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sábado, 23 de agosto de 2014

Inocentes




 


Acabo de encontrar o novo tempo
Que o sonho, tão de perto, sonegou.
Recordo a amargura,
Dias longos
E horas sempre lentas
Na espera ansiada...
Tudo o que passou,
Não foi nada.

Agora,
Regressada, das brumas do silêncio,
Em asas de brancura
Imaculada,
Como magia de Fada,
Cresce a Primavera, na ternura.

... A tanto não chega a Natureza,
Florindo em ramos secos,
Frágeis no desejo,
Quebradiços do gelo que os cobriu,
Que se comparasse a um beijo
Saído dos lábios, inocentes, de Criança,
No Amor, á mãe que nunca viu.

 


 SOL da Esteva

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22 Comentários:

Blogger Paulo Francisco disse...

Às vezes ela demora pra chegar. Mas quando chega... chega iluminando a alma.
Um grande abraço

23 de agosto de 2014 às 10:53  
Blogger ॐ Shirley ॐ disse...

O novo tempo chegou, pleno de amor e paz...
Sol, grande beijo!

23 de agosto de 2014 às 12:07  
Blogger M D Roque disse...

Até a morte é renovação e renascimento, sol. Venha a luz e a beleza que o tempo tardou em trazer.
Abraço

23 de agosto de 2014 às 14:10  
Blogger São disse...

A Natureza renova-se sempre e o Tempo, como diziam os Maias, é cíclico...

Bom fim de semana :)

23 de agosto de 2014 às 16:31  
Blogger Mariangela disse...

Que a luz deste amor seja plena... na alma e no coração.
Lindo e emocionante poema.
Beijos
Mariangela



















































23 de agosto de 2014 às 19:23  
Blogger Janita disse...

Querido amigo SOL.

Deixa-me, antes de mais e me esqueça, como habitualmente, dizer-te o quanto acho lindas estas imagens que não sei como as consegues. Umas notam-se que são fotografias e outras serão também, mas com um 'tratamento' especial.
Só pode!

Que lindo e sentido o belo poema. Tão grande é essa ternura que nem a Mãe Natureza a consegue igualar em magia e florescimento primaveril.
Grande é o teu sentir e o teu talento de poeta sonhador!

Um grande beijo de enorme amizade.

Janita

23 de agosto de 2014 às 21:55  
Blogger Célia Rangel disse...

É reconfortante o renascer da primavera em nosso interior... Regozijemos agradecidos, diante dessa maravilha que Deus nos concede!
Abraços.

23 de agosto de 2014 às 23:57  
Blogger Rosemildo Sales Furtado disse...

Lindo e profundo o teu poema, com ênfase para e estrofe abaixo:

... A tanto não chega a Natureza,
Florindo em ramos secos,
Frágeis no desejo,
Quebradiços do gelo que os cobriu,
Que se comparasse a um beijo
Saído dos lábios, inocentes, de Criança,
No Amor, á mãe que nunca viu.

Abraços,

Furtado.

24 de agosto de 2014 às 00:32  
Blogger EU disse...

E em novo tempo escreveste um poema de hino à natureza!
Gostei imenso, Sol.
Bjo :)

24 de agosto de 2014 às 00:47  
Anonymous Helena disse...

São belos os teus poemas! Dessa beleza que faz emergir em nós as recordações mais profundas e nos leva a desejar ter escrito tão contundentes versos. Também as fotos traduzem no teu olhar a beleza que se adivinha na tua alma.
Um belo recanto tens aqui! Se permitires, voltarei!
Deixo-te uma estrela e um sorriso, com carinho.
Helena

24 de agosto de 2014 às 00:52  
Blogger António Manuel - Tómanel disse...

Extraordinariamente belo este teu poema.
Uma flor, uma criança, a inocência e a esperança complementam-se com a selagem de um beijo.
Bela também é a natureza com todos estes ingredientes.
Um abraço cá do Algarve.

24 de agosto de 2014 às 12:28  
Blogger Evanir disse...

Meu amigo Sol.
Falar dos seus poemas é fácil demais depois de alguns anos
convivendo nessa amizade linda que se formou entre nós.
Por isso amigo um dia enviei meu livro só assim
poderia conhecer um pouco mais dessa pessoa que muitas vezes tristemente
falo da dor .
Outras das poucas alegrias que vida me proporciona.
A diferença entre meu sofrer se torna um leve farto diante da Cruz de Jesus.
Sol..Obrigada pelo voto da uma passada no meu blog.
Louvo a Deus por ter pessoas que realmente
me conhece e sabe quem sou.
Obrigada amigo para dizer a verdade obrigada Portugal
formam varios amigos e amigas isso se
conquista com anos de carinho e ternura.
Feliz semana querido amigo beijos até sempre.
Evanir.

24 de agosto de 2014 às 22:07  
Blogger Dorli disse...

Oi Sol,
Ficou linda a sua mistura de neve com flores, criança, beijo. Tudo somado para a chegada da primavera, onde a beleza não acontece só os campos floridos, mas também dentro do coração.
Beijos no coração
Lua Singular

25 de agosto de 2014 às 01:26  
Blogger Olinda Melo disse...


Poema de esperança. Um renascimento para a vida e para o amor.
Que haja sempre no nosso peito o desejo de ir mais além na disponibilidade
de nos darmos uns aos outros. O amor e a amizade, plantas que podem florir
todo o ano, a todas as horas.

Abraço, Sol.

Olinda

25 de agosto de 2014 às 09:06  
Blogger MARILENE disse...

Para a natureza sempre haverá um novo tempo, florido e perfumado. Podem cair as folhas que o tronco permanece forte, à espera. Você deu um toque especial ao poema, falando de criança e inocência. Abraço.

26 de agosto de 2014 às 02:36  
Blogger LUCONI MARCIA MARIA disse...

Uma bela analogia, tempos passados trazendo o futuro que renasce através da primavera e da inocência de uma criança, você sempre fala com a tua alma que é por demais bela, abraços Luconi

26 de agosto de 2014 às 03:53  
Blogger Fá menor disse...

Nada como a inocência!
Bjinhos

26 de agosto de 2014 às 12:29  
Blogger Tunin disse...

Queria ser sempre como uma criança, onde a inocência impera.Belo texto!
Abração.

26 de agosto de 2014 às 20:11  
Blogger Rosemildo Sales Furtado disse...

Olá amigo! Passando para te cumprimentar e desejar uma ótima quarta-feira para ti e para os teus.

Abraços,

Furtado.

26 de agosto de 2014 às 21:42  
Blogger Manuel disse...

No amor, à mãe que nunca viu.
Neste verso encerras um mundo, um universo de toda a inocência.
Levo um travo de amargura.
Um abraço

28 de agosto de 2014 às 20:34  
Blogger EU disse...

Quando um novo tempo chega, tudo o resto se esvai. Belo!
Bjo, Sol :)

6 de setembro de 2014 às 00:34  
Blogger vendedor de ilusão disse...

Olá caro Poeta!
Voltei para lhe agradecer pela visita e pelo comentário, todavia, eu insisto: dê-me a honra e participe do evento. Envie a mim sua criação; essa por exemplo. Achei o "Inocente" um poema simplesmente divino... Se não lhe parecer atrevimento e facilitar eu proponho copiá-lo. O que me diz?

11 de setembro de 2014 às 13:28  

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