Poemas da minha vida, situados entre sonhos, realidades e poesia...
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sábado, 8 de outubro de 2016
Ninguém me desdiga
Não confio em ti, amiga, Porque não sabes agir. Desgosta-me Que tenhas tal sentir, Porque o meu desejo É dar-te um beijo, Ter-te aqui, Longe de mim e tão perto, Como o comum respirar...
Desgosta-me Que ajas no modo, Que não é modo de agir.
Sabendo do medo tremendo De tanto te desejar, Como podes ir fazendo Para tanto magoar No pouco que possas dar?
Não confio em ti, Amiga Mas, que por tanto te amar, A ti me hei-de entregar E que ninguém me desdiga.
Fiquei a refletir, há paixões que possuem tudo para não dar certo, mas enquanto duram... Podem trazer muito sofrimento... Lembrei a canção «When a man loves a woman»... Muito bem idealizada e poetada esta paixão fatídica... Ótima semana de sol outonal. Abraço, Sol. ~~~~~~~
Oi Sol, Como somos diferentes: eu aposto nas minhas ilusões e a maioria virou realidade, o problema que a morte sempre rondou meus noivos- muitos morreram e de quem eu mais gostava não quis me casar com ele. A coisa mais difícil é não deixar o que tenho no meu cérebro voltar. Beijos Lua Singular
Tenho andado um pouco afastado, culpa minha, trabalho e algum desleixo. Vim por a leitura em dia, difícil, por ser muita mas o prazer suplanta a quantidade. O talento e essa inspiração está, cada vez mais, refinado. Noto, talvez impressão minha, uma nova fase na poesia, um estilo um pouco diferente, no entanto com a mesma qualidade. Este ultimo poema é maravilhoso. Um abraço
E o sujeito poético não se conforma com o conformismo da Amiga. Decerto haverá razões... Em todo o caso, vale sempre a pena lutar pelo que se ama. Gostei imenso, Sol. Bjo
Um poema muito bem concebido!
ResponderEliminarAbraço
É triste quando não conseguimos confiar em que amamos tanto.
ResponderEliminarBelissímo poema
Beijinhos
Maria
Canto de desencanto porque nem sempre na amizade se pode confiar.
ResponderEliminarCada pessoa tem as suas razões e o poeta sabe-o.
Um poema que demonstra tamanho desapego do amor próprio... Que se submete ao outro... ainda que sem ser correspondido! Corajoso!
ResponderEliminarAbraço.
Belissímo poema!! Um abraço
ResponderEliminarQuando se perde a confiança é porque a amizade não existe mais e o que dela sobrou são fragmentos de saudade
ResponderEliminarUm poema excepcional amigo Sol
Beijos
Oi Sol,
ResponderEliminarUm lindo e triste poema.
Não devemos nunca sofrer por amor.
Beijos no coração
Lua Singular
Fiquei a refletir, há paixões que possuem tudo para não dar certo, mas enquanto duram...
ResponderEliminarPodem trazer muito sofrimento...
Lembrei a canção «When a man loves a woman»...
Muito bem idealizada e poetada esta paixão fatídica...
Ótima semana de sol outonal.
Abraço, Sol.
~~~~~~~
O amor quando atinge certa intensidade, a separação é inaceitável. belo poema amigo.
ResponderEliminarAbraços,
Furtado
Oi Sol,
ResponderEliminarComo somos diferentes: eu aposto nas minhas ilusões e a maioria virou realidade, o problema que a morte sempre rondou meus noivos- muitos morreram e de quem eu mais gostava não quis me casar com ele.
A coisa mais difícil é não deixar o que tenho no meu cérebro voltar.
Beijos
Lua Singular
Tenho andado um pouco afastado, culpa minha, trabalho e algum desleixo.
ResponderEliminarVim por a leitura em dia, difícil, por ser muita mas o prazer suplanta a quantidade.
O talento e essa inspiração está, cada vez mais, refinado.
Noto, talvez impressão minha, uma nova fase na poesia, um estilo um pouco diferente, no entanto com a mesma qualidade.
Este ultimo poema é maravilhoso.
Um abraço
E o sujeito poético não se conforma com o conformismo da Amiga. Decerto haverá razões...
ResponderEliminarEm todo o caso, vale sempre a pena lutar pelo que se ama.
Gostei imenso, Sol. Bjo