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sábado, 31 de janeiro de 2026

Ruídos sociais

 

 

O que eu sinto por dentro,
Está, na verdade, cá fora,
Porque não me sinto o centro 
Quando a minha Alma chora.

Jamais temi o vazio
E tampouco o alagado.
Sossego, é desafio 
Do meu silêncio dourado.
 
Sobram, além da tristeza,
A pouca mobilidade
Que empobrece a beleza, 

Os ruídos sociais
E o demais, na verdade,
Não deixa melhores sinais.
 
 

SOL da Esteva

M
T
G
Y
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17 comentários:

  1. Tu poema se siente muy honesto y profundo. Transmite esa lucha entre lo que se vive por dentro y lo que se muestra afuera, con imágenes muy fuertes y llenas de sensibilidad. Invita a leer despacio, a reflexionar y a conectar con emociones que a veces cuesta poner en palabras. Gracias por compartir algo tan íntimo a través de tus versos.

    Un fuerte abrazo
    y un feliz fin de semana amigo.

    Mari

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  2. Amigo Sol da Esteva, bom sábado de Paz!
    "... me sinto o centro
    Quando a minha Alma chora."
    Um poema de grande intensidade.
    É preciso ser intenso para sentor a vida silenciosa em meio aos ruidos exterior.
    Tenha um final de semana abençoado!
    Abraços fraternos

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  3. Lindo ! Saibamos conviver com os ruídos sociais sem deixá-los interferir e atrapalhar nosso silêncio interior! abraços, chica

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  4. Temos que saber viver com os ruídos sociais pra não tirar o nosso sossego, Sol da Esteva bom final de semana abraços.

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  5. Versi intensi che fanno vibrare il silenzio interiore, mescolando sogni, realtà e la malinconia dei rumori sociali.
    Buon fine settimana

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  6. --- Ruidos sociales -----
    Cruces de obligación
    tibieza orfandad
    brisalero rosal
    al poeta tristeza
    llena asido nidal
    hiedra frialdad
    …Entre fogones
    florida retuve,
    y mantuve
    lóbrego boscaje
    hecho oraciones.
    Eras atajo
    destajo,
    falso tajo
    de cada gajo.
    que sin forma
    informa
    rudo consuelo
    y halago bélico.
    Lúgubre mella
    perezosa sombra,
    su soda olorosa.
    Tunante faz
    antifaz, capataz
    hecho estrago
    visir de acero
    y mar sin remar
    son por sedar.
    Vil brizna
    que oro bogué
    remusgo azogue.
    Mi calma tacón
    mi sueño peleón
    que me arrienda:
    ¡ paraíso ! incapaz
    harpa hipar
    al desarrapar
    felina dentuda
    red por sudar.
    Señorial insula
    que oasis añora
    oyendo campanas
    cual libertad
    Sol Da Esteva
    hecha al replicar
    doliente aflicción
    su alma lava
    fuentes bullir
    crepúsculo claridad
    un mundo limpio
    soñando vivo chillar
    corazones ya estrellas
    serenas y bellas
    tan siquiera templar
    llanto amarillo
    reposado lirio
    invierno vuelto
    irisada fragancia
    azulada gracia
    sangre sin codicia
    y bucólico amar
    solazada humanidad…

    Con todo mi afecto querido
    Amigo Sol Da Esteva ,tuyo .jr.

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  7. --- Ruidos sociales -----
    Cruces de obligación
    tibieza orfandad
    brisalero rosal
    al poeta tristeza
    llena asido nidal
    hiedra frialdad
    …Entre fogones
    florida retuve,
    y mantuve
    lóbrego boscaje
    hecho oraciones.
    Mi calma tacón
    mi sueño peleón
    que me arrienda:
    ¡ paraíso ! incapaz
    harpa hipar
    al desarrapar
    felina dentuda
    red por sudar.
    Señorial insula
    que oasis añora
    oyendo campanas
    cual libertad
    Sol Da Esteva
    hecha al replicar
    doliente aflicción
    su alma lava
    fuentes bullir
    crepúsculo claridad
    un mundo limpio
    soñando vivo chillar
    corazones ya estrellas
    serenas y bellas
    tan siquiera templar
    llanto amarillo
    reposado lirio
    invierno vuelto
    irisada fragancia
    azulada gracia
    sangre sin codicia
    y bucólico amar
    solazada humanidad…

    Con todo mi afecto querido
    Amigo Sol Da Esteva ,tuyo .jr.

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  8. Olá, Sol de Esteva,
    "Os ruídos sociais
    E o demais, na verdade,
    Não deixa melhores sinais."
    Conviver e aprender que todos os momentos
    são passageiros. As dores principalmente.
    Belo poema,
    Feliz sábado

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  9. Φαίνεται πως περιγράφεις μια κατάσταση αποστασιοποίησης ή «έκστασης», όπου ο εσωτερικός πόνος μετατοπίζεται στο περιβάλλον για να γίνει υποφερτός. Όταν η «ψυχή κλαίει» αλλά εσύ δεν νιώθεις το κέντρο, ίσως βιώνεις αυτό που η ψυχολογία ονομάζει αποπροσωποποίηση, μια άμυνα απέναντι στην ένταση.
    Η «χρυσή σιωπή» και η αποδοχή του κενού υποδηλώνουν μια βαθιά πνευματική αντοχή, όμως η «περιορισμένη κινητικότητα» που αναφέρεις είναι το κλειδί: η θλίψη συχνά παγώνει το σώμα και την ορμή, αφαιρώντας το «χρώμα» από την εμπειρία της ζωής.

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  10. A veces uno necesita soledad. Te mando un beso.

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  11. Gostei da foto.

    Do poema também.

    Abraço, bom Fevereiro.

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  12. que poema maravilhoso que mostra, com muita habilidade de escrita, as expectativas de alguém ...abraços!

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  13. Bom dia, Sol
    Poema reflexivo. O mal-entendido nas relações sociais cria dificuldades, resultando em conflitos. Que a amabilidade sempre esteja presente nas decisões. Um forte abraço.

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  14. E há cada vez mais sinais no ar que não pressagiam nada de bom.
    Excelente soneto.
    Boa semana.
    Um abraço.

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  15. Estamos todos integrados na sociedade.
    Dos ruídos sociais somos todos testemunhas e atores em grande parte do tempo.
    Abraço de amizade.
    Juvenal Nunes

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  16. Olá talentoso SOL da Esteva! Fantástica essa ideia de a alma chorar cá fora, como se o sentir já não coubesse só por dentro. Mais um poema em que fez jus ao seu talento! Abraços 🤗

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  17. Bom dia, poeta, ruídos sociais são muitas vezes incômodos, mas temos que aprender a conviver. Belo soneto e inspiração. Luz e paz. Abs

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