Oi amigo, Doeu até minha alma o seu desabafo. Saia daí enquanto tiver tempo, tem a filha que os receberão de braços abertos. Não sofra. Ninguém merece. Beijos Minicontista2
Oi Sol! É triste mesmo, Já não posso dizer se ainda tenho esperanças em ver esta corja de malfeitores fora da nossa Pátria... Mas vamos ter fé! Beijos, obrigado... Mariangela
um soneto feito a pensar na época actual mas esperemos que não seja como diz, pelo menos que a esperança prevaleça em nós e no nosso povo. bom fim de semana. beijo :)
Complimenti Sol per questi brevi ma ottimi versi. Per favore potresti tornare da me e vedere se riesci ad aprire il filmato dell'ultimo post. Ho cambiato sistema di pubblicazione e contatto tutti quelli che non sono riusciti a vedere i precedenti. Un amichevole abbraccio.
Os poetas podem escrever o que muito bem lhes der na vontade e há que diversificar a temática.
Não acredito, nem há indícios que revelem que Portugal deixe de ser nação. Pertencemos à Europa, somos independentes, pedimos mas pagámos, cumprimos prazos, e agora com este governo vamos ver qual a atuação e temos um passado muito forte e brilhante, que parece não influenciar o presente, mas influencia, nem que seja, parcialmente. Meu amigo, meu HOMEM DE ARMAS, no bom sentido, claro, não ligue às aberrações que vemos atualmente. É assim mesmo. O "mundo é composto de mudança" e muitas vezes para pior, mas a lei do equilíbrio faz-se sempre, seja de que forma for. Geralmente, não é feita pelos Homens, mas por Deus. As calamidades, normal e infelizmente resolvem situações desgarradas. Lembre-se, por exemplo, do terramoto de 1755. O Marquês de Pombal foi um fazedor excelente e um "ditador", dirão outros, por ter mandado executar muitos nobres, nomeadamente os Távora, mas a sede do poder "cega" a humanidade. É sempre assim. O balanço da sua governação ronda os 80%, de positividade, claro.
Velhos e velhas do Restelo sempre os haverá. Todavia, são esses que têm férias prolongadíssimas, bons carros, do bom e do melhor, mas têm "pena" dos "pobrezinhos", dos que ganham o salário mínimo nacional, que já não sei qto é, mas deve rondar os 1.000 euros (evidente que estou a gracejar). Isto, agora, é só pedir, k a varinha mágica concede tudo, mas se ela se desajeita, vamos retroceder, não há outra hipótese, mas não deixaremos de ser NAÇÃO, bem pelo contrário.
Amigo SOL: Portugal, como nação, nunca acabará. Agora, decidir todo o seu destino, o seu percurso, o melhor para o seu povo.Aí sim, tem a tutela da união europeia. A não ser que saia dela, e por consequência do euro. Ninguém é verdadeiramente independente. Desde que, dependa de alguma forma de alguém. Seja economicamente, financeiramente, ou de alguma religião ou credo.
Por vezes, a nossa tendência é fazer uma leitura menos positiva do presente que vivemos. Contudo, há sempre vários factores que se entrelaçam e que vão ditando o andamento das coisas. O que é hoje, o que está em voga neste momento, pode não o ser amanhã.Trata-se da imprevisibilidade da vida e de "cada cabeça sua sentença", como diz o povo, e os últimos tempos têm sido prova disso. Mas, penso que o conceito de Nação leva-nos a crer que é um dado que existirá sempre.E porquê? Porque se trata de um sentimento, sentimento de pertença, da partilha de coisas perenes como a língua, a história como povo, dos mitos que nos fazem acreditar em heróis. Estes, heróis e mitos, são a nossa força, e ancorados neles arrostaremos quaisquer dificuldades que apareçam.
Um Poema que nos leva a reflectir sobre a nossa condição como amantes e defensores da Pátria.
