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sábado, 18 de maio de 2013

Nostalgia








 
Eu quero acabar com a esperança
Que a ti me liga, intimamente,
E toda a ilusão dessa lembrança,
A trarei guardada eternamente.

Serás, porventura, mais segura
Numa eloquente posição;
Porque o meu Amor dura e perdura,
Mesmo que se feche o coração.

Enquanto vagueies pelo mundo,
Sofrerei a tua liberdade.
...Assim me encerrei, tal cofre-forte,

Trancando, o Amor, no mais profundo,
Lembrando, apenas, a amizade
E a nostalgia duma morte...



SOL da Esteva

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21 Comentários:

Blogger edumanes disse...

Acabar com a esperança nunca
Essa é a última a morrer
Quando se faz uma pergunta
Espera-se resposta receber.

Até aqui vim andando
Na esperança deste seu poema ler
Depois de o fazer vou andando
Enquanto a esperança viver!

Bom fim de semana e um abraço
para você, amigo Sol da Esteva.
Eduardo.

18 de maio de 2013 às 11:36  
Blogger António Manuel - Tómanel disse...

Enquanto a tua esperança vagueia pelo Alem, fica o meu amigo cá embaixo à espera de algo confortante, acho eu, seja a pessoa amada... ela, pacientemente, espera por ti.
Um abraço cá deste meu Algarve.

18 de maio de 2013 às 12:19  
Blogger Fred Caju disse...

nada como mortes nostálgicas.

18 de maio de 2013 às 14:14  
Blogger Célia Rangel disse...

Amor eternizado, ainda que sofrido, caminha conosco sempre.
[ ] Célia.

18 de maio de 2013 às 14:21  
Blogger Magia da Inês disse...

Bela poesia como sempre.
Bom fim de semana!
°º✿✿ Beijinhos do Brasil
°º✿
º° ✿✿° ·.

18 de maio de 2013 às 14:58  
Blogger Sandra Subtil disse...

Tristemente belo!

beijinho, amigo

18 de maio de 2013 às 16:37  
Blogger Rita disse...

Vir aqui é ler e parabenizar belo belo
que existe, lindo poema
Deixo um abraço de bom final de semana
Bjuss
Rita!!!

18 de maio de 2013 às 16:49  
Blogger Mariangela disse...

Querido amigo...mesmo sofrendo tanto por esse amor,
e que ele seja tão fortemente guardado em seu coração...
jamais deixará de sentir uma pontinha de esperança!
Lindo Sol, como sempre!!!
Beijos
Mariangela

18 de maio de 2013 às 23:45  
Blogger Carolina disse...

Nostalgia perfumada, alegria eclipsada do um tempo melhor...
Boa noite com muita inspiracao e um abraco para voce, amigo Sol.

19 de maio de 2013 às 01:09  
Blogger Nilson Barcelli disse...

Nostálgico, mas romântico.
E excelente, como sempre são os teus sonetos.
Bom domingo e boa semana, caro amigo.
Abraço.

19 de maio de 2013 às 11:04  
Blogger Maria Rodrigues disse...

A nostágia de um belo soneto que vem de encontro à nostálgia da minha vida.
Bom domingo
Beijinhos
Maria

19 de maio de 2013 às 16:27  
Blogger Dorli disse...

Oi Sol,
É melhor enterrar esse amor que brinca com seus sentimentos, pois amor é cumplicidade.
Nostalgia é alimento para o sofrimento.
Beijos
Lua Singular

19 de maio de 2013 às 23:55  
Blogger Jossara Bes disse...

Oi Sol!

Linda poesia!
As lembranças que habitam os silencios de nosso coração,
são um acalento,uma caricia.Muitas vezes, "um reviver"!
Beijos, Poeta!

20 de maio de 2013 às 12:49  
Blogger manuela barroso disse...

Uma terna nostalgia que se deita no regaço como esse pôr lindo do sol.
Só o SOL é capaz de tais maravilhas: dois poentes numa só cor
Belo querido amigo
Fraterno abraço

20 de maio de 2013 às 23:15  
Blogger ONG ALERTA disse...

O amor sempre trás recordações, abraço Lisette.

20 de maio de 2013 às 23:32  
Blogger Aleatoriamente disse...

Intenso e belo.
A poesia encanta com fios de amor a sua volta.
Belo poema amigo.

Beijinho

22 de maio de 2013 às 00:16  
Blogger Fa menor disse...

O amor anda muitas vezes de mãos dadas com a amizade, outras vezes disfarçado dela, e outras um leve fio de seda os separa...

Bjinhs

22 de maio de 2013 às 14:27  
Blogger Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Solamigo

Continuas no soneto e quero acompanhar-te, mas não posso acompanhar-te porque és um gajo bué de fixe! Por isso fica abaixo um arremedo de soneto...

Tu dizes que queres acabar com a esperança
que desejo mórbido meu caro e bom Amigo
Fazes um voto de te recordares sem tardança
Daí que saibas bem que eu te sigo

Creio assim que a vida rola e rebola
num universo enorme e belo e infinito
coberto de brilhantes e duma estola
como se solta um gigantesco grito

Dou-me conta que a vida não é eterna
revolto-me, mas vivo desta maneira
ajoelho sem rezar mas com verdade

Um dia voltarei pois que tudo encerra
num sábado, domingo, numa sexta-feira
porque ando a caminho da terceira idade

Pronto, já está. Mal, mas acabei, uff. Desejo que na nossa Travessa faças um comentário sobre o engraxador anavalhado. E quiçá respondas ao PASSATEMPO/CONCURSO. Muito obrigado

Abç

Henrique

22 de maio de 2013 às 20:17  
Blogger Manuel disse...

Por uns tempos andei fora, voltei e encantei-me com todos os sonetos que tinha perdido.
Fazia-me falta ente encanto, este eterno enamorado que canta o amor de forma tão intensa.
Um abraço

22 de maio de 2013 às 22:11  
Blogger Nilson Barcelli disse...

Os teus sonetos são sempre perfeitos e muito bons.
Este não foge à regra.
Gostei muito.
Um abraço e bom fim-de-semana.

24 de maio de 2013 às 18:24  
Anonymous Anónimo disse...

Não consigo comentar a desesperança, amigo!
É preciso entender os motivos.
E quem consegue entrar na alma do poeta?

Espero um soneto luminoso, onde a alegria reine.

Beijinho

F.M.

28 de maio de 2013 às 19:22  

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