Manjar celeste
Não há como o silêncio da Alma
Para se Meditar no que passa,
Porque por muito que tente ou faça,
Apenas esse silêncio acalma.
Tenho os dias contados, sei bem
E com isso me afasto do mal.
O destino sempre é desigual.
A meta do fim, é o que me tem.
Num Amor, em chama sempre viva,
Eu me ilumino e acalento
E derreto o gelo da tristeza.
Ele é sempre intenso e se aviva
Como precioso alimento
No manjar celeste desta mesa.
SOL da Esteva
Etiquetas: Manjar celeste, Poesia da Vida, Sonetos



4 Comentários:
Qué belleza de reflexión. El silencio del alma es, sin duda, el único refugio donde encontramos las respuestas verdaderas. Gracias por recordarnos que, ante lo inevitable del destino, ese 'Amor de llama viva' es lo que realmente nos sostiene y nos da luz. Un festín para el espíritu leerte hoy.
Un abrazo de bendiciones amigo.
Mari
Muito lindo,esse manjar todos precisamos! abraços, lindo fim de semana! chica
Olá, Caro amigo Sol da Esteva
Este lindo manjar acalenta as nossas tristezas
do quotidiano, afastando-nos do mal.
Um belo soneto que aqui encontro e do qual
gostei imenso.
Grande abraço
Olinda
Nel silenzio dell’anima si trova spesso la forza più grande: quella che scioglie la tristezza e custodisce l’amore.
Buon fine settimana
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