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sábado, 31 de janeiro de 2026

Ruídos sociais

 

 

O que eu sinto por dentro,
Está, na verdade, cá fora,
Porque não me sinto o centro 
Quando a minha Alma chora.

Jamais temi o vazio
E tampouco o alagado.
Sossego, é desafio 
Do meu silêncio dourado.
 
Sobram, além da tristeza,
A pouca mobilidade
Que empobrece a beleza, 

Os ruídos sociais
E o demais, na verdade,
Não deixa melhores sinais.
 
 

SOL da Esteva

M
T
G
Y
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17 Comentários:

Blogger La Gata Coqueta disse...

Tu poema se siente muy honesto y profundo. Transmite esa lucha entre lo que se vive por dentro y lo que se muestra afuera, con imágenes muy fuertes y llenas de sensibilidad. Invita a leer despacio, a reflexionar y a conectar con emociones que a veces cuesta poner en palabras. Gracias por compartir algo tan íntimo a través de tus versos.

Un fuerte abrazo
y un feliz fin de semana amigo.

Mari

31 de janeiro de 2026 às 08:33  
Blogger Roselia Bezerra disse...

Amigo Sol da Esteva, bom sábado de Paz!
"... me sinto o centro
Quando a minha Alma chora."
Um poema de grande intensidade.
É preciso ser intenso para sentor a vida silenciosa em meio aos ruidos exterior.
Tenha um final de semana abençoado!
Abraços fraternos

31 de janeiro de 2026 às 08:48  
Blogger chica disse...

Lindo ! Saibamos conviver com os ruídos sociais sem deixá-los interferir e atrapalhar nosso silêncio interior! abraços, chica

31 de janeiro de 2026 às 09:48  
Blogger Lucimar da Silva Moreira disse...

Temos que saber viver com os ruídos sociais pra não tirar o nosso sossego, Sol da Esteva bom final de semana abraços.

31 de janeiro de 2026 às 11:59  
Blogger silvia de angelis disse...

Versi intensi che fanno vibrare il silenzio interiore, mescolando sogni, realtà e la malinconia dei rumori sociali.
Buon fine settimana

31 de janeiro de 2026 às 14:12  
Blogger Jose Ramon Santana Vazquez disse...

--- Ruidos sociales -----
Cruces de obligación
tibieza orfandad
brisalero rosal
al poeta tristeza
llena asido nidal
hiedra frialdad
…Entre fogones
florida retuve,
y mantuve
lóbrego boscaje
hecho oraciones.
Eras atajo
destajo,
falso tajo
de cada gajo.
que sin forma
informa
rudo consuelo
y halago bélico.
Lúgubre mella
perezosa sombra,
su soda olorosa.
Tunante faz
antifaz, capataz
hecho estrago
visir de acero
y mar sin remar
son por sedar.
Vil brizna
que oro bogué
remusgo azogue.
Mi calma tacón
mi sueño peleón
que me arrienda:
¡ paraíso ! incapaz
harpa hipar
al desarrapar
felina dentuda
red por sudar.
Señorial insula
que oasis añora
oyendo campanas
cual libertad
Sol Da Esteva
hecha al replicar
doliente aflicción
su alma lava
fuentes bullir
crepúsculo claridad
un mundo limpio
soñando vivo chillar
corazones ya estrellas
serenas y bellas
tan siquiera templar
llanto amarillo
reposado lirio
invierno vuelto
irisada fragancia
azulada gracia
sangre sin codicia
y bucólico amar
solazada humanidad…

Con todo mi afecto querido
Amigo Sol Da Esteva ,tuyo .jr.

31 de janeiro de 2026 às 15:27  
Blogger Jose Ramon Santana Vazquez disse...

