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sábado, 8 de setembro de 2018

O rumo desta vida




Sonhei haver sorrido uma vez só
E o peito cresceu nesse momento;
Mas, da palmadinha, tenho dó
Porque iniciou o meu tormento.

Comecei a vida assim dorida,
Aprendi que é bom estar calado
Tendo os meus carinhos e comida,
E um colinho bom e delicado.

Depois, despertei para o real.
Sinto a palmadinha (que persiste)
E o demais me é dado por medida.

Não me queixo do que esteja mal
Mas reajo a tudo o que resiste
A mudar o rumo desta vida.



SOL da Esteva

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15 Comentários:

Blogger Larissa Santos disse...

Bom doa. Um poema muito rico, poeticamente falando. Adorei:))

Bjos
Bom Sábado

8 de setembro de 2018 às 10:12  
Blogger La Gata Coqueta disse...

Muy buenos días amigo, deseando que tengas un buen fin de semana llena de éxitos!

Un abrazo

8 de setembro de 2018 às 10:27  
Blogger Célia Rangel disse...

Há em seus versos, melancolia. Melancolia essa, de um ser vivente que passou e passa por todas as fases da vida, com lucidez do que lhe é permitido... Aqui fico meditando...
Abraço.

8 de setembro de 2018 às 13:14  
Blogger Paula McGill disse...

AHHH!!!
Tao pequenino!!!
E ela tao nova e cheia de sonhos!!!
Ele vai ser um homem de caracter!
Prometo!
<3

8 de setembro de 2018 às 14:47  
Anonymous alfacinha disse...

O filho duma poeta aprenderá falar com palavras sensíveis e nas cores do arco- da- velha

8 de setembro de 2018 às 15:01  
Blogger Cidália Ferreira disse...

Um postagem cheia de beleza e esperança!! Amei!!

Nossas vidas, filhas da pouca sorte. {Poetizando e Encantando}

Beijos e um bom fim de semana!

8 de setembro de 2018 às 15:41  
Blogger Olinda Melo disse...

Olá, Sol

É bom cultivarmos o dom de poder reagir a tudo aquilo que nos impede de seguir por caminhos que consideramos os melhores. A capacidade de mudar de rumo e de incentivarmos a mudança é fundamental para que a nossa vida possa ter sentido.

Abraço

Olinda

8 de setembro de 2018 às 18:50  
Blogger Sandra Reis disse...

Poema lindíssimo
Parabéns!
Beijinho

8 de setembro de 2018 às 20:07  
Blogger lua singular disse...

Oi Sol,
Só uma palmadinha
Eu apanhei tanto até desfalecer, era adotada ela mia tia tinha raiva de mim. À vezes era doce. Acho que não "batia bem da bola"
Casei-me cedo e fui para bem longe e ela gostou.
Aí sim que foi aproveitar a vida com meu marido, mas logo morreu.
Eu não levei palmadinha, levei surra até desmaiar, estou viva.
Perdi seu email, passa pra mim.
Beijos no coração
Lua Singular

8 de setembro de 2018 às 23:13  
Blogger Diná Fernandes de Oliveira Souza Souza2 disse...

Uma capacidade se superação vejo em seus versos. Poema com um toque
melâncólico, mas que não perdeu a belezapoética.
Saudades querido amigo.
Votos de uma abençoada semana!

Bjss!

10 de setembro de 2018 às 04:13  
Blogger A Nossa Travessa disse...

Meu caro Solamigo

Poizé uma palmadinha deu origem a um belo soneto daqueles que tu sabes fazer. Porém desta fita pegas numa palavra aparentemente comezinha e rodeia-a de outras que lhe dão outra vida e outro sentido.

Lembraste-me a minha mãe (e agora o politicamente incorrectode quem nunca gostei) que administrava a justiça aos três filhos com uma colher de pau. Só resto eu e mesmo sem poema nunca me esqueço delas: da colher de pau e... da minha mãe.

Um abração deste teu amigo e admirador
Henrique, o Leãozão

INFORMAÇÃO
Já está postado na Nossa Travessa um novo textículo deste feita inócuo, portanto sem qualquer tipo de provocação, de agressão erótica ou de imagem chocante, enfim próprio para todas as idades, sexos, profissões e até religiosos, agnósticos e ateus. Tem características internacionalistas e o seu título é AS PRIMAS DE MONTREAL mas não precisa de tradução para os comentários que se aguardam.

10 de setembro de 2018 às 13:59  
Anonymous Arte & Emoções disse...

Oi Sol! Belo, profundo, mas um tanto melancólico o teu poema.

Abraços e uma ótima semana para ti e para os teus.

Furtado

10 de setembro de 2018 às 20:41  
Blogger Luis Coelho disse...

O amor e a dor que resiste e nos faz saber da vida o sabor.
Excelente soneto.

11 de setembro de 2018 às 06:48  
Blogger CÉU disse...

Uma fotografia, que, decerto mto lhe diz, meu estimado amigo Sol!

Temos de ter forças anímicas para resistirmos àquilo k nos quer "moldar".
Mudar de rumo, talvez seja a melhor solução.

Beijos e um excelente fim de semana.

14 de setembro de 2018 às 21:59  
Blogger silvioafonso disse...

Muito bom soneto. Palmas
para você.

Um grande abraço.



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17 de setembro de 2018 às 19:54  

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