© SOL da Esteva - Acordar Sonhando
Já vi doentes, doentes
E doentes com saúde.
Na verdade e entrementes,
Atraem o alaúde.
...E doentes com paixão
Dos males que dizem ter?
Só pretendem compaixão
Sem tampouco a merecer.
Descobrir o que é verdade
Em gente que age assim,
Nem sequer, por caridade,
Se tem dó do fingimento.
...E eu só falo por mim
No meu pouco entendimento.
SOL da Esteva

Linda poesia e realmente há doentes de todas espécies...Uns apenas de alma! abraços, chica
ResponderEliminarBom dia de sábado, amigo Sol da Esteva!
ResponderEliminarHá males que são crônicos e outros que se adquire por circunstância.
Há os físicos, os emocionais, os morais e os espirituais...
Agora, os do fingimento é um mal reinante no século atual. Pena!
Tenha um final de semana abençoado!
Abraços fraternos de paz
Cualquiera que se tu camino, arroja semillas de amor.
ResponderEliminarmuchas no darán fruto; pero una sola que fructifique,
será una bendición y un bálsamo para quien lo recibe.
Un fuerte abrazo y un feliz fin de semana amigo!
Mari
Poema brilhante que muito gostei de ler. E quantas pessoas não há assim?... fingidas,
ResponderEliminar.
Feliz Sábado. Saudações poéticas
.
Tao bem dito!!!
ResponderEliminarLinda poesia, meus parabéns.
ResponderEliminarArthur Claro
http://www.arthur-claro.blogspot.com
Meu amigo Sol de Esteva
ResponderEliminarGosto em sextilha maior
De quadrinhas e, ora, veja:
Ao gosto popular, melhor.
Porém, gostei em soneto
O que compunha em quadrinha
Porém se fosse em dueto
Seria tua voz e minha.
Todo doente manhoso
Reclama, geme e mente
Para seu ego ir ao gozo
Por ver que o alheio sente.
Os bravos morrem de pé
E os covardes do medo.
O importante é ter fé
Em si e em algo em segredo.
Seja um Deus ou o Absoluto,
Extraterreno, Universo...
É bom a paz e não a permuto
Nem pelo prazer do verso.
Abraço fraterno. Laerte.
Porém se fosse em dueto
Seria a vo
Sim, existem os doentes só na sua imaginação , são os hipocondríacos...deveriam tratar-se , mas psicologicamente.
ResponderEliminarGostei do poema .
Desejo um bom fim de semana e deixo um abraço :)
Amigo Sol!
ResponderEliminarSabes que li esse seu excelente soneto sorrindo?
Por quê, você perguntaria! Porque você disse tudo certinho que
não vi em soneto algum! Gente que choraminga ou conta todos os seus males numa lamúria sem fim, sejam fingidos ou não, ao primeiro desconhecido (a) que aparece. E como é desagradável isso! Para quê?
Parabéns, querido amigo, como dizemos aqui, você foi certinho na mosca, ou colocou o dedo na ferida.
Beijo, reitero um, 2023 com saúde e paz.
Um soneto muito bom , nunca desmerecendo o trabalho que aqui tem apresentado.
ResponderEliminarPorem a dor e o sofrimento não se vêem. Se forem fingimento é porque não são doenças.
Choramingos e chorumelas sem doença ter afastam os interlocutores que se cansam desse inevitável fingidor
ResponderEliminarUm poema bem legal, um alerta para os fingidores de plantão
Adorei amigo Sol
Beijos e um maravilhoso fim de semana
Profundo poema hay personas tan desesperadas por atención que fingen para ser vistas. Te mando un beso.
ResponderEliminarInteressante e lindo soneto.
ResponderEliminarHá realmente pessoas pouco verdadeiras nas suas palavras ou atitudes.
Beijinhos
Uma grande verdade, Sol da Esteva.
ResponderEliminarConheço pessoas assim. Inventam doenças e problemas
não os havendo. Esquecem-se que no mundo há verdadeiro
sofrimento em todos os aspectos. E fico triste com isso.
Poema reflexivo, de que gostei muito.
Abraço
Olinda
Infelizmente há quem invente doenças. E até lhes dão baixa médica. E muitos deles vão entupir as urgências dos hospitais.
ResponderEliminarGrande e pertinente soneto. Os meus aplausos.
Boa semana, caro Oliveira.
Um abraço.
Olá!
ResponderEliminarvejo essa pessoas como carentes de afeto e querem chamar atenção.
Tenha uma semana repleta de luz
Abraços Loiva
Meu caro Solamigo
ResponderEliminarComo muito bem sabes, considero o Fernando Pessoa o maior entre os maiores poetas portugueses e não só. Multifacetado, conhecido e estudado mundialmente, Pessoa – que é um génio, disso não há dúvidas – escreveu uma autobiografia que ficou célebre e da qual transcrevo a primeira quadra:
“O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente”
Creio não ser preciso aditar mais quaisquer palavras. Pessoa, como sempre, disse tudo!
Abração
Henrique
--- falo por mim---
ResponderEliminarsoneto hilado con las avatares
de la propia vida que acontece
y nos deja su alegria o resquemor
allá donde el poeta pone su punto
de vista entre versos trillados de
profundas reflexiónes Sol Da esteva
ha sido un placer leerte querido amigo
te deseo Sol Da Esteva , tengas una feliz semana
llena de paz y amistad , muy apropiada la imagen
del prologa el esmerado soneto ..un fuerte abrazo
mi querido poeta y amigo . jr.
Pois... há doentes e doentes... eu que o diga, que ultimamente tenho "visitado" o hospital... :/
ResponderEliminarBeijinhos e boa saúde!
Tem doentes e doentes ...
ResponderEliminarVerdade ,pior é aquele que está doente mas não admite, rs
Muito bom os seu 'falo por mim' ,Esteva
Assim, simples !
Um abraço
É caso para dizer que há gente para tudo. Tem é que se respeitar prioridades e atender quem realmente precisa.
ResponderEliminarContinuação de boa semana.
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes
What a good poem. Thanks for sharing. Have a good day :)
ResponderEliminarOlá, meu amigo
ResponderEliminarHá um Convite lá no "Xaile de Seda".
Conto consigo.
Abraço
Olinda
Teu arco-ires sem cor
ResponderEliminarQue é a desilusão do ser
Segundo o meu entender
É um percalço do amor.
Por isso conforme for
Buscado no amor prazer,
Mas percalço deve haver
Na relação frio, calor.
O amor é doação
E paz e se desdobrarão
Em sedução a quem ama.
E essa ardente sedução
E paz, pois, conduzirão
À concupiscência e cama.
Voltei, meu prezado, para dizer que estou me recuperando muito bem de saúde e agradecer tua atenção fraterna. Deus seja louvado. Abraço cordial. Laerte.