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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Batalha


Batalha

Poema/Relato, do Sargt Santos Oliveira, reportado e produzido em 17Nov1964, na Guerra do Ultramar, a Ilha do Cômo-Guiné, e de Homenagem aos seus Camaradas do PMort 912 e extensiva aos restantes militares da CC557.
Descrição do acontecimento pode ser lido, em: Os bravos de um Pelotão de Morteiros que nunca existiu...




Batalha
São dezasseis de Novembro,
Data, que a História, encerra.
Foi uma noite de Guerra!
…Tão dura, quanto me lembro.
Muita honra, e por Dever,
Bem nos houvemos, lutar,
Que, á Bandeira, fiz Jurar
Minha Pátria defender.
E o ribombo da metralha,
Na Alma, me deu temor!
Agora, que o Sol nasceu,
Medito no que um canalha
Noticiou, sem pudor:
“… Que ninguém sobreviveu!...”

Santos Oliveira
Ilha do Cômo/Guiné-16NOV64

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58 Comentários:

Blogger Everson Russo disse...

Batalhas que fazem a história...abraços de bom dia pra ti amigo.

16 de novembro de 2011 às 11:27  
Blogger Luar disse...

Sol

Linda e sentida esta partilha!

Beijinhos

16 de novembro de 2011 às 11:31  
Blogger Célia disse...

O sacrifício de muitos pela honra de alguns precisa realmente valer muito pelo fato consumado! Poema realista! Parabéns!
Abraço, Célia.

16 de novembro de 2011 às 11:43  
Blogger Rui Pires - Olhar d'Ouro disse...

Recordações de um passado que deixou marcas!

Bela postagem caro amigo!

Abraço

16 de novembro de 2011 às 12:31  
Blogger edumanes disse...

Bom dia amigo "Sol da Esteva"
Foi penosa a Batalha!

Jovens militares na guerra
Foram milhares que marcharam
Para defenderem o que nosso não era
Recebem uma esmola os que regressaram
No meu caso 75 euros me foram atribuídos
Por ter lutado em defesa da Pátria
Só 55 euros por mim são recebidos
Os outros 20 ficam na posse da "canalha"!

Desejo um bom dia para você,
Um abraço
Eduardo.

16 de novembro de 2011 às 12:47  
Blogger Alfa & Ômega disse...

Bom é relembrar os fatos históricos. Seu poema descreve muitíssimo bem o acontecimento. Aprovo. Abração!

16 de novembro de 2011 às 12:49  
Blogger Ricardo Calmon disse...

Acordar sonhando,Meu Bom Sol Escriba e Fraterno Amigo, é acordarmos,eu e esposa minha,e sugarmos mel teu,através do que emanaste em escrito forma,obrigado,amigo qurido,voce nos sensibilizou de ternura e solidariedade através,sabe,amigo?que dúvidas não temos,se...voce nos permitir,que esse ano que advém,nos conheceremos,ao vivo e em côres!
te abraçamos,
regina e ricardo

viva la vie

16 de novembro de 2011 às 12:56  
Blogger Tunin disse...

Acontecimento bem sentido no teu excelente soneto.Abração.

16 de novembro de 2011 às 13:09  
Anonymous DAD disse...

É horrivel lembrar o que era este país e na vergonha que era ser português! Quantos morreram por uma luta injusta e desigual para defender aquilo que não era nosso. Pobres dos nossos militares, incluindo o meu amigo SOL obrigado a lutar por causas perdidas que a História há-de relembrar, não pelos feitos dos portugueses mas sim pela outra parte. Pobres dos heróis e das suas famílias, pois grande parte morreu nesta luta fraticida que ainda hoje recordo, embora sendo muito jovem nessa altura. Ainda me lembro de me ter ido despedir de um amigo que foi combater para África (ele ia no Niassa) e de ter desmaiado uma grávida ao meu lado, cujo marido ia para a guerra de África!
Graças a Deus que o 25 de Abril acabou com isso tudo. Podem surgir outros problemas mas pelo menos essa mácula na nossa vida colectiva já se desvaneceu no tempo.