Por vezes, a nossa tendência é fazer uma leitura menos positiva do presente que vivemos. Contudo, há sempre vários factores que se entrelaçam e que vão ditando o andamento das coisas. O que é hoje, o que está em voga neste momento, pode não o ser amanhã.Trata-se da imprevisibilidade da vida e de "cada cabeça sua sentença", como diz o povo, e os últimos tempos têm sido prova disso. Mas, penso que o conceito de Nação leva-nos a crer que é um dado que existirá sempre.E porquê? Porque se trata de um sentimento, sentimento de pertença, da partilha de coisas perenes como a língua, a história como povo, dos mitos que nos fazem acreditar em heróis. Estes, heróis e mitos, são a nossa força, e ancorados neles arrostaremos quaisquer dificuldades que apareçam.
Um Poema que nos leva a reflectir sobre a nossa condição como amantes e defensores da Pátria.
Receio que estejas coberto de razão, amigo.
ResponderEliminarCom o rumo que as coisas têm vindo a tomar... talvez um milagre (?) nos possa salvar.
Obrigada pelo teu comentário e votos de sucesso.
Desejo que o Novo Ano traga dias muito felizes.
Beijinhos
MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS
Receio que estejas coberto de razão, amigo.
ResponderEliminarCom o rumo que as coisas têm vindo a tomar... talvez um milagre (?) nos possa salvar.
Obrigada pelo teu comentário e votos de sucesso.
Desejo que o Novo Ano traga dias muito felizes.
Beijinhos
MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS
Oi amigo,
ResponderEliminarDoeu até minha alma o seu desabafo. Saia daí enquanto tiver tempo, tem a filha que os receberão de braços abertos.
Não sofra. Ninguém merece.
Beijos
Minicontista2
Oi Sol!
ResponderEliminarÉ triste mesmo, Já não posso dizer se ainda tenho esperanças em ver esta corja de malfeitores fora da nossa Pátria...
Mas vamos ter fé!
Beijos, obrigado...
Mariangela
Esperemos que não, amigo, apesar de tão bem cantadao aqui...
ResponderEliminarUm abraço
um soneto feito a pensar na época actual mas esperemos que não seja como diz, pelo menos que a esperança prevaleça em nós e no nosso povo.
ResponderEliminarbom fim de semana.
beijo
:)
Não quero acreditar que tal venha a acontecer mas pelo "andar da carruagem" acho que acabarás por ter razão.
ResponderEliminarUm grande abraço cá do Algarve.
Essa imagem é muito linda!
ResponderEliminarApenas substituindo o nome do seu país pelo meu... Essa sua "Poesia de Vida" retrata igualdade de condições político-sociais! Infelizmente!
ResponderEliminarAbraço.
Complimenti Sol per questi brevi ma ottimi versi. Per favore potresti tornare da me e vedere se riesci ad aprire il filmato dell'ultimo post. Ho cambiato sistema di pubblicazione e contatto tutti quelli che non sono riusciti a vedere i precedenti. Un amichevole abbraccio.
ResponderEliminarOlá, estimado Sol!
ResponderEliminarOs poetas podem escrever o que muito bem lhes der na vontade e há que diversificar a temática.
Não acredito, nem há indícios que revelem que Portugal deixe de ser nação. Pertencemos à Europa, somos independentes, pedimos mas pagámos, cumprimos prazos, e agora com este governo vamos ver qual a atuação e temos um passado muito forte e brilhante, que parece não influenciar o presente, mas influencia, nem que seja, parcialmente. Meu amigo, meu HOMEM DE ARMAS, no bom sentido, claro, não ligue às aberrações que vemos atualmente. É assim mesmo. O "mundo é composto de mudança" e muitas vezes para pior, mas a lei do equilíbrio faz-se sempre, seja de que forma for. Geralmente, não é feita pelos Homens, mas por Deus. As calamidades, normal e infelizmente resolvem situações desgarradas. Lembre-se, por exemplo, do terramoto de 1755. O Marquês de Pombal foi um fazedor excelente e um "ditador", dirão outros, por ter mandado executar muitos nobres, nomeadamente os Távora, mas a sede do poder "cega" a humanidade. É sempre assim. O balanço da sua governação ronda os 80%, de positividade, claro.
