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sábado, 2 de maio de 2015

Não haveria tormentos






 

Se tu sentes o que sinto
Na tristeza ou alegria,
Saberias que não minto
Quando disse o que sentia.

É assim, a comunhão
Da Alma, no meu amar.
Sem erros, não há perdão
Nem nada a perdoar.

Quem me dera ser perfeito,
E rever meus pensamentos
Que se atascam no meu peito!...

Não haveria tormentos,
Falados, neste meu jeito,
Se amasses meus sentimentos.



SOL da Esteva

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24 Comentários:

Blogger Paulo Francisco disse...

Tormentos ritmados.Um náufrago apaixonado dentro da poesia. É o sentimento que ela me transmite.
abraçogrande.

2 de maio de 2015 às 09:26  
Blogger Olinda Melo disse...

"Se"...uma palavrinha que carrega tanta simbologia, donde depende tudo ou quase tudo. Vivemos na sua dependência, procurando interpretar os sentimentos do ser amado quando o que desejaríamos era a comunhão de Almas plena e perfeita. Mas é assim o Amor, aquele "fogo que arde sem se ver", aquele "descontentamento descontente".

Um belo poema que nos faz repensar os fundamentos da Vida e os sentimentos mais recônditos.

Grande abraço, caro Sol.

Olinda

2 de maio de 2015 às 09:38  
Blogger Olinda Melo disse...

Corrigindo :)

"contentamento descontente"

Abraço

2 de maio de 2015 às 09:39  
Blogger Mirtes Stolze. disse...

Boa tarde Sol.
Que poesia linda, maravilhoso quando amamos o nosso sentimento, admitimos e ficamos sem tormentos. Um lindo domingo.
Abraços.

2 de maio de 2015 às 21:10  
Blogger António Manuel - Tómanel disse...

Verdade nua e crua, direto e sincero...
Ninguém é perfeito:
Isto é uma verdade: São os teus versos perfeitos.
Um abraço cá do Algarve.

2 de maio de 2015 às 21:53  
Blogger José María Souza Costa disse...

Prezado, Sol da Esteva

O tecer da vida, exige, a eterna compreensão.
Um abraço, desde o Brasil, e desejos de um bom fim de semana

3 de maio de 2015 às 00:07  
Blogger CÉU disse...

Olá, Sol!

Um bonito soneto, embora versando uma dura realidade: amor não correspondido.

Abraços e boa semana.

3 de maio de 2015 às 17:46  
Blogger Mar Arável disse...

Hoje
a minha mãe com 90 anos

não admite ser discriminada

3 de maio de 2015 às 19:10  
Blogger Manuel disse...

Este soneto é muito bem conseguido.
Magnífico pelo estilo e simplicidade.
Senti, no início, um pouco um poeta popular que muito me diz, Antonio Aleixo.
Depois sinto algo de uma Florbela um pouco mais angustiada.
Dos melhores que nos tens deixado.

3 de maio de 2015 às 20:51  
Blogger Gracita disse...

caro amigo Sol
E porque sempre tem que haver um "SE"?
Seria tão mais fácil amar e ser amado sem o tempestuoso "Se" para causar tormentos. Um triste lamento pela incompreensão
Lindos e tocantes seus belos versos meu amigo
Beijos com afeto

4 de maio de 2015 às 01:14  
Blogger Célia Rangel disse...

O respeito à individualidade fortifica cada vez mais o ato sublime do amar em todas as condições, sem imposições.
Abraço

4 de maio de 2015 às 20:38  
Blogger lua singular disse...

Oi Sol,
Assim deveriam ser todos os casais numa comunhão de amor e fidelidade, se assim fosse o mundo não teria tanta violência.
Adorei sua poesia
Beijos

5 de maio de 2015 às 01:16  
Blogger Fá menor disse...

Ai se fosse assim tudo tão linear... mas nem sempre, nem sempre...

Beijos

6 de maio de 2015 às 11:37  
Anonymous Arte & Emoções disse...

A reciprocidade no amor fortalece e prolonga a sua existência. Lindo e profundo soneto.

Abraços,

Furtado.

6 de maio de 2015 às 19:54  
Anonymous Literatura & Companhia Ilimitada disse...

A perfeiçao existe, mas nao é aceita. Prova disso é o que fizeram com CRISTO.

Abraços,

Furtado.

6 de maio de 2015 às 20:00  
Blogger Silenciosamente ouvindo... disse...

Como sempre os sentimentos nem sempre é fácil,
muito pelo contrário.
Como sempre traduz em poesia uma boa ideia.
Abraço amigo.
Irene Alves

6 de maio de 2015 às 20:22  
Blogger Rita Sperchi disse...

Difícil ter perfeição nas coisas
se isso ou se aquilo e por ai vai
Mas gostei como sempre do que escreve

Abraços com carinho!

└──●► *Rita!!

7 de maio de 2015 às 01:37  
Blogger Existe Sempre Um Lugar disse...

Bom dia, quando dizemos o que sentimos é sinonimo de liberdade, dizer o que sentimos é maneira de ficarmos aliviados.
Seus poemas são lindo, profundos que revela a realidade.
AG

7 de maio de 2015 às 12:05  
Blogger Gracita disse...

Há dias tão nebulosos na nossa vida que sentimos com grande intensidade a força de um tormento
É a dura realidade cotidiana meu caro amigo
Uma boa noite para você e uma sexta feira iluminada
Beijos

8 de maio de 2015 às 02:14  
Blogger Jossara Bes disse...

Oi Sol!
Precioso poema! Quem dera o amor fosse na mesma medida!
Ansiamos pela perfeição!
Felicidades, querido amigo\1
Beijo carinhoso!

8 de maio de 2015 às 18:23  
Blogger Carmem Grinheiro disse...

Olá, Sol.
Um doce de poema.
Não haveria tormentos... mas os há.

abç amg

10 de maio de 2015 às 21:20  
Blogger Mariangela do Lago Vieira disse...

Oi Sol, nem sempre comungamos com a mesma intensidade o amor...
Mas respeitando a individualidade do outro, este só faz aumentar!
Amei... Muito lindo!
Beijos,
Mariangela

13 de maio de 2015 às 19:02  
Blogger lua singular disse...

Oi Sol, desculpe o atraso, tive problemas.
Bom seria se o amor fosse desse jeito pueril, mas como é bom sonhar...
Bejos

15 de maio de 2015 às 23:03  
Blogger EU disse...

O desejo da partilha, da cumplicidade. Um soneto de lamento...
Gostei muito, Sol
Bjo :)

24 de maio de 2015 às 00:22  

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