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sábado, 5 de abril de 2014

Não pode renascer






Vida? Viver? Porquê a ilusão
Dum sonho que se esvai a cada hora?
Eu não posso deixar que o coração
Se feche no Amor, que por lá mora.

Será que as palavras, e o pão,
Conseguem sustentar um Ser que chora
De fome e sede, de Amor e de Paixão,
Enquanto a sua Alma se enamora?

Se a Vida é pouca coisa, por que valha
Lutar, desisto! Morro nesta malha
Que envolve lentamente o meu viver.  

Sei que, este amar, vale toda a dor;
Desejo que, uma voz, grite com ardor
E acorde quem não pode renascer.
 



 

SOL da Esteva

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23 Comentários:

Blogger Olinda Melo disse...

Renascer... Há sempre um tempo para o renascimento, para a renovação, para o despertar, com o coração repleto de novas esperanças. É a fé em nós que nos faz acordar para a vida, tendo as palavras por alimento, pois, 'nem só do pão vive o Homem...'

Grande poema, forte na sua inspiração, Amigo Sol.

Bom fim de semana.

Abraço

Olinda

5 de abril de 2014 às 10:09  
Anonymous Anónimo disse...

Esta maravilhoso! muito expressivo, muito definido, muito gritante!
e...é uma forma de alívio-
Adorei amigo.
obrigada.
Um beijo.
F.M.

5 de abril de 2014 às 14:47  
Blogger eduardo maria nunes disse...

Qual é a justificação!
Não pode renascer
Porque viver é ilusão
Pior é ter de morrer!

Responder, não sei não!
Se sustentam as palavras
Com fome para comer não tem pão
Quando se chora dos olhos saem lágrimas!

Lindos versos, belo poema!
Para a gente ainda ler
Porque lhe deu o tema
A vida é bela para se viver!

Bom fim de semana para você,
amigo Sol da Esteva, um abraço.
Eduardo.

5 de abril de 2014 às 18:54  
Blogger Célia Rangel disse...

Quando a alma se enamora a vida renasce...
Lindo 'poemar' e declarar a razão de se amar...
Abraços.

5 de abril de 2014 às 19:21  
Blogger lis disse...

Sua poesia sempre pulsante, declarada e sublime.
'Amar ,vale toda a dor', certamente!
abraço Sol

6 de abril de 2014 às 01:07  
Blogger Maria Rodrigues disse...

Que esse amor tão pleno e intenso perdure até ao final dos tempos.
Como sempre um poema maravilhoso.
Beijinhos
Maria

6 de abril de 2014 às 14:42  
Blogger António Manuel - Tómanel disse...

Ó Sol da Esteva!
Há uma coisa que nos consola, é que o vento que leva o que amamos é o mesmo vento que traz coisas que aprendemos a amar.
Um abraço cá do Algarve.

6 de abril de 2014 às 22:55  
Blogger Lúcia Bezerra de Paiva disse...

O Amor sempre presente, na poesia que é a Vida presente...
Um beijo, SOL,
da Lúcia

7 de abril de 2014 às 00:42  
Blogger Lilá(s) disse...

Muito forte a inspiração do poeta! Lindo!
Bjs

7 de abril de 2014 às 23:52  
Blogger helia disse...

Nunca se deve deixar de Amar , porque com Amor a Vida é mais bela ! É triste viver sem Amor, mesmo que o Amor por vezes nos faça sofrer !

8 de abril de 2014 às 14:33  
Blogger Evanir disse...

Meu Amigo Sol.
A alguns dias postei um dos seus poemas
muitas vezes sinto saudades de você.
O tempo passa com ele a vida também se esvai
escapando entre os dedos.
Obrigada por nos brindar com seus poemas.
Um abraço carinhoso sua amiga sempre,Evanir.

8 de abril de 2014 às 21:16  
Blogger Jossara Bes disse...

Querido Amigo, Sol!
Posso sentir o perfume de suas palavras, pois o amor
é flor na manhã molhada de orvalho!
E o perfume do amor tem asas de borboletas e vai onde precisa ir!
Felicidades, querido Poeta!
Beijos!

8 de abril de 2014 às 22:49  
Blogger Patrícia Pinna disse...

Boa noite, Sol.
O amor sempre será sustentado por ações e palavras, por mais que exista algum tipo de dor no semblante, que a voz na hora não cante, o que soa para nós é a essência grata de felicidade.
Sempre vale a pena viver amando, seja de que jeito for, a luz sempre dará vazão no final de tudo.
Tenha uma excelente semana de paz!
Beijos na alma e paz!
Saudades!

8 de abril de 2014 às 23:02  
Blogger São disse...

Um poema muito forte, muito sentido...mas que nunca desistas de viver!


Bons sonhos

9 de abril de 2014 às 01:03  
Blogger © Piedade Araújo Sol disse...

um soneto com um certo desalento e muita nostalgia.

deixo um abraço

:(

9 de abril de 2014 às 16:02  
Blogger Manuel Luis disse...

Que seja assim e que dure toda a vida.
Abraço

9 de abril de 2014 às 16:50  
Blogger Patrícia Pinna disse...

Sol, voltando para te fazer um convite. Estou colaborando no blog "O Refúgio das Origens".
Um espaço que não sei se conhece, mas reúne excelentes escritores.
Gostaria de ter a honra da sua visita e comentário.
Posto por lá todos os dias 09 e 23 de cada mês!
Tem as poesias de março e a de hoje.

http://refugio-origens.blogspot.com.br/2014/04/intenso-abandono.html

Obrigada pelo carinho ofertado!
Tudo de bom!
Beijos na alma!

9 de abril de 2014 às 17:01  
Blogger eduardo maria nunes disse...

Com saudades chorai!
Não deixai a liberdade
Antes de ser realidade
Um sonho que se esvai!

Um abraço.

9 de abril de 2014 às 21:45  
Blogger fus disse...

Impresionante poema lleno de sensualidad y amor.

un abrazo

fus

10 de abril de 2014 às 00:20  
Blogger Gracita Fraga disse...

Olá amigo Sol
Que todos possam ouvir este grito e renasçam para o amor. belo poema.
Tenha um dia iluminado coroado de bênçãos
Obrigada por sua amável companhia no meu novo espaço
Tenho grande admiração por ti amado poeta
Beijos no coração
Gracita

10 de abril de 2014 às 13:04  
Blogger Evanir disse...

Meu Querido Amigo Sol.
Que a esperança possa renascer a cada manhã ,
que o Sol brilhe no horizonte .
Que a vida seja menos dorosa em
alguns momentos da vida.
A tanto tempo venho nesse cantinho onde aprendi
a lutar pela vida e meus ideais.
Uns 3 anos acredito que começou entre
nós uma linda amizade.
A quase 3 anos postei no meu blog a primeira
poesia sua grande amigo poeta.
Que o bondoso Deus lhe abençoe com saúde meu amigo
aqui estou lutando pelo mesmo objetivo.
Um abraço com carinho.Evanir.

10 de abril de 2014 às 19:31  
Blogger manuela barroso disse...

Maravilha de soneto!
Escorre com uma tal suavidade que o espartilho das rimas não são entrave
para a perfeição
Beijinho, Sol!

11 de abril de 2014 às 01:43  
Blogger Dorli disse...

Oi Sol
Um soneto em forma de clamor.
Dependendo do caso a gente " morre" no meio d'uma multidão, ela não nos vê e ainda pisa por cima. A vida é assim, somos enaltecidos enquanto há o interesse, fora isso nos enterram vivos.
Beijos
Lua Singular

13 de abril de 2014 às 19:05  

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