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sábado, 22 de abril de 2017

Já tive a minha alegria




Delírio ardente
Num sofrer fremente!
Tenho a Alma cheia,
Alagada de vivência
E fechada
Por não poder dar nada.

Sinto
A pureza do que tenho
(e não minto)
Na percepção
De lutas latentes
No meu interior,
Pela aceitação desejada
Dum sublime Amor.

Sou só
Na convivência dum dia.

Já tive a minha alegria
(Até ruir),
A confiança,
A amizade
E agora a saudade
Mastigada no pensamento
De que a justiça
Já não dá alento.


SOL da Esteva

16 comentários:

  1. Saudades de um amor que tocou profundamente a alma e o coração.
    Maravilhoso poema
    Beijinhos
    Maria

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Oi Sol,
    A vida é cruel conosco, pois quando envelhecemos, idade que poderíamos passear vem a maldita doença.
    Sofremos desde o nascimento
    Uma linda noite!
    Lua Singular

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  4. Crudelíssimo "mastigar a saudade no pensamento"...
    Momento de muita reflexão...
    Abraço.

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  5. Oi, SOL!
    Lindo, lindo...
    ... Que a alma fique leve e voe... A saudade é chave que nós mesmos dominamos, ou não...
    A sinceridade íntima transparece nos versos!...

    Beijos =)

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  6. Que poema lindo e tocante. A vida tem seus altos e baixos, temos tanto sentimentos ao decorrer da vida. Mas a saudade é algo que doer demais. Mas felizes são os que tem uma boa saudade para recordar. uma linda semana. Abraços.

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  7. Saudades profundas de um grande amor que a vida separou...
    Amigo, o seu poema é de de uma expressividade tocante e muito bela!
    Ótima semana, Sol.
    Abraço
    ~~~

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  8. Tocante.
    Quantas vezes carregamos assim as nossas dores...
    Mas que a pureza do que temos seja o nosso alento!

    Boa semana, amigo!

    Bjs

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  9. Boa noite grande poeta que me encanta toda vez que aqui venho, belos versos, tristes, fala da saudades de uma alma que caminha sozinha, bem conheço esta saudades, mas me sinto abençoada por tê-la feliz de quem tem, triste o ser que na solidão não tem de quem sentir saudades, bjos

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  10. E que dizer nesta madrugada
    Quando o Poeta nos abre a porta
    E as palavras se soltam
    Banhando-nos de felicidade?
    Foi apenas a alegria de tão bela Alvorada.

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  11. Olá amigo! Belo e profundo o teu poema.

    Abraços,

    Furtado

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  12. Este comentário foi removido pelo autor.

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  13. Um certo desencanto, uma sensação de injustiça, e a solidão na compreensão de algo muito importante, sobressaem do poema de forma muito sentida.

    Daqui te saúdo, Sol, meu amigo.

    Abraço

    OLinda

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  14. Oi Sol
    Obrigada pelo carinho
    Talvez eu volte, talvez não
    A vida é cruel.
    Tô cansada
    Beijos
    Lua Singular

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  15. Mais um excelente poema, como é teu hábito.
    Gostei imenso.
    Bom fim de semana, caro Sol.
    Abraço.

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