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sábado, 31 de janeiro de 2015

O rosto que me encanta






Se a tristeza fosse só tristeza,
Eu sentiria menos esta dor;
Porém se, ser-se bela, fosse Amor,
Eu olharia apenas a beleza.

E eu não quero ter tanta riqueza
Já que provém, de ti, tão grande ardor  
Que me aquece a alma, em teu calor,
Na minha humilde casa de pobreza.

Eu tenho de sentir, num peito forte,
A força de vencer a minha morte
Que já oprime a Alma e a garganta.

Terei de ultrapassar a dor profunda
Que, com a minha vida, se afunda
Ao ver sumir-se o rosto que me encanta.



SOL da Esteva

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28 Comentários:

Blogger António Bernardo disse...

Que saudades já tinha de um bom soneto. Obrigado.

31 de janeiro de 2015 às 09:09  
Blogger Carmem Grinheiro disse...

A dor da perda oprime a alma e a garganta, faz-nos em nó.

abç

31 de janeiro de 2015 às 17:55  
Blogger António Manuel - Tómanel disse...

Grande amigo, a dor fica, é como um ferida que nunca sara...
Um abraço cá do Algarve

31 de janeiro de 2015 às 22:14  
Blogger Célia Rangel disse...

Na humildade de um bem-querer é que se solidifica grandes sentimentos!
Abraço.

31 de janeiro de 2015 às 23:04  
Blogger ॐ Shirley ॐ disse...

Melancólico, porém, belíssimo soneto. Como sempre, Sol!
Beijos!

31 de janeiro de 2015 às 23:38  
Blogger Janita disse...

Um soneto que transmite uma dor e uma sensação de perda, embora esteja patente um gesto e uma vontade de renúncia, por não se querer amar o belo e sim o forte.

A poesia é para ser lida e sentida, não analisada, já que só o poeta sabe o que sentiu quando o escreveu..

Só sei que gostei como tenho gostado de tudo o que escreves.

Beijinhos, SOL.

Desejo que esteja tudo bem contigo e com os teus.

Janita

31 de janeiro de 2015 às 23:41  
Blogger Jossara Bes disse...

Oi Sol,
"Sofrencia" tatuada a ferro quente em cada letra escrita!
Há quem diga que somente os poetas sofram assim, eu digo, que só quem conhece o "AMOR" entende dessa "sofrencia'!
Lindo demais!
Felicidades querido Poeta!

1 de fevereiro de 2015 às 11:26  
Anonymous GLUOSNIS disse...

Oi Sol ! - Sveikas, mielas SOL !
Encantador poema.
Saudocoes poeticas ! :)

Um abraco.
GLUOSNIS - Lithuania

1 de fevereiro de 2015 às 17:13  
Blogger Maria Rodrigues disse...

Nostálgico e maravilhosamente belo.
Beijinhos
Maria

1 de fevereiro de 2015 às 19:27  
Blogger ONG ALERTA disse...

Sentido....
Abraço Lisette.

1 de fevereiro de 2015 às 21:22  
Blogger Nilson Barcelli disse...

Já tinha saudades dos teus sonetos.
Onde sempre és brilhante.
E este não foge à regra. Gostei imenso, parabéns.
Boa semana, caro amigo Sol.
Abraço.

2 de fevereiro de 2015 às 09:00  
Blogger Vieira Calado disse...

São sempre (ou quase sempre...) melancólicos os seus poemas.
Não é um defeito.
E chega a ser uma virtude!

Saudações poéticas!

3 de fevereiro de 2015 às 02:20  
Blogger Mariangela do Lago Vieira disse...

Esta é uma dor que fere e deixa marcas profundas...
Lindíssimo Sol!
Beijos,
Mariangela

3 de fevereiro de 2015 às 16:09  
Blogger Evanir disse...

Essa dor que muitas vezes envolve nossa alma,
como explicar tanto amor , tanta tristeza e tanta dor.
È assim amigo Sol.
A vida nos deixa triste e feliz ao mesmo tempo.
Um abraço fraterno.Evanir.

3 de fevereiro de 2015 às 18:16  
Blogger Teresa Almeida disse...

Sempre magistral, amigo.
Os teus poemas são sempre hinos ao amor. Talvez o sofrimento lhe dê uma dimensão maior.
Beijinho, caro amigo.

3 de fevereiro de 2015 às 20:29  
Blogger manuela barroso disse...

Pois é grande poeta-sonetista, também me encantam as palavras da tua balada que parecendo melancólica não o é!
Fraterno abraço, querido Sol !

3 de fevereiro de 2015 às 22:06  
Blogger manuela barroso disse...

Pois é grande poeta-sonetista, também me encantam as palavras da tua balada que parecendo melancólica não o é!
Fraterno abraço, querido Sol !

3 de fevereiro de 2015 às 22:06  
Blogger EU disse...

Não há maior riqueza do que possuir o bem inestimável do amor.
Por isso se deve lutar para que ele não se afaste.
Belo soneto, numa construção quase dicotómica e da qual gostei imenso.
Bjo, Sol :)

4 de fevereiro de 2015 às 01:29  
Blogger São disse...

Os rostos que nos encantam ficam sempre connosco...

Beijinhos

4 de fevereiro de 2015 às 01:43  
Blogger Elio disse...

Ciao Sol, è sempre un piacere leggere i tuoi versi, anche se il traduttore non è che sia eccezionale. Fa comunque capire cosa esprimi. Buon proseguimento di settimana.

4 de fevereiro de 2015 às 13:32  
Blogger Mar Arável disse...

Não há morte
nem princípio
tudo se move no coração das aves

4 de fevereiro de 2015 às 18:41  
Blogger Lilá(s) disse...

Há rostos que ficarão para sempre! poema que como sempre acontece, é genial!!
Bjs

5 de fevereiro de 2015 às 00:11  
Blogger Fá menor disse...

Sempre a dor a inundar a beleza... ou a beleza a inundar a dor.

Bjinhs

5 de fevereiro de 2015 às 21:21  
Blogger Parapeito disse...

Tão, tao cheio de tanto.
Lindo.
brisas doces ****

6 de fevereiro de 2015 às 15:07  
Blogger Vera Lúcia disse...

Lindo, Sol.
O soneto encanta pela força do sentimento que dele emana.

Abraço.

6 de fevereiro de 2015 às 16:14  
Blogger Existe Sempre Um Lugar disse...

Boa tarde, composição com muita beleza, não se consegue evitar um pensamento sobre o que mora dentro do coração.
AG

6 de fevereiro de 2015 às 17:28  
Blogger Brisa Petala disse...

OLÁ QUERIDO
Que soneto lindo. Um amor que se foi, e agora são só lembranças, saudades.Um feliz final de semana.
Ana

7 de fevereiro de 2015 às 01:49  
Blogger Olinda Melo disse...

E nas recordações esquadrinham-se todos os pormenores do Rosto que um dia nos encantou e continua a marcar um tempo que não volta. Que a força desse amor nos acompanhe para onde quer que se vá, mesmo para a última morada. Que seja motivo de esperança.

Abraço

Olinda

7 de fevereiro de 2015 às 09:35  

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