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sábado, 8 de junho de 2024

A História irá contar

 

 

Herói, de um feito manifesto,
É justiça ser condecorado.
Mas traidor, há pouco assinalado,
Só por conivência que detesto.

E Camões, no seu lugar de Paz,
Revolveu-se pelo que acontece.
Ordem de Camões, quem a merece?
A sua menção não satisfaz

A quem desconhece o seu lugar.
Um dia, a História irá contar
Dos feitos tão mal justificados.

Soldados, serviram a Nação
Sobrando-lhes só a ilusão
De, em vida, serem justiçados.
 


SOL da Esteva 

19 comentários:

  1. Querido amigo, precioso y triste poema.
    Abrazos y te dejo un 💋🌹

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  2. Boa tarde de sábado, amigo Sol da Esteva!
    Uma homenagem merecida... apesar da nuance do final do poema mostrar e desejar uma realidade que pode não ter acontecido.
    Sejam valorizados os que lutaram pela pátria numa época tão cheia de conflitos.
    Hoje em dia, não estejamos muito diferentes talvez...
    Valeu a bela e sentida menção poética que você fez ao gigante Poeta.
    Tenha um final de semana abençoado!
    Abraços fraternos de paz

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  3. Sé feliz, porque la piedra nunca es tan grande, porque las injusticias se pagan, porque el dolor se supera, porque la verdad, insiste... porque los errores te enseñan, y porque nadie es perfecto. La vida siempre da una segunda oportunidad para todo y pone a cada uno donde debe estar...

    Un fuere abrazo y un feliz domingo amigo.

    Mari

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  4. Profundo poema de una realidad injusta. Te mando un beso.

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  5. Bravíssimo Sol!
    Fantástica e rica publicação!
    Muito obrigada por
    nos brindar assim tão
    generosamente.
    Bjins
    CatiahoAlc.

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  6. A injustiça encontra-se por todo o lado.
    Um soneto sublime!
    Beijinhos

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  7. Belíssimo e dolorido soneto. Aqui também sentimos essa dor, frustração, uma fé que não se concretiza...e assim vamos remando com o coração apertado, em cada promessa que vem, dessa turma que uma vez acreditamos. Coisas semelhantes, meu amigo. Desilusão vem a galope! E de todos os lados.
    Uma boa semana, meu amigo Sol. Paz e saúde!
    Bjs.

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  8. Também vivo essa dor e desilusão. Desencanto de soldados esquecidos, traídos e humilhados.

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  9. Há injustiças que perduram estranhamente.
    Excelente soneto, gostei de ler.
    Boa semana.
    Abraço.

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  10. This is my first time visiting this blog, nice to meet y. salam kenal

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  11. Bom dia, Sol
    Um poema reflexivo, desejo tudo de bom para você e família, abraços.

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  12. Muito bom , o soneto.

    Abraço, agradável resto de semana.

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  13. Boa noite. A injustiça dói e algumas infinitas.

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  14. ---- AHistoria ira´contar-- bajo la seña dela andera ondeante al viento
    y su crepitar aliento en un esplendido soneto el vate Sol Da Esteva
    emprende rienda asertiva la luz de los pensamientos que desde
    siempre guiaron a los lideres de los movimientos sociales de su
    pais hermano Portugal asi como de los desencantos a que llegaron
    de forma magistral sus versos nos dan una lección de los hechos ha sido un placer leerte querido amigo y os deseo una inmejorable semana plena de amistad y paz , un fuerte abrazo .jr.

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  15. Siempre es relevante reconocer a quienes forjaron una patria, que se comenten errores eso es verdad, porque al fin de cuentas ,son hombres que luchan por algo y no siempre van derechos en eso...como sea la historia siempre revelará lo olvidado.
    Saludos.

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  16. Injustiças sempre houve e sempre haverá. A nossa desilusão,raiva e frustração só faz mal a nós próprios!! Li algures: A maturidade é saber lidar com aquilo que não podemos mudar...Assim é este o caminho para não sofrermos!!!! XXXX

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  17. Todos os agradecimentos são devidos aos militares que serviram a Pátria.
    Como sei que é um bom versejador queria convidá-lo a participar na:

    3ª HOMENAGEM AOS SANTOS POPULARES

    Abraço de amizade.
    Juvenal Nunes

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  18. Olá SOL da Esteva!

    Um magnífico poema que veio mesmo a tempo do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas! 👏🏽👏🏽

    Abraços e um bom fim de semana!😊

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  19. Tocante esta sua homenagem que nos faz lembrar tantos injustiçados.
    Bom ver aqui Camões, mais um injustiçado.
    Deixo abraço e brisas doces ***

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