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sábado, 9 de junho de 2018

Se algum dia morreres

                                        

Se algum dia morreres, matei-te!

Morre metade de mim
Nesse desespero
De não saber viver
Uma imensa solidão.

Se algum dia morreres,
Eu vou sentir-me
Adentro do coração
Que morre nesse momento;
Terei meus olhos furados,
Os dias serão mais negros
E cairei aos bocados
Da lepra que me devora
E a morte que namora
Num estranho ritual...

Não haverá razão
A sobrepor-se ao coração.


Nada, nem ninguém,
Poderá ser arvorada
De Justiça descarada
Do que sinto por alguém.

Se algum dia morreres,
Sabe,
Eu morro também!


SOL da Esteva

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17 Comentários:

Blogger Olinda Melo disse...

Olá, Sol

Sim, no amor é assim mesmo, se o ser amado sofre também nós sofremos, choramos as suas mágoas como se nossas fossem. Se a solidão lhe afecta a vida procuramos encontrar solução para isso, mostrando-lhe caminhos para a paz de espírito e que a vida tem momentos dignos de serem vividos. Com a sua morte, morre também grande parte de nós.

Um grande Poema, sofrido e belo.

Abraço

Olinda

9 de junho de 2018 às 09:21  
Blogger Larissa Santos disse...

Intensas as suas palavras. Adorei o poema. :))

Hoje:- { Poetizando e Encantando} Trazias flores, e um misterioso olhar.

Bjos
Votos de um óptimo Sábado

9 de junho de 2018 às 11:27  
Blogger Célia Rangel disse...

Morre-se por amor e pelo amor... Melhor seria viver por amor e pelo amor...
Abraço.

9 de junho de 2018 às 12:19  
Blogger Acrescenta Um Ponto ao Conto disse...

Pior que morrer de amor é morrer sem ter amado.
Belissimo poema!

Está quase a chegar ao fim o nosso conto escrito a várias mãos.
Convidamos a ler o penúltimo capítulo do nosso conto "Voar Sem Asas"
https://contospartilhados.blogspot.com/2018/06/voar-sem-asas-capitulo-xv.html

Bom fim-de-semana
Saudações literárias!

9 de junho de 2018 às 17:25  
Blogger CÉU disse...

Olá, meu querido amigo Sol!

E a tristeza continua por aqui! Quero pensar que esta temática seja meramente coincidência poética.

todos morremos um dia, inevitavelmente, mas morre-se vivo, também e isso é bem pior que a morte, propriamente dita.

Se for morte, morte, ficamos tristes e abalados, mas, pouco a pouco, tudo se irá recompondo, embora no caso dos homens, quer em divórcio ou por morte da companheira de "n" anos, a "coisa" não seja nada fácil.

vamos pensar em vida, longe ou perto, mas vida.

Beijo e bom domingo.

9 de junho de 2018 às 23:56  
Blogger lua singular disse...

Oi Sol,
Morre não e ainda me casei de novo e criei meu filho um homem culto e honesto.
Só Deus sabe nossa hora
Beijos no coração
Lua Singular

10 de junho de 2018 às 01:46  
Blogger Diná Fernandes O.Souza disse...

Olá querido amigo , Sol de ESteva!
Versos intensos e doridos. Já que o poeta é um bom e grande fingidor, creio que, o que aqui leio seja apenas inspiração!

Votos de um feliz fim de semana!
Bjs amigo!

10 de junho de 2018 às 02:57  
Blogger Mariazita disse...

Que bem descreves o que é perder alguém, amigo SOL!
O teu poema, para além da habitual beleza, mostra claramente a sensação que se tem quando se perde alguém que se ama - a vontade de o acompanhar na longa viagem!
Diz-me muito, este poema, como podes imaginar. E, principalmente nesta altura (princípios de Junho) calou fundo!

RE: Gostei muito das tuas palavras de apoio e carinho na minha "CASA".
OBRIGADA!

Votos de um Domingo feliz
Beijinhos
MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

10 de junho de 2018 às 08:42  
Blogger Maria Rodrigues disse...

Apaixonada, sentida e profunda declaração de amor.
Maravilhoso poema.
Bom domingo e uma excelente semana
Beijinhos
Maria
Divagar Sobre Tudo um Pouco

10 de junho de 2018 às 15:41  
Blogger Majo Dutra disse...

Para ser sincera, não compreendo o 1º verso!
Penso que seria mais lógico, ''mataste-me!''...
Sobreviver sem um grande amor, é de facto uma situação muito dolorosa e complicada.
O poema está bem expressivo e impressivo...
Nada de pensar em mortes...
Temos que saltar muitas fogueiras de Sto António.
Abraço, Sol Amigo.
~~~~

10 de junho de 2018 às 22:23  
Blogger Luis Coelho disse...

Poema para ler e reler sempre no impessoal.

11 de junho de 2018 às 08:29  
Blogger Existe Sempre Um Lugar disse...

Boa tarde, morrer por amor é o menos custa ao contrario do sofrimento que o amor causa, o poema é lindo.
Bom fim de semana,
AG

11 de junho de 2018 às 15:36  
Blogger Zilani Célia disse...

OI SOL!
QUE LINDO AMIGO.
PARA POETAR SOBRE A DESILUSÃO DE UM AMOR QUE SE ACABA, SOMOS CAPAZES DE MORRER, MESMO QUE SÓ EM VERSOS.
ABRÇS
http://zilanicelia.blogspot.com.br/

11 de junho de 2018 às 21:50  
Anonymous Arte & Emoções disse...

Realmente, quando o amor atinge toda a sua intensidade unifica os seres. belo poema amigo Sol.

Abraços,

Furtado

12 de junho de 2018 às 15:48  
Blogger Smareis disse...

Que lindo poema Sol.
Gostei da forma que escreveste.
Continuação de boa semana!
Um abraço!
Escrevinhados da Vida

14 de junho de 2018 às 23:02  
Blogger Fá menor disse...

Quando morre alguém que amamos, morre sempre um bocado de nós.

Bom fim-de-semana, amigo Sol.

Beijinhos.

15 de junho de 2018 às 11:40  
Blogger Jaime Portela disse...

Um poema ultra romântico.
Gostei imenso, parabéns pela excelência poética.
Bom fim de semana, caro amigo.
Abraço.

15 de junho de 2018 às 18:47  

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