16 de novembro de 2011 às 14:46  
Blogger ANTÓNIO SANTOS (TOMANEL) disse...

Oh!!! por esta eu não esperava.
Também lá estive em 1972/1974.
Se há coisas que eu faço um esforço enorme para não me lembrar, é precisamente essa guerra.
Mas de vez enquando, lá me vem à memória essa passagem da minha joventude.
Eu, tu e ou outros, deixamos lá muitos anos da nossa vida e que, daqui para a frente, nos fazem falta e que ninguém quer saber disso.
Em geito de confidência: foram 3 dos nossos melhores anos que demos à pátria e que os nossos governantes (passados e recentes)nada querem saber.
Tenho no meu blogue, vulgo, na última página, uma das minhas aventuras da Guiné, com o título: A MINHA GUERRA DA GUINÉ 1972/1974 - que foi objecto de publicação da revista domingueira do Correio da Manhã.
Um abraço para ti, cá do Algarve.

16 de novembro de 2011 às 15:26  
Blogger Yasmine Lemos disse...

Memória e emoções,sempre bom tirar do baú da saudade.
bjs Sol

16 de novembro de 2011 às 16:34  
Blogger Juvenal Amado disse...

Poema de um homem que eu muito estimo e felizmente o arauto da desgraça estava enganado.

Um abraço

16 de novembro de 2011 às 17:16  
Blogger © Piedade Araújo Sol disse...

batalhas que fazem historia e que ficam na memória de quem as viveu.

um beij

16 de novembro de 2011 às 19:00  
Blogger MARILENE disse...

Por mais que uma guerra possa trazer a sensação de vitória, será sempre uma "aberração". As vidas ceifadas não podem ser devolvidas com medalhas e honras. As marcas jamais serão apagadas. Espero que o mundo, um dia, o aceite, não mais destruindo jovens e famílias.
O poema é belo. Mas, quem dera não tivesse existido sua motivação!

Bjs.

16 de novembro de 2011 às 19:16  
Anonymous manuela barroso disse...

Ola Sol
Sabe, li esta poesia, e senti um arrepio que me atravessou corpo e alma!
Lá,dois irmãos,perderam anos de vida...
Morria um pouco cada dia, quando as notícias escasseavam!
...
bji

16 de novembro de 2011 às 19:52  
Blogger Evanir disse...

Sinto muita tristeza ver falar sobre guerra
imagino quantas vidas foram ceifadas do seio de suas familias.
Nada nesse mundo foi resolvido até hoje com guerra.
Pois, na guerra não existe vencidos nem vencedores.
Todo e qualquer troféu ou medalha tem gotas de sangue
e gemidos de dor.
Te gosto muito em breve estarei de volta.
Dia 25 estarei voltando as visitas .
Por enquanto esta dificil mais o tempo passa depressa.
Bjs no coração.
Evanir

16 de novembro de 2011 às 20:34  
Blogger Elio disse...

Come mi dispiace non conoscere il portoghese, perché il traduttore non rende bene la poesia originale. E' sempre un picere venire a trovarti. Ciao Sol.

16 de novembro de 2011 às 20:59  
Blogger Julio Vilar pereira Pinto disse...

Bravo amigo, bravo. È sempre bom lembrar às gerações mais novas o que nós passamos e vós pior dom que eu.
Vê-se que adoras os homens que contigo formaram a tua Secção de Morteiros. O Covarde que noticiou a vossa morte ainda é vivo e eu ouvi-o muitas vezes a dizer também que a Quicua (Angola) não estava esquecida pois parece que foi aí que ele se baldou e eu estive lá.
Um abraço e recorda sempre, eu conheço a tua história e não há dúvida que vocês foram enormes. Um abraço.

