Páginas

sábado, 1 de agosto de 2015

Nada lhes é indiferente






                  
Não irei monologar
Mesmo que o possa fazer,
Porque sei o que falar,
Na hora de o dizer.

E posso, a vida, moldar,
Até mesmo esquecer,
Que jamais irás mudar
No sossego de viver.

Se bem souberes meditar
Nas próprias perturbações
Que te roem lentamente...

As Almas, irão chorar,
Porque, aos nossos corações,
Nada lhes é indiferente.

 


SOL da Esteva

19 comentários:

  1. Na 'meditação-orante' desse seu poema, buscamos e encontramos soluções amenas que sempre nos emocionam a alma e o coração! Belíssimo.
    Abraço.

    ResponderEliminar
  2. Oi Sol
    Uma triste poesia
    Minha alma já chora há muito tempo
    Beijos no coração
    Dorli Ramos

    ResponderEliminar
  3. É verdade!
    A vida é o mestre na sabedoria, prepara-nos para enfrentar tudo e depois já nada nos perturba.
    Um abraço cá do Algarve

    ResponderEliminar
  4. Quem ora renova e fortalece o coração, alegrando a alma!
    Lindíssimo Sol.
    Beijos,
    mariangela

    ResponderEliminar
  5. Grande poeta como estou feliz de estar aqui, aqui no Brasil já é tres da madrugada, mas meu amigo é o tempo que achei, senão não arranjo tempo para vir, há quatro meses está assim me perdoa estou em falta com todos os amigos. Sol que poema tocante, fala de alguém que muito ama, mas que cansou-se de lutar sozinho, sei o que este amante sente, mas tudo tem uma razão de ser, alguma coisa temos a aprender com certeza e a nossa paciência e fé nos dará a paz em nosso coração, a certeza que tudo fizemos e que eternamente pra sempre amaremos, bjos em seu coração, Luconi

    ResponderEliminar
  6. A indiferença pode matar e fazer toda a diferença.

    Gostei muito, Sol!

    Beijinhos

    ResponderEliminar
  7. O monólogo, por vezes, é necessário, mas o diálogo é muito proveitoso, sempre.
    Soneto bem direto e ao qual não ficamos indiferentes.
    Tenho novo poema no blogue. Terei muito gosto na sua visita, que agradeço, desde já. Se estiver em família, pke este mês é de encontros, viva-o, o mais possível.

    Boa semana.

    Beijos, Sol!

    ResponderEliminar
  8. Oi, Sol!
    "Ao coração nada é indiferente"!
    Sentimentos e imaginação povoando poesias!
    Lindas poesias!
    Beijo carinhoso!

    ResponderEliminar
  9. A um coração sensível nada é indiferente.
    Gostei muito de o ler.
    Grata pela partilha.
    Um abraço

    ResponderEliminar
  10. Muitos vezes o monólogo se faz necessário para nosso conhecimento interior e nenhum fato exterior fica indiferente ao coração. Versos lindos construídos com a impecável sensibilidade poética que lhe é peculiar
    Um abraço e carinhos
    Gracita

    ResponderEliminar
  11. Nostálgico e belo.
    O que foi importante nunca é esquecido pelo coração.
    Beijinhos
    Maria

    ResponderEliminar
  12. A gente passa aqui sempre com a certeza de encontrar belas criações. Lindo e profundo soneto.

    Abraços,

    Furtado.

    ResponderEliminar
  13. Oi Sol,
    Parabéns pela poesia.
    Você é o cara!
    Beijos
    Dorli Ramos
    Estou postando no Lua Singular, sem a opção comentar. Acredito que irá gostar do meu conto.

    ResponderEliminar
  14. Nostalgia e talento caminhando d e mãos dadas nesse belo poema.
    Seguindo seu blog!
    Abçs!

    ResponderEliminar
  15. Amigo estou de férias, com os meus meninos que vivem no estrangeiro.
    Quero estar o máximo de tempo com eles.Só venho ao computador
    de fugida, mas não quis deixar de vir ao seu blogue deixar um
    abraço e desejar que se encontre bem.
    Irene Alves

    ResponderEliminar
  16. Olá Sol, mais um soneto lindo e nostálgico que adorei. Beijos com carinho

    ResponderEliminar
  17. Um soneto avisador...
    Um prazer lê-lo.
    Bjo, Sol

    ResponderEliminar