No Amor
O Amor escorre-me na Alma
E deixa um bom rasto de alegria.
Até a perturbação acalma
Dos tropeços vindos cada dia.
E ainda, após as madrugadas
Em que o Sol abrasa o corpo inteiro,
Ele assoma, em doces lufadas,
Refrescando o Amor primeiro.
E as lembranças, doces como o mel,
Acordam esta alma que me tem.
As amarguras ser-me-ão por fel
Salpicando o amor seguro.
O horizonte é meta. Ninguém
Deve, no Amor, ser imaturo.
SOL da Esteva
Etiquetas: No Amor, Poesia da Vida, Poesia de Amor, Sonetos



4 Comentários:
Tu poesía vuelve a recordarnos que el amor, cuando nace del alma, tiene la fuerza de aliviar las heridas, refrescar los recuerdos y guiarnos hacia un horizonte de esperanza. Me ha encantado la delicadeza de tus imágenes y la serenidad con la que transmites que el verdadero amor también es aprendizaje y madurez. Gracias, querido amigo, por regalarnos cada semana un pedacito de tu sensibilidad y de tu inspiración. Siempre es un placer leerte.
Un fuerte abrazo
Mari
Bom dia, Sol
Lindo poema e a imagem é muito fofinha. O amor sempre transborda de alegria. Um forte abraço.
Adorei o ursinho, tão amado pelas crianças desde pequeninas. Tua poesia linda!
abraços, ótimo fds! c,ica
O amor transforma tudo sempre trás coisas boas, Sol da Esteva bom final de semana abraços.
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