16 de novembro de 2011 às 21:02  
Blogger Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Solamigo

Quem andou por aqueles lados encontrar-te neste soneto é muito, mas mesmo muito, interessante.

Eu estive em Angola e isso significou que fiz cinco anos de serviço militar obrigatório. Cheguei a tenente-miliciano, sem saber ler e escrever. Mas a pulhitica foi mais forte e eu era um perigoso elemento subversivo e comunista. Não fui, mas não me caíam os parentes na lama se o tivesse sido.

No entanto - e sendo da oposição ao regime salazarento - entendi que, enquanto envergasse a farda portuguesa, tinha que a respeitar e, se possível, honrar. Foi o que tentei fazer.

No meu «Morte na Picada» esforcei-me para escrever isso mesmo.

Abç sentido

16 de novembro de 2011 às 22:20  
Blogger Lilá(s) disse...

É sempre bom relembrar estes fatos de um passado históricos que nos deixou marcas em muitas familia. São memória e muitas emoções, eram muito criança e lembro-me bem de ver a minha mãe esconder-se chorando, sempre receando pela vida do meu irmão mais velho, único rapaz da familia. Nunca ouvi falar dessa história, era muito pequenita, mas percebo que esteve envolvido.
Um grande beijinho

16 de novembro de 2011 às 22:59  
Blogger Ivana disse...

Após 47 anos ainda vemos vários tipos de guerras, só de pensar me dá arrepios. Uma ótima noite pra você, um grande abraço.

17 de novembro de 2011 às 00:00  
Blogger Simone MartinS2 disse...

Boa noite, agradeço seu carinho comigo em meu blog., obrigada.
Quanto as batalhas, penso que enfrentamos todo dia, afinal, vivemos num mundo louco, que corre contra o tempo e se ao conseguimos estrategias para sobreviver, ficamos perdidos nesse tempo, sem tempo para viver...Então, nossas batalhas nos tornam herois para nossos filhos, netos e outros...Lutamos e vencemos todos os dias a nossa Batalha tao intima, com a nossa razão, para podermos viver entre delirios e devaneios sem tirar os pes do chão...Mas a estes herois de verdade, meus sinceros e cordeais votos de valor e orgulho...Abraços e fique bem, estamos sempre por aqui, nao se preocupe...Fique com DEUS!

17 de novembro de 2011 às 01:38  
Blogger Leninha disse...

Sol querido,

Tenho lembranças da guerra,mas nada que se compare ao que te inspirou este dolorido poema.
Bjssssss,amigo,
Leninha

17 de novembro de 2011 às 01:40  
Anonymous Jorge disse...

Também fui um dos que passou pela guerra colonial. Não nos devemos orgulhar dessa guerra mas também não nos devemos envergonhar. A grande maioria apenas para lá foi porque a isso os obrigaram...
Publiquei no meu blog um texto relacionado com essa guerra e que foi o momento mais marcante para mim...

http://tiaanicadeloule.blogspot.com/2011/02/guerra-colonial-faz-hoje-50-anos-que.html

17 de novembro de 2011 às 12:27  
Blogger Sergio Martins disse...

Belo soneto! A guerra vem como produto maior da degradação humana. Ainda be que existe a arte para nos abrigar. Abç!

17 de novembro de 2011 às 14:35  
Anonymous Colaço disse...

Em meu nome os agradecimentos da C.caç 557 pela homenagem, camaradas que estiveram reunidos em 05/11/2011 no convívio anual no Hotel Neptuno na Consolação (Peniche).
Acrescento que só cerca das 10 horas da manhã conseguimos reparar a antena horizontal de emissão e recepção e comunicar com o comando de sector sediado em Catió,comandado pelo então tenente coronel Matias que também tinha conhecimento das falsas noticias e estavam numa de desespero,sem saber como actuar pois a ilha era considerada por muitos com um barril de pólvora.
Eu foi quem comunicou verbalmente com o comandante que se mantinha excepcionalmente no posto de transmissões à espera de qualquer mensagem,seguiram depois as mensagens em código a informar a situação presente e passado.

