© SOL da Esteva - Acordar Sonhando
Mirando o esforço dum idoso,
Um jovem nem teria de pensar.
Poderia sentir um certo gozo
E a sua juventude demonstrar.
Mas tal não é! Somente indiferença,
Daquela que magoa e dói no peito.
...Parecem de outro mundo, de nascença,
Porque sempre a tiveram com preceito.
Achando natural esse egoísmo
Repleto de direitos sem deveres
Que os conduzirão aquele abismo
Que apenas se vislumbra na distância...
Um dia, acabar-se-ão os quereres
Sobrando só restos da petulância.
SOL da Esteva

Lindíssimo de ler
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Bom fim de semana … cumprimentos
.
Pensamentos e Devaneios Poéticos
.
Infelizmente essa petulância existe e tantas vezes a vemos...Linda poesia! abraços, ótimo fds! chica
ResponderEliminarTriste, pero real, lo vivimos casi a diario, los valores se pierden y queda en su lugar el "yo"
ResponderEliminarUn soneto precioso Sol de Esteva...
Un abrazo y buen fin de semana
Excelente poema, parabéns. Obrigada pela partilha!
ResponderEliminar-
A emoção da voz, em triste noite escura ...
Beijos
Bom fim de semana.
Triste indiferença, meu amigo. Todos passamos pelos mesmos caminhos e o tempo mostrará que essa petulância não tem lugar. O egoismo, a sensação de que só existem direitos, o desrespeito... falhas de caráter inconcebíveis. Abraço.
ResponderEliminarProfundo poema. El mundo cada vez esta mas frió y lleno de ambiciones. Te mando un beso.
ResponderEliminarSuper blog
ResponderEliminarInfelizmente, parece que cada vez há mais pessoal indiferente e petulante.
ResponderEliminarProfundo e belo soneto.
Beijinhos
Uma triste verdade !!!XXX
ResponderEliminarUn soneto seguro y esclarecedor de que nuestra vida cambia con los años y las circunstancias ponen en evidencia si vamos por la vida a salvo de contrariedades, triste error del petulante que no podrá planchar las arrugas de su piel. Bueno, es posible que yo no haya entendido bien. Sea como fuere el soneto está CONSTRUIDO DE UN MODO PERFECTO.
ResponderEliminarBom dia de nova semana, amigo Sol da Esteva!
ResponderEliminarA petulância destrói a autoestima do outro que a recebeu.
Um dia todos irão passar pelo mesmo.
Tenha dias abençoados no Outono!
Abraços fraternos de paz
Petulancia , Sol Da Esteva hermoso poema donde la vida del joven petulante la derriba con indiferencia viendola pasar sin dejarse para si lo más bonito que es el simple detalle de apreciar la sencillez de vivir ---expresado con versos llenos de lirismo y emotivos mi querido amigo poeta Sol Da Esteva ---feliz fin de semana y un fuerte abrazo , tu amigo . jr.
ResponderEliminarA petulância é uma egoísta perda de tempo.
ResponderEliminarExcelente soneto, os meus aplausos.
Boa semana, caro Oliveira.
Um abraço.
Nossa...como é triste a petulância, mas tão real,
ResponderEliminarsentimento que afasta todos, vemos muito isso, sim.
Eu me afasto rapidinho de gente assim, com essa falta
de humanidade, às vezes de compaixão...
Você nos traz a realidade da vida, meu amigo, e isso é muito bom.
Aplausos, sempre.
Uma feliz semana pra você!
Um beijo.
A nossa sociedade está criando seres desumanizados e egocêntricos, infelizmente.
ResponderEliminarGrande abraço
Verdadeiro este soneto. Todos acabamos assim e sem forças para corrigir a juventude agressiva e esquecida das suas obrigações fundamentais.
ResponderEliminarLa verdad de la vida, todos hemos de llegar a ese estado de agotamiento, solo que mientras se es joven parece que nunca va a llegar
ResponderEliminarUn soneto tan real como la vida misma
Un abrazo
Olá, Sol da Esteva
ResponderEliminarPalavras que levam à reflexão. O desinteresse e falta
de atenção para com as pessoas mais velhas ameaçam
tornar-se numa moda. Não só na rua e nas filas seja para
o que for como no interior das famílias. E isso não só da
parte da juventude.
Gostei muito que tenha trazido este tema um tanto
esquecido, como se toda a gente aceitasse este estado de
coisas, sem mexer um dedo sequer.
Tenha uma boa semana.
Abraço
Olinda
Quem hoje é jovem, daqui a uns tempos será idoso, se lá chegar.
ResponderEliminarInfelizmente, a juventude não tem deveres, só tem direitos, mas a força física, a beleza, a mocidade não duram para sempre.
A petulância dura algum tempo, apenas. Todos temos o mesmo fim.
Beijinho e bom outono.
Todo es más acelerado y los valores se van perdiendo, lamentable pero real
ResponderEliminarUn beso, SOL
Belíssimo e realista poema!
ResponderEliminarInfelizmente, o mundo anda muito desumano!
Beijinhos, amigo Sol. Tudo de bom!
De nuevo querido amigo en tus versos, estos nos dejan en presencia de una realidad a veces desprovista de los valores que embellecen la vida
ResponderEliminarUn abrazo y buen fin de semana