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sábado, 16 de janeiro de 2016

O tempo, é esquecimento




 

Acredite quem quiser:
Ninguém vai ser obrigado
A cumprir o que disser.
...É igualzinho ao passado!...

Mas o direito é igual,
Medido pela ambição.
Um dia, o meu Portugal,
Deixará de ser Nação.

Lamento, no meu tormento,
Não poder acreditar,
Que o tempo é esquecimento.

...É que isto vai durar,
Até se ouvir o lamento

Num Povo que vai chorar!


SOL da Esteva

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18 Comentários:

Blogger Mariazita disse...

Receio que estejas coberto de razão, amigo.
Com o rumo que as coisas têm vindo a tomar... talvez um milagre (?) nos possa salvar.

Obrigada pelo teu comentário e votos de sucesso.
Desejo que o Novo Ano traga dias muito felizes.

Beijinhos
MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

16 de janeiro de 2016 às 10:31  
Blogger Mariazita disse...

Receio que estejas coberto de razão, amigo.
Com o rumo que as coisas têm vindo a tomar... talvez um milagre (?) nos possa salvar.

Obrigada pelo teu comentário e votos de sucesso.
Desejo que o Novo Ano traga dias muito felizes.

Beijinhos
MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

16 de janeiro de 2016 às 10:33  
Blogger Dorli Ramos disse...

Oi amigo,
Doeu até minha alma o seu desabafo. Saia daí enquanto tiver tempo, tem a filha que os receberão de braços abertos.
Não sofra. Ninguém merece.
Beijos
Minicontista2

16 de janeiro de 2016 às 12:55  
Blogger Mariangela do Lago Vieira disse...

Oi Sol!
É triste mesmo, Já não posso dizer se ainda tenho esperanças em ver esta corja de malfeitores fora da nossa Pátria...
Mas vamos ter fé!
Beijos, obrigado...
Mariangela

16 de janeiro de 2016 às 16:56  
Blogger Daniel C.da Silva (Lobinho) disse...

Esperemos que não, amigo, apesar de tão bem cantadao aqui...

Um abraço

16 de janeiro de 2016 às 17:05  
Blogger © Piedade Araújo Sol disse...

um soneto feito a pensar na época actual mas esperemos que não seja como diz, pelo menos que a esperança prevaleça em nós e no nosso povo.
bom fim de semana.
beijo
:)

16 de janeiro de 2016 às 19:01  
Blogger António Manuel - Tómanel disse...

Não quero acreditar que tal venha a acontecer mas pelo "andar da carruagem" acho que acabarás por ter razão.
Um grande abraço cá do Algarve.

16 de janeiro de 2016 às 21:07  
Blogger Gato cinzento disse...

Essa imagem é muito linda!

17 de janeiro de 2016 às 16:31  
Blogger Célia Rangel disse...

Apenas substituindo o nome do seu país pelo meu... Essa sua "Poesia de Vida" retrata igualdade de condições político-sociais! Infelizmente!
Abraço.

17 de janeiro de 2016 às 20:01  
Blogger Elio disse...

Complimenti Sol per questi brevi ma ottimi versi. Per favore potresti tornare da me e vedere se riesci ad aprire il filmato dell'ultimo post. Ho cambiato sistema di pubblicazione e contatto tutti quelli che non sono riusciti a vedere i precedenti. Un amichevole abbraccio.

17 de janeiro de 2016 às 21:05  
Blogger CÉU disse...

Olá, estimado Sol!

Os poetas podem escrever o que muito bem lhes der na vontade e há que diversificar a temática.

Não acredito, nem há indícios que revelem que Portugal deixe de ser nação. Pertencemos à Europa, somos independentes, pedimos mas pagámos, cumprimos prazos, e agora com este governo vamos ver qual a atuação e temos um passado muito forte e brilhante, que parece não influenciar o presente, mas influencia, nem que seja, parcialmente. Meu amigo, meu HOMEM DE ARMAS, no bom sentido, claro, não ligue às aberrações que vemos atualmente. É assim mesmo. O "mundo é composto de mudança" e muitas vezes para pior, mas a lei do equilíbrio faz-se sempre, seja de que forma for. Geralmente, não é feita pelos Homens, mas por Deus. As calamidades, normal e infelizmente resolvem situações desgarradas. Lembre-se, por exemplo, do terramoto de 1755. O Marquês de Pombal foi um fazedor excelente e um "ditador", dirão outros, por ter mandado executar muitos nobres, nomeadamente os Távora, mas a sede do poder "cega" a humanidade. É sempre assim. O balanço da sua governação ronda os 80%, de positividade, claro.

