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sábado, 28 de maio de 2016

Amizade



 

Dei-me na sinceridade,
Sem pesar o quanto dei.
Todos souberam, eu sei,
Ser a minha identidade.

Lembra o velho e lembra o novo
Esse Bem que não tem preço.
Algumas vezes, careço
De escutar a Voz do Povo:

"Faze bem sem, ver a quem".
Fazer bem, é uma Graça,
Como a inveja é desgraça.

É no altivo desdém,
Que o ego e a vaidade
Apagam toda a Amizade.


SOL da Esteva

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23 Comentários:

Blogger Luis Coelho disse...

Palavras novas de conselhos sempre vivos.
Gostei porque é bom recordar.

28 de maio de 2016 às 08:12  
Blogger Gracita disse...

Belas e sábias palavras caro amigo
O que destrói uma linda amizade é a inveja e maledicência
O soneto é fantástico
Tenha um sábado abençoado
Beijos

28 de maio de 2016 às 13:47  
Blogger Pérola disse...

A amizade é preciosa.

Beijinhos

28 de maio de 2016 às 19:59  
Blogger António Manuel - Tómanel disse...

De fato a amizade não tem preço.
Um bem tão precioso que muitos não sabem preservar.
Um abraço cá do Algarve.

28 de maio de 2016 às 22:33  
Blogger lua singular disse...

Oi Sol,
Eu não acredito em amizade. Pra mim existe um respeito, um querer bem, mas se fazemos festa, todos vêm e quando estamos com dificuldades não aparece ninguém.
Meu único amigo foi meu pai adotivo, eu chorei 11 horas sem sair de perto do seu caixão, além da amizade, do amor nem o tempo que ainda terei de vida não o esquecerei.
O dia que parar com os blogues tenho certeza que muita gente fará festa.
Beijos
Lua Singular

28 de maio de 2016 às 23:22  
Blogger Olinda Melo disse...

A amizade, essa plantinha tão frágil que precisa de ser regada todos os dias, com carinho, com abnegação. Dá e receberás: é uma troca, uma permuta e não nos iludamos ao ponto de ficarmos à espera que sejam os outros a dar o primeiro passo. Nisto está o princípio da convivência, da solidariedade, de amor ao próximo.

Um belo poema que trata um tema importantíssimo, caro Sol.

Abraço.

Olinda

29 de maio de 2016 às 10:48  
Blogger Jossara Bes disse...

Oi, Sol!
Amizade é um bem precioso!
Precisamos cuidar, pois são parte do bem viver!
Beijo carinhoso!

29 de maio de 2016 às 17:39  
Blogger A Nossa Travessa disse...

Solamigo

Depois dos tsunamis que sofri cá estou eu para aplaudir este soneto - o que significa aplaudir-te

Um destes dias vou voltar a poetar; meteste-me o vício no corpo... :-)))

Abç do Leãozão

30 de maio de 2016 às 00:53  
Blogger Smareis disse...

Olá Poeta, saudades de te ler. Andei dando uma pausa , saudades bateu, e cá estou de volta no meu blog.
Maravilhoso esse soneto.
Muito difícil nos dias de hoje poder contar com uma amizade sincera e verdadeira. Mais com certeza existe, raras mais existem.
Abraço Sol.
Uma ótima semana!

30 de maio de 2016 às 02:50  
Blogger © Piedade Araújo Sol disse...

um belo soneto a enaltecer a amizade.
muito bem.
boa semana.
beijinhos
:)

30 de maio de 2016 às 14:32  
Blogger Maria Rodrigues disse...

Lindo e tão cheio de verdades.
Um grande abraço
Maria

30 de maio de 2016 às 21:25  
Anonymous Arte & Emoçoes disse...

Olá amigo! Belo soneto! Lembrei-me do ditado que diz: Mais vale um amigo na praça do que dinheiro na caixa.

Abraços,

Furtado.

31 de maio de 2016 às 01:29  
Blogger A Nossa Travessa disse...

Solamigo



Olá!

Depois de enormes confusões, de muitas decepções de várias ocasiões de desespero e na alternativa de me suicidar, que não me pareceu muito saudável, decidi continuar – e por isso aqui estou.

Pensei tomar 25 gramas de raticida diluído em ácido sulfúrico, com umas pitadas de arsénico; simultaneamente cortaria os pulsos e atirava-me da ponte 25 de Abril e durante a viagem até chegar ao Tejo daria um tiro na mioleira; como complemento e para ficar seguro de que não o meu cadáver ficaria absolutamente falecido, e na mesma altura enforcava-me. Sair-me-ia caríssimo. Desisti.

Por isso repito o que venho dizendo muito empenhado (já nem tenho cotão nos bolsos): A Nossa Travessa está à disposição total, inultrapassável e inadiável. É http:///anossatravessa.blogspot.pt onde fico à espero de muitas visitas e muitos comentários. Obrigado

Leãozão

31 de maio de 2016 às 20:26  
Blogger A Nossa Travessa disse...