Velhos e velhas do Restelo sempre os haverá. Todavia, são esses que têm férias prolongadíssimas, bons carros, do bom e do melhor, mas têm "pena" dos "pobrezinhos", dos que ganham o salário mínimo nacional, que já não sei qto é, mas deve rondar os 1.000 euros (evidente que estou a gracejar).
Isto, agora, é só pedir, k a varinha mágica concede tudo, mas se ela se desajeita, vamos retroceder, não há outra hipótese, mas não deixaremos de ser NAÇÃO, bem pelo contrário.
Dias luminosos.
Beijos.
Infelizmente penso que é capaz de vir a ser uma realidade.
ResponderEliminarUm abraço
Maria
Amigo SOL: Portugal, como nação, nunca acabará. Agora, decidir todo o seu destino, o seu percurso, o melhor para o seu povo.Aí sim, tem a tutela da união europeia. A não ser que saia dela, e por consequência do euro. Ninguém é verdadeiramente independente. Desde que, dependa de alguma forma de alguém. Seja economicamente, financeiramente, ou de alguma religião ou credo.
ResponderEliminarParabéns pelo texto! Fez-nos refletir.
Abraço forte!
Mário
Caro Sol
ResponderEliminarPor vezes, a nossa tendência é fazer uma leitura menos positiva do presente que vivemos. Contudo, há sempre vários factores que se entrelaçam e que vão ditando o andamento das coisas. O que é hoje, o que está em voga neste momento, pode não o ser amanhã.Trata-se da imprevisibilidade da vida e de "cada cabeça sua sentença", como diz o povo, e os últimos tempos têm sido prova disso. Mas, penso que o conceito de Nação leva-nos a crer que é um dado que existirá sempre.E porquê? Porque se trata de um sentimento, sentimento de pertença, da partilha de coisas perenes como a língua, a história como povo, dos mitos que nos fazem acreditar em heróis. Estes, heróis e mitos, são a nossa força, e ancorados neles arrostaremos quaisquer dificuldades que apareçam.
Um Poema que nos leva a reflectir sobre a nossa condição como amantes e defensores da Pátria.
Abraço
Olinda
Caro Sol
ResponderEliminarPor vezes, a nossa tendência é fazer uma leitura menos positiva do presente que vivemos. Contudo, há sempre vários factores que se entrelaçam e que vão ditando o andamento das coisas. O que é hoje, o que está em voga neste momento, pode não o ser amanhã.Trata-se da imprevisibilidade da vida e de "cada cabeça sua sentença", como diz o povo, e os últimos tempos têm sido prova disso. Mas, penso que o conceito de Nação leva-nos a crer que é um dado que existirá sempre.E porquê? Porque se trata de um sentimento, sentimento de pertença, da partilha de coisas perenes como a língua, a história como povo, dos mitos que nos fazem acreditar em heróis. Estes, heróis e mitos, são a nossa força, e ancorados neles arrostaremos quaisquer dificuldades que apareçam.
Um Poema que nos leva a reflectir sobre a nossa condição como amantes e defensores da Pátria.
Abraço
Olinda
Será que estamos para sempre condenados a mais do mesmo...?
ResponderEliminarExcelente soneto, caro amigo. Gostei imenso.
Bom fim de semana, caro Sol.
Abraço.
Gostei do soneto, mas não adorei a profecia.
ResponderEliminarMas aqui o que importa é o poeta, e esse, está com o sentimento e a duvida natural.
Um lamento muito sentido num belo soneto.
ResponderEliminarProvavelmente será este o nosso fado...
Tenhamos ESPERANÇA!
Bjo, Sol