Velhos e velhas do Restelo sempre os haverá. Todavia, são esses que têm férias prolongadíssimas, bons carros, do bom e do melhor, mas têm "pena" dos "pobrezinhos", dos que ganham o salário mínimo nacional, que já não sei qto é, mas deve rondar os 1.000 euros (evidente que estou a gracejar).
Isto, agora, é só pedir, k a varinha mágica concede tudo, mas se ela se desajeita, vamos retroceder, não há outra hipótese, mas não deixaremos de ser NAÇÃO, bem pelo contrário.

Dias luminosos.

Beijos.

17 de janeiro de 2016 às 22:32  
Blogger Maria Rodrigues disse...

Infelizmente penso que é capaz de vir a ser uma realidade.
Um abraço
Maria

18 de janeiro de 2016 às 21:49  
Blogger Mário Margaride disse...

Amigo SOL: Portugal, como nação, nunca acabará. Agora, decidir todo o seu destino, o seu percurso, o melhor para o seu povo.Aí sim, tem a tutela da união europeia. A não ser que saia dela, e por consequência do euro. Ninguém é verdadeiramente independente. Desde que, dependa de alguma forma de alguém. Seja economicamente, financeiramente, ou de alguma religião ou credo.

Parabéns pelo texto! Fez-nos refletir.

Abraço forte!

Mário

21 de janeiro de 2016 às 12:10  
Blogger Olinda Melo disse...

Caro Sol

Por vezes, a nossa tendência é fazer uma leitura menos positiva do presente que vivemos. Contudo, há sempre vários factores que se entrelaçam e que vão ditando o andamento das coisas. O que é hoje, o que está em voga neste momento, pode não o ser amanhã.Trata-se da imprevisibilidade da vida e de "cada cabeça sua sentença", como diz o povo, e os últimos tempos têm sido prova disso. Mas, penso que o conceito de Nação leva-nos a crer que é um dado que existirá sempre.E porquê? Porque se trata de um sentimento, sentimento de pertença, da partilha de coisas perenes como a língua, a história como povo, dos mitos que nos fazem acreditar em heróis. Estes, heróis e mitos, são a nossa força, e ancorados neles arrostaremos quaisquer dificuldades que apareçam.

Um Poema que nos leva a reflectir sobre a nossa condição como amantes e defensores da Pátria.

Abraço
Olinda

21 de janeiro de 2016 às 13:46  
Blogger Olinda Melo disse...

Caro Sol

Por vezes, a nossa tendência é fazer uma leitura menos positiva do presente que vivemos. Contudo, há sempre vários factores que se entrelaçam e que vão ditando o andamento das coisas. O que é hoje, o que está em voga neste momento, pode não o ser amanhã.Trata-se da imprevisibilidade da vida e de "cada cabeça sua sentença", como diz o povo, e os últimos tempos têm sido prova disso. Mas, penso que o conceito de Nação leva-nos a crer que é um dado que existirá sempre.E porquê? Porque se trata de um sentimento, sentimento de pertença, da partilha de coisas perenes como a língua, a história como povo, dos mitos que nos fazem acreditar em heróis. Estes, heróis e mitos, são a nossa força, e ancorados neles arrostaremos quaisquer dificuldades que apareçam.

Um Poema que nos leva a reflectir sobre a nossa condição como amantes e defensores da Pátria.

Abraço
Olinda

21 de janeiro de 2016 às 13:46  
Blogger Jaime Portela disse...

Será que estamos para sempre condenados a mais do mesmo...?
Excelente soneto, caro amigo. Gostei imenso.
Bom fim de semana, caro Sol.
Abraço.

22 de janeiro de 2016 às 09:28  
Blogger Manuel disse...

Gostei do soneto, mas não adorei a profecia.
Mas aqui o que importa é o poeta, e esse, está com o sentimento e a duvida natural.

25 de janeiro de 2016 às 17:28  
Blogger Odete Ferreira disse...

Um lamento muito sentido num belo soneto.
Provavelmente será este o nosso fado...
Tenhamos ESPERANÇA!
Bjo, Sol

27 de janeiro de 2016 às 17:36  

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