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sábado, 30 de junho de 2018

O sonho em que medito




Quero-te
Como no primeiro dia,
Que foi nascimento
E também minha ilusão.

Eu não soube guardar
A alegria
No êxtase da adoração.

Perdi-te!...
…Continuo a amar-te.
Disse-te do meu Amor
E soubeste compreender
Partilhando esse sabor, 
Entrega e doação…

Selamos, num beijo,
O juramento comum
Livremente aceite e dito.

Agora, sinto-me só
Num casulo de Amor
E por companhia 
A dor
E o sonho em que medito.


SOL da Esteva

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14 Comentários:

Blogger Larissa Santos disse...

Bom dia. Poema lindo demais. Parabéns...Adorei :))

Bjos

Um óptimo Sábado

30 de junho de 2018 às 09:25  
Blogger Célia Rangel disse...

Ah! Se não fossem nossos sonhos... Como teríamos força para sobrevivermos? Poema que é um sonho em realidade!
Abraço.

30 de junho de 2018 às 15:01  
Blogger Maria Rodrigues disse...

Quantas vezes os sonhos ajudam a seguir em frente.
Nostálgico, apaixonado e belo poema
Beijinhos
Maria
Divagar Sobre Tudo um Pouco

1 de julho de 2018 às 20:34  
Blogger lua singular disse...

Oi Sol,
Adorei sua poesia cheia de amor
Você é o cara!
Beijos no coração
Lua Singular

1 de julho de 2018 às 21:02  
Blogger Luis Coelho disse...

Momentos que interiorizamos e que serão apenas e só nossos.
Momentos de poesia que nos encanta pelo sua beleza.

2 de julho de 2018 às 07:28  
Blogger Mariazita disse...

Meu querido SOL
Não fosse eu saber que "o poeta é um fingidor"... e diria que aqui temos mais um "poema do desencanto"...
A verdade é que as melhores obras não foram escritas em momentos particularmente felizes...
Deixemo-nos de rodeios. É um excelente poema, e eu gostei muito!

Votos de uma boa semana.
Beijinhos
MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

2 de julho de 2018 às 10:17  
Blogger Rui Pires - Olhar d'Ouro disse...

Sublime forma de juntar as palavras criando um poema maravilhoso.
Abraço.

Olhar d'Ouro - bLoG
Olhar d'Ouro - fAcEbOOk

2 de julho de 2018 às 14:43  
Anonymous Arte & Emoções disse...

Belo e profundo poema. Sonhar ainda é um dos nossos direitos que jamais poderá ser confiscado.

Abraços,

Furtado

2 de julho de 2018 às 22:07  
Blogger Smareis disse...

Um poema maravilhoso que adorei ler.
Que o mês de julho seja de muitas bênçãos em sua vida.
Beijos!
Uma ótima semana!

3 de julho de 2018 às 06:53  
Blogger Olinda Melo disse...

Olá, Sol

Por vezes só nos restam os sonhos. Há sempre aquela esperança de que um dia os possamos realizar. Penso até que, de tanto pensarmos neles, transformam-se quase numa segunda pele. E como a dita esperança é a última a morrer, acompanham-nos pela vida fora.

Abraço

olinda

3 de julho de 2018 às 22:08  
Blogger Majo Dutra disse...

De facto, é triste…
Perder a alegria e viver com dor num casulo…
Salvam-no os sonhos…
Um poema bastante melancólico, mas bem construído.
Abraços, Sol amigo.
~~~~

5 de julho de 2018 às 19:32  
Blogger SILO LÍRICO - Poemas, Contos, Crônicas e Outras disse...

Muito bom, teu poema, amigo! Gosto de tuas colocações que transbordam de uma alma de poeta. Para ser poeta há de ter-se alma de poeta! Admiro muito teus versos! Parabéns!

6 de julho de 2018 às 14:20  
Blogger Fá menor disse...

Mas é preciso sonhar, regar e cuidar sempre da flor, ainda que transborde a dor.
Beijinhos, amigo Sol.

6 de julho de 2018 às 21:02  
Blogger CÉU disse...

Olá, meu querido amigo!

Começo por agradecer as magníficas e poéticas palavras, que deixou no meu blogue. Não sei se o Alentejo ficou mais dourado ou não, mas eu fiquei um pouco mais moreninha, mas nada de excessos, pke com o sol não se brinca.

Li e reli o seu poema, que mantém a mesma tónica e temática de há algum tempo: a amada partiu, foi-se embora e o meu amigo continua a amá-la e a lamentar a situação, já pra não falar da solidão k sente e k descreve.

Vamos imaginar k a situação é real: ela decidiu partir, foi para outro lugar, país, mas decerto k não se podem esquecer tantos anos de amor e cumplicidade. Qdo há separação, a culpa é sempre dos dois, das 2 pessoas envolvidas, quero eu dizer. De qualquer forma, não podemos e nem devemos "prender" ninguém a nós. A pessoa é livre para poder decidir e este tipo de coisas são um acumular de situações desagradáveis, de anos silenciosos, diria mesmo. Há um cansaço há mto escondido, mas um dia a "coisa" rebenta e por mais poemas k se escrevam, por mais arrependimento k se mostre, a situação raramente retrocede e qdo há apoio familiar, sobretudo por parte dos filhos, pouco há a fazer, neste caso.

Compreendo perfeitamente o conteúdo do poema, acho eu, mas tb acho k a vida continua, independentemente da idade. k tenhamos. Não há 2 amores iguais, mas na minha perspetiva, não há melhor amor que o mais recente.

Beijos e dias mais felizes.

6 de julho de 2018 às 22:59  

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