17 de novembro de 2011 às 22:05  
Blogger rosa-branca disse...

As marcas do passado num soneto tão dolorido. Ainda que sofredor tenho que dizer que este soneto está maravilhoso. Beijos com carinho

17 de novembro de 2011 às 23:32  
Blogger Vento da noite disse...

Um passado que deixou marca , mas produziu boa poesia. O importante é transformar um passado " ruim", em recordação menos dolorida. Poesia sempre é uma forma mais suave para se contar uma história triste.

Obrigado pela sua leitura sempre apropriada.

abç

18 de novembro de 2011 às 04:23  
Blogger Ricardo Calmon disse...

Nosso Bom Sol:

Perdoe-nos por não seguir escritos seus, de emails através,em cuzada apaixonada pelos humanos seres mais carentes e iluminados,aportamos há dias poucos, em nome da fraternidade e solidariedade,dagora a partir,procuraremos te segur com detalhes,amor e amizade!

te abraçamos

Ricardo e Regina

Viva A Vida

18 de novembro de 2011 às 14:45  
Blogger Leninha disse...

Meu querido Sol,

Novamente aqui,ouvindo tua bela melodia,conduzindo-me à minha adolescência,um tempo em que a vida era um sonho,as estradas floridas e não sentíamos os espinhos das flores...e como cantávamos e dancávamos ao som destas músicas sempre tão envolventes.
Meu amigo,estou sentindo tua falta,tua presença em meus blogs.
.Agora está tocando um TWIST e me vem à lembrança nossas saias rodadas,rodopiando pelo salão...

Bjssssss,
Leninha

18 de novembro de 2011 às 15:25  
Blogger Mário Margaride disse...

Boa tarde, amigo SOL.

Agradeço a visita e comentário no meu blogue http://sopalavraspoeticas.blogspot.com/ "PALAVRAS AO VENTO".

É sempre um prazer receber novos amigos, que amam a poesia.

Ao mesmo tempo, relembrar através deste teu espaço, a minha passagem pela guerra colonial. Estive entre 1973 e 1975, em Angola. Onde passei o antes, o durante e o depois do 25 de abril.

Foi um prazer conhecer-te, meu amigo.

Abraço fraterno, e um bom fim de semana!

Mário

18 de novembro de 2011 às 16:10  
Blogger Guaraciaba Perides disse...

Quem sabe um dia as guerras sejam apenas más lembranças!
Obrigada pela visita e comentário em meu blog.
Um abraço.
Guaraciaba Perides

18 de novembro de 2011 às 19:02  
Blogger Vera Lúcia disse...

Olá Sol,
A guerra é resultado do egoísmo e da ambição humana e somente espalha dor e miséria.
Sei que a motivação do soneto é triste, mas transformar memórias de dor em versos é sinal de superação.
É um belo soneto!
Abraço.

18 de novembro de 2011 às 22:16  
Anonymous DAD disse...

Afinal parece que estivemos os Três - eu , tu e o Tomanel, ao mesmo tempo, em África!
Espero que essa saúde já esteja rija!
Beijinho,

18 de novembro de 2011 às 23:10  
Blogger Everson Russo disse...

Um belo sábado pra ti meu amigo...abraços.

19 de novembro de 2011 às 12:17  
Blogger Magia da Inês disse...

♡°
º✿
º° ♥✿
Olá, amigo!
Bom fim de semana!
Beijinhos.
Brasil

❣✿

19 de novembro de 2011 às 14:52  
Blogger Lúcia Bezerra de Paiva disse...

Mesmo uma Guerra, há que relembrar...
Em poesia, os sofrimentos, as perdas, ficam
menos dolorosos, parece-me.

Bom domingo, SOL
Beijos,
da Lúcia

19 de novembro de 2011 às 15:30  
Blogger Janita disse...

