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sábado, 4 de setembro de 2021

Povo pequeno

                                                   © SOL da Esteva - Acordar Sonhando
   
 


Não esqueçam a Alma do Mar
Como essência no gerar da Vida.
Filhos do Mar sempre irão sonhar
A Memória que não foi perdida.

Além, lagos da imensidão  
Feitos pelos Mares que nos enlaçam,
Voga a Alma presa ao coração
Para guardar os tempos que passam.

Tal orgulho, num Mar Português,
Se reflecte em Almas marinheiras                       
Que venceram todas as barreiras

Para se contar: "era uma vez"
Um Povo pequeno que se ergueu
Para desvendar o Mar e o Céu.
 
 
   
SOL da Esteva

 

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21 Comentários:

Blogger " R y k @ r d o " disse...

Soneto lindíssimo. Deixo o meu mais eloquente apreço e elogio.
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Feliz fim-de-semana.
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Pensamentos e Devaneios Poéticos
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4 de setembro de 2021 às 10:52  
Blogger chica disse...

Lindíssimo mais esse soneto! Gostei muito! abraços, ótimo dia! chica

4 de setembro de 2021 às 11:07  
Blogger La Gata Coqueta disse...

El mar tiene vida y los que se mecen en sus aguas son aguerridos personajes de alma y corazón.

“Inicia esta mañana componiendo una melodía con notas amables, la intensidad de una sonrisa, el dulce timbre de tu saludo afectuoso y utilizando la llave de tu corazón”.

Un abrazo
y un feliz fin de semana estimado amigo!

Mari

4 de setembro de 2021 às 13:01  
Blogger SARA disse...

Muito bonito tudo o que fala de mar e marinheiros para mim é algo que me toca muito pois o meu primeiro amor ele era marinheiro e morreu ao cair do barco foi muito difícil vencer tudo isso pois eu só tinha 23 anos um bjo e um lindo fim de semana.

4 de setembro de 2021 às 13:14  
Blogger São disse...

Também me orgulho da saga marinheira dos nossos antepassados, tão bem celebrados neste poema!

Bom fim de semana, abraço :)

4 de setembro de 2021 às 14:34  
Blogger Paula disse...

Wow, como eu tenho saudades do mar. O mar de Portugal 'e diferente e unico do mar de qualquer outro sitio...

4 de setembro de 2021 às 18:44  
Blogger Cidália Ferreira disse...

Que poema fascinante que amei ler!:)) Obrigada pela partilha :)
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Bom fim de semana. Aqui ou além 🌻
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Beijos, e um excelente fim de semana.

4 de setembro de 2021 às 21:08  
Blogger Dalva Rodrigues disse...

Muito bonito, Sol, um grande povo e certamente belo para bela inspiração!
Abraço, bom fim de semana!

4 de setembro de 2021 às 21:50  
Blogger lua singular disse...

Lindo Sol
Se eu for numa guerra, morro em cinco minutos, não irei enxergar nem o fuzil.kkk
Você foi, lutou e voltou. És um herói sortudo!
Beijos no coração
Lua Singular

4 de setembro de 2021 às 22:52  
Blogger Vera Luiza SVaz - maudepoesia.blogspot.com disse...

Mar de águas não separa mar de abraços... Amei ler o teu mar... Abraço desde o sul do mar brasileiro!

5 de setembro de 2021 às 15:24  
Blogger Maria Rodrigues disse...

Fomos sim, um povo pequeno mas corajoso, que conseguiu vencer tantos obstáculos.
Maravilhoso soneto
Beijinhos

5 de setembro de 2021 às 21:37  
Blogger Juvenal Nunes disse...

Belo poema, que engrandece o povo português que sendo pequeno soube enfrentar a adversidade «mais do que prometia a força humana».
Abraço amigo.
Juvenal Nunes

6 de setembro de 2021 às 07:26  
Blogger Mum disse...

Fomos nós sempre os Primeiros!!! Assim diz a bela canção!!!

6 de setembro de 2021 às 13:38  
Blogger Sinval Santos da Silveira disse...

Poeta SOL DA ESTEVA !
Tão grande quanto os mares, é a nobreza
do teu Povo, que e o mesmo que forma a
minha Pátria ! Belíssmo Poema e emocionante
ilustração !
Parabéns e um fraterno abraço, aqui do Brasil !
Sinval.

6 de setembro de 2021 às 15:38  
Blogger Teresa Isabel Silva disse...

Bonita homenagem!

Bjxxx
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7 de setembro de 2021 às 20:18  
Blogger madrugadas disse...

Memorias que os oceanos modernos tentam denegrir e apagar.
Os nossos antepassados conseguiram levar aos quatro cantos do mundo a Fé, a língua e a cultura lusitana. Perdemos tudo mas a língua e a Fé Cristã continuam a unir-nos como um povo único e universal.

8 de setembro de 2021 às 15:46  
Blogger Beatriz Pin disse...

Un povo pequeno mas gran navegador, bem merece iste soneto, escrito con amor.
Abraço

9 de setembro de 2021 às 12:17  
Blogger Fá menor disse...

Muito bonito!
Mas parece que hoje, cada vez mais, as pessoas esquecem a História e a renegam.
Continue assim a versejar a alma de um povo.
Beijinhos

9 de setembro de 2021 às 15:13  
Blogger Olinda Melo disse...

Povo Pequeno, Alma Grande!
E di-lo tão bem neste belo Soneto,
Sol da Esteva.

Esse Mar Português, salgado, imenso:
"Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar..."

Adorei, meu amigo, o ter trazido essses feitos memoráveis
que, no entanto, se vão perdendo no tempo.

Grande abraço.
Olinda

10 de setembro de 2021 às 09:20  
Blogger Roselia Bezerra disse...

Filhos do Mar sempre irão sonhar
A Memória que não foi perdida.

Bom dia de sábado, amigo Sol da Esteva!
Um lindo poema e me identifico com ser filha do mar.
Tenha um final de semana abençoado!
Abraços fraternos de paz e bem

11 de setembro de 2021 às 14:16  
Blogger SILO LÍRICO - Poemas, Contos, Crônicas e outros textos literários. disse...

Dois poemas deslumbrantes
E a imagem espetacular
De um veleiro ao mar
Mar de todos navegantes
Que fizeram-se em águas antes
Dos grandes descobrimentos.
Amigo, os meus sentimentos
São de uma alma marinheira
Nascida do mar à beira
Ouvido seus movimentos.

Parabéns pela bela postagem. Abraço fraterno. Laerte.

17 de setembro de 2021 às 21:42  

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