--- Ruidos sociales -----
Cruces de obligación
tibieza orfandad
brisalero rosal
al poeta tristeza
llena asido nidal
hiedra frialdad
…Entre fogones
florida retuve,
y mantuve
lóbrego boscaje
hecho oraciones.
Mi calma tacón
mi sueño peleón
que me arrienda:
¡ paraíso ! incapaz
harpa hipar
al desarrapar
felina dentuda
red por sudar.
Señorial insula
que oasis añora
oyendo campanas
cual libertad
Sol Da Esteva
hecha al replicar
doliente aflicción
su alma lava
fuentes bullir
crepúsculo claridad
un mundo limpio
soñando vivo chillar
corazones ya estrellas
serenas y bellas
tan siquiera templar
llanto amarillo
reposado lirio
invierno vuelto
irisada fragancia
azulada gracia
sangre sin codicia
y bucólico amar
solazada humanidad…

Con todo mi afecto querido
Amigo Sol Da Esteva ,tuyo .jr.

31 de janeiro de 2026 às 15:32  
Blogger Bandys disse...

Olá, Sol de Esteva,
"Os ruídos sociais
E o demais, na verdade,
Não deixa melhores sinais."
Conviver e aprender que todos os momentos
são passageiros. As dores principalmente.
Belo poema,
Feliz sábado

31 de janeiro de 2026 às 18:05  
Blogger morfeas disse...

Φαίνεται πως περιγράφεις μια κατάσταση αποστασιοποίησης ή «έκστασης», όπου ο εσωτερικός πόνος μετατοπίζεται στο περιβάλλον για να γίνει υποφερτός. Όταν η «ψυχή κλαίει» αλλά εσύ δεν νιώθεις το κέντρο, ίσως βιώνεις αυτό που η ψυχολογία ονομάζει αποπροσωποποίηση, μια άμυνα απέναντι στην ένταση.
Η «χρυσή σιωπή» και η αποδοχή του κενού υποδηλώνουν μια βαθιά πνευματική αντοχή, όμως η «περιορισμένη κινητικότητα» που αναφέρεις είναι το κλειδί: η θλίψη συχνά παγώνει το σώμα και την ορμή, αφαιρώντας το «χρώμα» από την εμπειρία της ζωής.

31 de janeiro de 2026 às 20:47  
Blogger J.P. Alexander disse...

A veces uno necesita soledad. Te mando un beso.

31 de janeiro de 2026 às 23:26  
Blogger São disse...

Gostei da foto.

Do poema também.

Abraço, bom Fevereiro.

1 de fevereiro de 2026 às 13:05  
Blogger Ana Lucia Nicolau disse...

que poema maravilhoso que mostra, com muita habilidade de escrita, as expectativas de alguém ...abraços!

1 de fevereiro de 2026 às 17:25  
Blogger Lucinalva disse...

Bom dia, Sol
Poema reflexivo. O mal-entendido nas relações sociais cria dificuldades, resultando em conflitos. Que a amabilidade sempre esteja presente nas decisões. Um forte abraço.

2 de fevereiro de 2026 às 11:24  
Blogger Jaime Portela disse...

E há cada vez mais sinais no ar que não pressagiam nada de bom.
Excelente soneto.
Boa semana.
Um abraço.

2 de fevereiro de 2026 às 12:36  
Blogger Juvenal Nunes disse...

Estamos todos integrados na sociedade.
Dos ruídos sociais somos todos testemunhas e atores em grande parte do tempo.
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes

3 de fevereiro de 2026 às 13:52  
Blogger Olavo Marques disse...

Olá talentoso SOL da Esteva! Fantástica essa ideia de a alma chorar cá fora, como se o sentir já não coubesse só por dentro. Mais um poema em que fez jus ao seu talento! Abraços 🤗

4 de fevereiro de 2026 às 16:54  
Blogger Sonya Azevedo disse...

Bom dia, poeta, ruídos sociais são muitas vezes incômodos, mas temos que aprender a conviver. Belo soneto e inspiração. Luz e paz. Abs

5 de fevereiro de 2026 às 16:22  

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