SOL,
Adivinho a dor e a revolta com que escreveste este poema!
Essa guerra inglória estropiou e tirou a vida a centenas de jovens. Hoje, não fossem estas homenagens de quem por lá andou e sofreu, como tu, estariam votados ao esquecimento.
Também tivemos, na minha família, a nossa quota parte de sofrimento e falar desses tempos ainda me trás recordações muito dolorosas.
SOL, desculpa por não me alongar mais. Sei que compreenderás.

Espero e desejo que esteja tudo bem contigo.

Um abraço e beijinho para ti com carinho.

Janita

19 de novembro de 2011 às 22:41  
Blogger Ricardo e Regina Calmon disse...

A ALEGRIA ,NESSA INFINITA ROMARIA, DE DAR AS MÃOS ,COM OS OLHOS NOS OLHOS, A PARTIR DESSE MÊS, NOS TORNA MELHORES PESSOAS, A CADA DIA,A IRRADIAR E INOCULAR E ASPIRAR E RECEBER,AMOR,AMOR E AMOR, VINTE E QUATRO HORAS POR DIA,É CRESCER POR DENTRO,A CADA MINUTO,UMA HONRA SERÁ CREIA,DAR AS MÃOS,EM OLHOS TEUS,MIRANDO,SEM PISCAR E PERGUNTAR,COMO A TODOS FAZEMOS...VOCÊ É DE VERDADE???????????????
PAZ E LUZ
BEM HAJAS
DEUS CONTINUE A ABENÇOAR VOCÊ E SUA FAMÍLIA
SEUS AMORES AMIGOS
TUA VIDA
REGINA E RICARDO TE AMAM FRATERNALMENTE E FORTEMENTE,PESSOA !

VIVA LA VIDA!

19 de novembro de 2011 às 22:52  
Blogger Everson Russo disse...

Uma bela semana pra ti meu amigo...abraços.

20 de novembro de 2011 às 14:30  
Blogger Sonhadora disse...

Meu querido amigo

Uma realidade dura que marcou a nossa geração...eu estive no leste de Angola de 71 a 73 e sei o que se passava, embora cá nunca se admitisse que morriam soldados, mas a realidade é que morriam e outros ficavam estropiados para sempre.
E uma coisa que me revoltava era quando os helicopteros andavam no ar e muitas vezes vindos de evacuações de feridos, os civís do Luso (hoje Luena), diziam que os militares andavam a passear, nunca me esqueci disso, quando eu sabia o que se passava.
Mas uma bela homenagem...não podemos esquecer.

Deixo um beijinho
Sonhadora

20 de novembro de 2011 às 17:27  
Blogger 。♥ Smareis ♥。 disse...

Encantadora essa poesia. Versos muito sentido...A guerra só espalha dor , tristeza e muita revolta. Obrigada por compartilhar esse belo poema meu amigo.Ótimo começo de semana cheio de coisas especias. Bjs grande!

20 de novembro de 2011 às 20:21  
Blogger BRISA disse...

QUE TRISTEZA PARA QUEM PERDEU SEU FAMLIAR NUMA GUERRA. AMIGO ME MANDA A DATA DO SEU ANIVERSÁRIO PARA EU COLOCAR NA MINHA AGENDA. UMA FELIZ SEMANA. COM CARINHO.

20 de novembro de 2011 às 23:02  
Blogger Everson Russo disse...

Uma semana de paz e versos pra ti meu amigo...abraços.

21 de novembro de 2011 às 11:15  
Blogger manuel fernando disse...

Precioso y hermoso poema con unos edificantes versos sentidos por un puñado de hombres que luchaban por un ideal y una bandera, gracias por compartir. Que pases una linda semana llena de sensaciones positivas. Un abrazo desde la distancia de un amigo.

21 de novembro de 2011 às 17:49  
Blogger Manuel disse...

