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sábado, 13 de abril de 2019

Ansiedade




A ansiedade me consome
No desejo

De poder ter-te nos meus braços,
Num beijo inteiro,
Sem ser em pedaços...

O Amor de mim,
Não tem fim.

A ansiedade
É dúvida de quem ama.

Horas passadas lentamente
Num desespero que clama
Força para guardar
Relíquias de amar
Entre silêncio de dois.

A ansiedade de mim,
É o que agora sinto
Como nó na garganta.
É o meu peito que chora
Com lágrimas de dor sem fim...

Tu és a ansiedade
Que tomou conta de mim.


SOL da Esteva

14 comentários:

  1. Boa tarde. Aplausos para o seu belíssimo poema:))

    Hoje:-"A carta" - a esperança é a minha única salvação. {Poetizando e Encantado}

    Bjos
    Votos de um óptimo fim-de-semana.

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  2. Oh, dichosa ansiedad...
    nos faz sentir mal..!

    Preciosa poesia,
    beijos

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  3. Oi Sol,
    Triste e verdadeira poesia.
    A ansiedade toma conta de nós em todas as fases de vida, mas a pior é quando esquecemos de viver.
    Beijos no coração
    Lua Singular

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  4. Sem ser beijos aos pedaços
    Para ser um beijo inteiro,
    Tem que ser o mais certeiro
    Domínio dos quentes laços.

    Há que demarcar-se espaços,
    Mas entregar-se primeiro
    Como rende-se um arqueiro
    Sabendo dos seus percalços

    A vida é complexidade
    Quando o amor nos invade
    Dentro de nós dá um grito

    Tão alto e nada se escuta
    É a luz absoluta
    Que deixa o amor bonito!

    Grande abraço! Laerte.

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  5. Quando o amor atinge toda a sua intensidade é difícil estar distante da pessoa amada. Belo poema amigo.

    Abraços e uma ótima Páscoa para ti e para os teus.

    Furtado

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  6. Olá, meu querido amigo!

    Que poema triste, ansioso! Melhores dias virão, avise o seu eu-lírico. Caso não venham, só não há remédio para a morte.

    Beijos e boa semana.

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  7. Mais um poema que transmite a força do amor e a cor do desejo.
    A ansiedade alimenta e sustenta esse amor que é vida.

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  8. Há quem defenda que o Amor verdadeiro, autêntico, aquele que é único em toda a vida… não tem dúvidas, só tem certezas.
    Pessoalmente penso que este pensamento é um pouco… utópico.
    A insegurança é própria do ser humano, e por maior que seja a confiança “no outro” há momentos em que a dúvida surge, sim. E, com ela, vem a ansiedade.
    “Estarei eu a agradar-lhe completamente?” “Será que ele não acha as outras mais bonitas do que eu?”… E por aí fora.
    Mas… insegurança/incerteza não tenho nenhuma ao afirmar:
    Gostei muito do teu poema (o que não constitui propriamente novidade… 😊)

    APROVEITO PARA DESEJAR UMA DOCE PÁSCOA, ALEGRE E MUITO FELIZ, A TI E A TODA A FAMÍLIA.

    Feliz Terça-feira e uma boa semana.
    Beijinhos
    MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

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  9. Olá, Sol da Esteva

    Nem sempre o amor é, digamos, pacífico. A insegurança e a ansiedade
    também fazem parte desse querer. Como seres humanos que somos, estamos sujeitos ao vaivem das coisas da vida.

    Um belo poema. Coloca-nos no centro da problemática de que nada na vida deve ser tomado como garantido. Ainda com mais razão no que ao amor concerne. Mostrar e dizer que se ama é fundamental.

    Abraço

    Olinda

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  10. Por vezes a ansiedade manda mais do que nós. Não se pode deixá-la à deriva, há que tomar-lhe as rédeas!

    Feliz e Santo Tríduo Pascal e uma Feliz e Santa Páscoa!

    Beijinhos.

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  11. Que a alegria da Páscoa invada os nossos corações irradiando LUZ para iluminar e fazer brilhar o mundo em que vivemos, enchendo-o de Saúde, Paz e Amor.
    Lembremos os que não podem estar à nossa mesa, mas estão, SEMPRE, nos nossos corações.
    Feliz Páscoa!

    Beijinhos
    MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

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  12. O amor pode causar mesmo ansiedade. E forte...
    Magnífico poema.
    Caro amigo, um bom fim de semana e uma Páscoa feliz.
    Abraço.

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  13. Ah Sol que delícia te ler! Teu poema é triste, não sei porque amar é lindo, não importa se do lado ou não do ser amado, desejar a felicidade de quem se ama é amar verdadeiramente, ansiedade se aquieta quando deixamos correr as águas do rio que fará seu curso livre sem fugir dele. Abraço !

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