Páginas

sábado, 16 de março de 2024

Zé-ninguém

 

 

Não há forma de saber
O que é que o homem é
Quando a sede do Poder
É formada na ralé.

A inveja que se tem
Dos que já foram capazes,
Faz de qualquer zé-ninguém
Um chefe, em tempos fugazes.

Se resultou, foi herói.
Se não, foi por puro azar,
Logo, não reconhecido.

Cada golpe, ainda dói
E muito vai perdurar,
Mas não será esquecido.
 
 
SOL da Esteva


22 comentários:

  1. Y si algún día me lo preguntan,
    responderé que la vida es hermosa porque a pesar de las lágrimas,
    los malos momentos, los dolores y las decepciones,
    siempre te da la oportunidad de empezar de nuevo.

    Un fuerte abrazo y un feliz fin de semana.

    Mari

    ResponderEliminar
  2. Muito lindo e o mundo está cheio desses zé-ninguéns! abraços, lindo fds! chica

    ResponderEliminar
  3. Bom sabado de Paz, amigo Sol da Esteva!
    Os invejosos bebem do seu próprio veneno.
    O mundo anda cheio de Zé e Maria ninguém...
    Tenha um final de semana abençoado!
    Abraços fraternos de paz

    ResponderEliminar
  4. O que vale é que eu ainda acredito no karma!

    ResponderEliminar
  5. A inveja é algo tenebroso ... e seu tenho consciência de que muita gente me inveja.


    Abraço, meu caro amigo, bom fim de semana-

    ResponderEliminar
  6. Fantástico poema.
    Inveja e Zé-ninguéns é o que infelizmente há mais por aí.
    Beijinhos

    ResponderEliminar
  7. Tão atual, este poema. Gostei muito!!
    .
    O sol brilhará mais alto...
    Beijos. Votos dum excelente fim de semana.

    ResponderEliminar
  8. Nossa mãe... esses Zezinhos, como chamamos aqui,
    são a nossa desgraça, e a tal coisa, fazem tudo pelo poder,
    é uma obsessão, um 'coitadismo' que jamais terá solução.
    Muito bom, querido poeta, aqui a gente só lê coisa boa, verdades absolutas e também excelentes reflexões do nosso cotidiano.
    Um ótimo domingo, paz e saúde.
    beijo

    ResponderEliminar
  9. Profundo poema , Uno sigue a pesar del dolor. Te mando un beso.

    ResponderEliminar
  10. Quando a sede de poder sobe à cabeça das pessoas
    quem depende delas pode dizer adeus às suas próprias
    aspirações. Sabemos que fazem de tudo para se sentarem
    nessa tal cadeira que é uma atracção a que muito poucos
    conseguem fugir. E quando não há preparação, nem sentido
    de dever e a noção de que o bem comum está acima de
    qualquer vontade individual, então é mesmo uma calamidade.
    Belo poema, amigo Sol da Esteva.
    Uma reflexão necessária.
    Grande abraço.
    Olinda
    Olinda

    ResponderEliminar
  11. Olá, Sol
    Um belo poema.
    O que se vê mais são Zé - ninguéns , está na moda.
    Dá que pensar.
    Abraço e brisas doces **

    ResponderEliminar
  12. Querido poeta, a sede de poder é proveniente do ego inflamado, pobres coitados, tendo ou não sucesso, serão sempre perdedores. A maioria cai antes de vencer, é a escola da vida lhes dando uma lição, mas com o ego inflamado vão jogar a culpa em alguém. Poema que nos faz refletir, abraços

    ResponderEliminar
  13. Há Zés-ninguém que chegam a posições inimagináveis...
    Excelente soneto, gostei imenso.
    Boa semana.
    Abraço.

    ResponderEliminar
  14. Querido amigo, hermoso poema que el dolor no te detenga, hay que seguir para sentirse vivo.
    Cariños y besos mi querido amigo

    ResponderEliminar
  15. Muito bom!

    Hoje, dia de outro Zé: S. José,
    deixo os meus votos de um feliz Dia do Pai, com a protecção de S.José.

    Beijinhos e tudo de bom!

    ResponderEliminar
  16. Ese afán de poder desmedido que a veces siente el ser humano, es lo que nos lleva a la corrupción y en definitiva a la destrucción, ¡ que lástima!
    un soneto actual para la época que vivimos que me ha gustado leer, aunque pensé que ya lo había comentado hace tiempo
    Un abrazo

    ResponderEliminar
  17. Bom dia, Sol
    Poema reflexivo, triste quando a sede do poder domina o homem, um forte abraço.

    ResponderEliminar
  18. O que há mais são Zé ninguém a pensarem que são importantes... não sabem nada de nada mas infelizmente são esses que governam a nossa vida...XXX

    ResponderEliminar
  19. Querido amigo, precioso poema y a pesar del dolor la vida continua
    Me encanto
    Abrazos y besos

    ResponderEliminar
  20. ----- Zé ninguém ---- como bien dices querido amigo poeta
    Sal De Esteva en tu expresivo y asertivo soneto , nunca los
    grandes han perdurado en el poder sino es a fuerza de dar
    por hecho que la mezquindad es un arma de sutil poder al
    atemorizar a sus posibles , razones das entre lineas como
    se destruyen entre ellos y el tiempo les hace doblegarse mar
    de la sin razón que razón no tenian , formidable lid para este
    dia leer y asimilar de tus sabios consejos poesia a poesia
    llamada a la cordura tocan ...una ilustrción muy acorde con
    los versos ...feliz primavera entrada y tengas todo mi afecto
    de tu amigo para tí.jr.

    ResponderEliminar
  21. Esse seu poema me fez lembrar um verso:
    "Quando a educação não é libertadora,
    O desejo do oprimido, é se tornar o opressor".
    Acredito que tem muito zé ninguém andando por aí hoje em dia,
    palavra de muitos vieses.
    Com certeza um belo poema em forma de reflexão.

    ResponderEliminar