São relatos que nos avivam a memória mas, também, um grito para nos avivar a memória.
O poema é muito sentido e há, como que um sentimento de revolta perante a forma ligeira como muitos casos era relatados.
Bonita homenagem.

21 de novembro de 2011 às 22:28  
Blogger Evanir disse...

Quero de todo coração agradecer sua linda visita
amo quanto encontro você no meu blog.
Meu carinho por você é verdadeiro.
Basta ir na postagem do blog que fiz essa noite.
beijos assim que puder estarei sempre a espera do seu emmail
Quando puder eu entendo o seu lado da mesma forma
que entendes o meu.
Meu carinho e minha Saudade.
Bjs e beijos.
Evanir

22 de novembro de 2011 às 01:56  
Blogger ana costa disse...

Vidas perdidas, sacrificios imensos e sofrimento atroz...
Para quê?!...
Bela maneira de retratar em poesia uma época de horror...
Bjs

22 de novembro de 2011 às 08:37  
Anonymous Anónimo disse...

Amigo Sol!

O poema encerra a vivência descrita na primeira pessoa!
Imaginar, não é possível!
Continuo a sentir uma alegria imensa pelos que voltaram, e uma tristeza infinda pelos que tombaram.

Parabéns por ser um dos sobreviventes.

Um abraço fraterno, contemporâneo...

Felismina

25 de novembro de 2011 às 21:19  
Anonymous Anónimo disse...

Obrigado por me terem facilitado o acesso ao vosso Blogue,
que gostei de visitar e felicito pelo seu aniversário.
Dou os parabéns ao autor, pelo poema, aqui publicado e votos para que continue. Com os cumprimento da Mª Arminda,enfª paraquedista.

1 de dezembro de 2011 às 21:40  
Anonymous Anónimo disse...

Minhas mãos foram manchadas
por corpos mutilados,
Nesta quadra que atravessamos
Os mortos serão lembrados.
António Paiva

3 de dezembro de 2011 às 00:02  
Anonymous Anónimo disse...

Meu amigo Sol da Esteva, de poeta nada te falta, da alma sã ninguem ta iguala, do espirito sereno... quem não gostaria de ter,
Grande abraço
Rui S.

5 de dezembro de 2011 às 10:05  
Anonymous Anónimo disse...

Sol da Esteva. Gostei muito do poema do Sol. Aproveito para lhe desejar um Santo e Feliz Natal e que o Novo não seja para todos nós, tão "Negro" como se adivinha, mas sim risonho e cheio de "Claridade", como o Sol que nos enviou no seu poema.
Mª Arminda, enfª paraqª.

5 de dezembro de 2011 às 10:38  
Blogger Pombo disse...

O inferno dos vivos não é algo que será. Se existe, é aquele que já está aqui, o inferno no qual vivemos todos os dias, que formamos estando juntos. Existem duas maneiras de não sofrer. A primeira é fácil para a maioria das pessoas: aceitar o inferno e tornar-se parte deste até o ponto de deixar de percebê-lo. A segunda é arriscada e exige atenção e aprendizagem contínuas: tentar saber reconhecer quem e o quê, no meio do inferno, não é inferno, e preservá-lo, e abrir espaço.
Ítalo Calvino – As cidades Invisíveis.

4 de maio de 2013 às 19:08  
Blogger Pombo disse...

O tempo e a vida não me pertence... Em qualquer momento posso me encontrar-me com as sombras nas bordas do inferno. (CJ POmbo)

4 de maio de 2013 às 19:09  
Blogger Pombo disse...

Este comentário foi removido pelo autor.

4 de maio de 2013 às 19:21  
Blogger Pombo disse...

https://www.facebook.com/groups/261006034009266/

4 de maio de 2013 às 19:23  
Blogger MARILENE disse...

Não há heróis na guerra, quando se pensa nas vidas ceifadas. Os sobreviventes também morreram nas batalhas, em vista do que carregarão por toda a vida. Abraço.

17 de novembro de 2014 às 00:07  

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