Solamigo



Olá!

Depois de enormes confusões, de muitas decepções de várias ocasiões de desespero e na alternativa de me suicidar, que não me pareceu muito saudável, decidi continuar – e por isso aqui estou.

Pensei tomar 25 gramas de raticida diluído em ácido sulfúrico, com umas pitadas de arsénico; simultaneamente cortaria os pulsos e atirava-me da ponte 25 de Abril e durante a viagem até chegar ao Tejo daria um tiro na mioleira; como complemento e para ficar seguro de que não o meu cadáver ficaria absolutamente falecido, e na mesma altura enforcava-me. Sair-me-ia caríssimo. Desisti.

Por isso repito o que venho dizendo muito empenhado (já nem tenho cotão nos bolsos): A Nossa Travessa está à disposição total, inultrapassável e inadiável. É http:///anossatravessa.blogspot.pt onde fico à espero de muitas visitas e muitos comentários. Obrigado

Leãozão

31 de maio de 2016 às 20:26  
Blogger CÉU disse...

Que bonita imagem, amigo sol. o saquinho e as palavras nele bordadas fazem o encanto dos olhos e do coração.
um interessante soneto, onde se fala do valor da amizade.

beijos e boa semana.

31 de maio de 2016 às 22:16  
Blogger lua singular disse...

Oi Sol,
Obrigada pelo seu carinho
Beijos no coração
Lua Singular

2 de junho de 2016 às 01:21  
Blogger Dorli Ramos disse...

Oi Sol
A vida é cheia de decepções
Beijos no coração
Minicontista2

2 de junho de 2016 às 01:32  
Blogger Sara com Cafe disse...

Que lindo.
Essa vida de vai e vem, redescobrindo e incorporando!

abraco profundo.

2 de junho de 2016 às 16:20  
Anonymous Helena disse...

Um belo poema, não apenas por estar na forma de soneto, que para mim é uma das mais belas composições poéticas (e que exige extrema habilidade na sua construção), como pelo tema que é de grande interesse por focar a riqueza do sentimento da amizade e o benefício
de se fazer o bem "sem olhar a quem".
Não há quem não aprecie a dádiva de se ter um amigo de verdade, desses que nos acompanham pela vida a fora a nos ofertar o ombro amigo nas horas difíceis e o sorriso nos momentos de alegria, participando assim dos bons e maus momentos. E se a algum desses tiver que faltar será sempre o da diversão, já que nas adversidades podemos contar com as mãos estendidas e o peito aberto a nos abrigar, pois a amizade sincera nunca falta nestes momentos.
Quanto a fazer o bem sem nos preocuparmos com recompensas, o bem pelo simples bem-estar da nossa consciência, torna-se de grande valor na nossa trajetória de vida, pois não podemos fechar os olhos para as necessidades daqueles que nos rodeiam e que fazem parte dessa imensa corrente humana em que fomos inseridos. E se não sabemos, com certeza, a que viemos e para onde vamos (as eternas indagações filosóficas), que pelo menos saibamos como transitar de forma positiva pelo caminho.
Sol, amigo querido, que as horas dos teus dias te cheguem plenas de alegria, de sorrisos e estrelas.
Com carinho,
Helena

2 de junho de 2016 às 22:36  
Blogger Jaime Portela disse...

A amizade é isso mesmo, fazer o bem sem olhar a quem. ou antes, é mais que amizade, é o verdadeiro amor ao próximo.
Excelente soneto, gostei imenso.
Caro Sol, tem um bom fim de semana.
Abraço.

3 de junho de 2016 às 15:30  
Blogger Janita disse...

Lindo Soneto onde se lê, claramente, as duas faces da Amizade!

Fico sempre sem conseguir exprimir a admiração e o enlevo que sinto perante a tua veia poeticamente tão sábia, SOL!

Um beijinho e bom fim de semana, Amigo.

Janita

3 de junho de 2016 às 18:58  
Blogger CÉU disse...

Olá, querido Sol...

Agradeço o seu comentário, que foi, precisamente, o centésimo. e hoje, pensava de mim para mim - mas de quem será o centésimo comentário. BINGO! O SEU! PARABÉNS!

Para além da alegria k isso me dá, interpreto o facto como vida longa, isto é, o meu amigo vai viver, no mínimo, cem anos, 100 anos, isso mesmo.

beijinho e bom fim de semana.

3 de junho de 2016 às 22:42  
Blogger Odete Ferreira disse...

A temática da amizade muito bem tratada num soneto formalmente perfeito.
Parabéns, amigo! Aprecio quem faz sonetos perfeitos em termos formais, não descuidando a coerência do conteúdo.
Bjo

12 de junho de 2016 às 00:45  

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