelia.blogspot.com.br/

5 de dezembro de 2014 às 23:42  
Blogger Rosemildo Sales Furtado disse...

De volta para dizer que fiquei feliz por teres gostado da baboseira e desejar um final de semana com muita saúde e paz para ti e para os teus.

Abraços,

Furtado.

6 de dezembro de 2014 às 00:48  
Blogger Olinda Melo disse...

Sim, quem poderá ajuizar do sofrimento que alguém sente quando perde o amor da sua vida? O desespero parece o único caminho. Mas, a luz estará ao virar de qualquer esquina, ao fundo de uma estrada qualquer. É isso que, pelo menos, deverá ocupar o pensamento.

Abraço

Olinda

7 de dezembro de 2014 às 00:05  
Blogger Gil Ordonio disse...

Obrigada menino Sol da Esteva pelo comentário que deixaste no meu blog, me senti envaidecida. Passei aqui e li algumas postagens e como sempre, de tudo me agradei. Beijos e até qualquer momento.

10 de dezembro de 2014 às 23:10  

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