Poemas da minha vida, situados entre sonhos, realidades e poesia...
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sábado, 21 de outubro de 2017
À morte nego a razão
Oiço, Desde aqui, As horas badaladas na torre da igreja. Lembram-me outros sinos, Outro tempo. Não o tempo de mim, Mas aquele que vibra e reclama Os anos passados, Os tempos de ninguém Onde a morte foi raínha, Minha...
Eu quero viver e morrer! Viver pelo muito que amo. Morrer, Por ser desprezado, Apagado dos vivos Com o óbito da desgraça, Sempre á margem, A ver o que se passa Adentro do coração.
Ouço os sinos Por lamentos do enterro Que sustento, em mim, Na morte duma paixão.
É tudo tão vivo e presente, Que eu à morte nego a razão.
Oi Sol,Se morrer antes de mim tenha certeza que não o esquecerei. Na nossa turma tinha jovem que morreu e parece que a enterraram antes dela morrer. Ela ensinava tantas coisas para nós. Acabou Beijos Sol Lua Singular
Sinos! Marcas em nossa passagem pela vida: festivos, às vezes, outras, nem tanto, mas sempre marcantes. E, a morte aqui comigo, sempre perde a razão de ser... Abraço.
Sol meu grande poeta, mestre da poesia, desculpe se me demoro, mas a vida já há tempos deu uma virada e quase não tenho tempo, mas não esqueço de você nem de teus belos versos, como este que aqui você colocou, lindo e triste, enterrar um amor, acho que não conseguimos, apenas conseguimos fazer com que se cale, fique mudo dentro de nós, te aplaudo de pé, parabéns pela bela obra.
Olá amigo Sol, a badalada do sino é mística, me faz lembrar tempos idos, ado falecia alguém na minha cidade, o sino tinha que badalar 9 vezes anunciando a passagem de alguém. Versos soberbos de extrema beleza em sua profundidade poética. Abençoado dia querida.]Bjss!
Os sinos e o seu toar tão, mas tão melancólico, não distraíram me desta fantástica poesia.Antes revivi os tempos em que o eco descia pelos pinheirais e me entregavam ao meu silêncio. Menina, tão menina, mas sublinhava-me duas coisas: a doutrina e anúncio de partida para outra casa. Morte? Também lhe nego a razão. Parabéns , querido amigo! Bjis
Oi Sol, Não estou bem de saúde, parei uns dias, mas vou postar só uma vez por semana. Eu não gosto tablet, uso computador grande nas sala e não posso ficar muito sentada. Mas, não vou morrer já. Beijos Lua Singular
Wow ao poema, mas wow tambem 'a foto <3
ResponderEliminarPor quem os sinos dobram...
ResponderEliminarNeguemo-nos às dores e abramo-nos às alegrias. Mesmos que os sinos dobrem todos os dias.
Bjs
Oi Sol,Se morrer antes de mim tenha certeza que não o esquecerei.
ResponderEliminarNa nossa turma tinha jovem que morreu e parece que a enterraram antes dela morrer. Ela ensinava tantas coisas para nós. Acabou
Beijos Sol
Lua Singular
Sinos! Marcas em nossa passagem pela vida: festivos, às vezes, outras, nem tanto, mas sempre marcantes. E, a morte aqui comigo, sempre perde a razão de ser...
ResponderEliminarAbraço.
Sol meu grande poeta, mestre da poesia, desculpe se me demoro, mas a vida já há tempos deu uma virada e quase não tenho tempo, mas não esqueço de você nem de teus belos versos, como este que aqui você colocou, lindo e triste, enterrar um amor, acho que não conseguimos, apenas conseguimos fazer com que se cale, fique mudo dentro de nós, te aplaudo de pé, parabéns pela bela obra.
ResponderEliminarHá quem celebre a morte; talvez seja outra maneira
ResponderEliminarde se voltar a celebrar a vida.
Boa entrada de semana.
Nostálgico e belo poema.
ResponderEliminarBoa semana
Um grande abraço
Maria de
Divagar Sobre Tudo um Pouco
Um poema que me deixar a pensar Sol... Os sinos não me trazem boas lembranças. A poesia é muito bonita.
ResponderEliminarBoa semana amigo!
Um beijo!
Assim como na vida, os sinos também celebram os altos e baixos. Belo poema amigo Sol.
ResponderEliminarAbraços,
Furtado
Olá amigo Sol, a badalada do sino é mística, me faz lembrar tempos idos, ado falecia alguém na minha cidade, o sino tinha que badalar 9 vezes anunciando a passagem de alguém. Versos soberbos de extrema beleza em sua profundidade poética.
ResponderEliminarAbençoado dia querida.]Bjss!
A morte faz parte da vida...
ResponderEliminarMagnífico poema, gostei imenso.
Continuação de boa semana, caro Sol.
Um abraço.
Os sinos e o seu toar tão, mas tão melancólico, não distraíram me desta fantástica poesia.Antes revivi os tempos em que o eco descia pelos pinheirais e me entregavam ao meu silêncio. Menina, tão menina, mas sublinhava-me duas coisas: a doutrina e anúncio de partida para outra casa. Morte? Também lhe nego a razão.
ResponderEliminarParabéns , querido amigo!
Bjis
So lovely!
ResponderEliminarOi Sol,
ResponderEliminarNão estou bem de saúde, parei uns dias, mas vou postar só uma vez por semana.
Eu não gosto tablet, uso computador grande nas sala e não posso ficar muito sentada.
Mas, não vou morrer já.
Beijos
Lua Singular
Gostei muito deste poema, Sol amigo.
ResponderEliminarÀ morte negamos sempre razão...
Excelente.
Abraço amigo.
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