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sábado, 8 de agosto de 2015
Mão cheia de nada
Queria sofrer, para morrer,
Sem ser moribundo de Amor.
Mas antes,
Bem antes,
Por última vontade,
Queria conhecer
A verdade
Do Amor primeiro,
Como o sonhei e foi correspondido;
Jamais arrependido...
Se não o vivi inteiramente
Com a intensidade que a vida pode dar
Para além da morte,
Certamente,
Poderei vivê-lo,
Como se houvesse de voltar.
...E continuo a sofrer sem morrer!
Vou-me enganando
A toda a hora,
Procurando que a amizade seja Amor.
Embora tentador,
Muitas vezes, a Alma amarfanhada
Pensa que o meu pobre Ser
Se tem alevantado no valor e nas diferenças,
Que o querer de cada um
É inatingível nas suas incoerências.
Antes morrer, que sofrer o Amor
Na sua total ausência
Como uma mão cheia de nada.
SOL da Esteva
A ausência do amor parece nos colocar no vazio, realmente. O amor primeiro, por você cantado e desejado, mesmo sabedor de que já se foi, será sempre recordado com beleza. Seus versos tristes primam pela riqueza de sentimentos. Abraço.
ResponderEliminarHoje venho desejar um feliz final de semana.
ResponderEliminarE que eu possa estar visitando por muito tempo.
A vida continua por maior que seja nossa luta
procuro preservar amigos que cativei ao longo da minha existência.
Com alguns anos conheci pessoas inesquecivel como você ,
e terá sempre tenho carinho e grande respeito por tudo que eu cativo.
Um Domingo feliz e abençoado.
Beijos no coração.
Evanir..
Amigo Sol lindo mais de muita tristeza
seu poema meu grande amigo.
Oi Sol,
ResponderEliminarNão é só a mão que é cheia de nada, o corpo inteiro é cheio de um nada que vai desfalecendo até mergulharmos n'outro mundo com as mão cheias de tudo.
Beijos
Dorli Ramos
Para que tudo isto tivesse acontecido, teve que haver inicialmente algo que marcasse essa vida que tanto te faz sofrer!
ResponderEliminarSe uma mão cheia de nada vale aquilo que sentiste ao escrever este delicioso poema, então, o amor que gira dentro dos corações de quem ama, seja a Bondade de Deus.
Um abraço cá do Algarve
Uma mão cheia de nada é a dor lancinante da ausência de um grande amor
ResponderEliminarViver sem amor é uma penúria constante que corrói o coração
Lindo poema mas de uma tristeza comovente caro amigo
Uma linda e abençoada semana
Beijos no coração
Se não o vivi inteiramente
ResponderEliminarCom a intensidade que a vida pode dar
Para além da morte,
Certamente,
Poderei vivê-lo,
Como se houvesse de voltar.
A esperança é a última que morre. É só acreditar e esperar os acontecimentos. Lindo poema!
Abraços e uma ótima semana para ti e para os teus.
Furtado.
Lindo, nostálgico e triste, ah o amor, como o ser humano se engana quando idealiza um e o persegue, este sim sofre.até um dia descobrir que muitas formas de amar existe, que muitos amores temos, e que se o amor de um homem e mulher não acontecer, existem tantos amores que nos preenche o coração e a alma, aliás amar é querer ver a pessoa amada feliz independente se junto de nós ou não, beijos Luconi
ResponderEliminarOlá Sol,
ResponderEliminarNinguém merece passar por este mundo sem conhecer as delícias e as dores do amor. Creio que a ausência de um amor intenso e verdadeiro é mais doída do que a perda de um amor.
Lindo!
Obrigada pelos versos.
Volto em setembro, se Deus quiser!
Abraço.
Bom dia, não é possível viver o amor sem dor, amor e dor combinam na perfeição.
ResponderEliminarSempre com lindos poemas que fazem refletir.
AG
Um poema que deixa "o coração cheio de nada"... recordações fugazes apenas... É um amor para ser esquecido.
ResponderEliminarAbraço.
Este poema foi, decerto,escrito num momento de especial inspiração.
ResponderEliminarSem amor a vida é feita de nada.
Magnifico como sempre.
Uu abraço
Não há morte nem princípio
ResponderEliminarOi Sol!
ResponderEliminarO amor é isto mesmo,
Alegria e tristeza.
Mas a maior tristeza, é não recordar as alegrias que superam as dores.
E que não é o seu caso...
Então se alegre, meu querido amigo!
Beijos,
Mariangela
E que viva o amor né Sol lindas
ResponderEliminarpalavras e cheia de inspiração elogios
mais uma vez abraços de sempre
Rita
O seu poema é a antítese, em si mesma. Amar, sofrer, morrer, viver esse amor, mesmo k na mão nada restasse.
ResponderEliminarBoa semana. Beijos.
Olá, Sol
ResponderEliminarBelíssimo poema de des-amor.
Mas se belo se torna na poesia, na vida não é desejado tão grande desalento por essa "total ausência e uma mão cheia de nada". Não. Se o sentimento não vale a pena, viver ainda valerá. Desistir da vida é desistir de se amar a si mesmo: amor primeiro.
abç amg
ჱ˚° ·.
ResponderEliminar"Com a mão cheia de nada"... imagem muito forte.
Você nos encanta com cada verso que concebe.
Tenha um ótimo dia!
Beijinhos.
╰✿づه° ·.
um poema de amor e desamor com muita nostalgia...
ResponderEliminarbeijo
:(
A amizade pode ser amor Sol mesmo silenciosamente...
ResponderEliminargrande abraço
Oi Sol!
ResponderEliminarLindo demais!
O amor criando ilusões, alimentando o sonhar!
Beijo carinhoso!
Uma dorida história de amor não correspondido... Bom é que és consciente que engana a si próprio, um bom motivo para esquecer essa nostalgia que faz o coração sofrer.
ResponderEliminarBoa tarde.
Abçs!
Olá Sol
ResponderEliminarUma mão cheia de nada com um coração cheio de amor, eis a conclusão a que chego com o seu poema, lindo como todos os que escreve!
Um beijinho e bom fim de semana
Teresa
Nada é mais penoso do que não ter a coisa amada perto de si...
ResponderEliminarTocante.
Bjo, Sol