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A esperança
Volta, doce Amor, ao meu encanto
E muito docemente me abraça.
Escutem, teus ouvidos, esse canto
Feito, na magia que repassa.
Cubra-nos, a paz, com o seu manto
E o silêncio doce não te fira.
A verdade, nua, é que amo tanto
Que noutras roupagens te vestira.
Gravem-se, no peito, lá bem fundo,
Os sulcos vitais de vida nova,
Visíveis, além do fim do mundo.
Para bem vivermos a lembrança
Dum Amor que agora se renova,
Grave-se, no tempo, a esperança.
SOL da Esteva
Oi Sol!
ResponderEliminarEsperança que fala de amor! Amor que reveste cada palavra de sua linda poesia!
Beijo carinhoso!
Como é dulcíssimo este soneto amoroso!
ResponderEliminarUma maravilha, Sol, tão caloroso no Inverno,
como no Verão...
Ótima semana, amigo,
Bj ~~~~~~~~~~~~~
É na esperança ao se reviver um grande amor que nos contagiamos para mais vida!
ResponderEliminarAbraço.
Não sei do porque de pensar na Virgem do Advento lendo seu poema. Ficou lindo!Um grande abraço!
ResponderEliminarLindo sua poesia de amor
ResponderEliminarQue Deus o abençoe
Beijos no coração
Minicontista2
Que poema sensível e belo! Gostei d eler essa preciosidade.
ResponderEliminarAbraço.
Diná
Que essa mesma seja sempre a última a morrer!
ResponderEliminarBelo poema!!
Abraço e boa semana.
Sol:
ResponderEliminarA esperança de mão dada com o amor.
Um belo e apaixonado poema.
Beijinho