Sobram,
já, cinquenta anos,
Desde o
dia em que morri.
Foram
mentiras, enganos,
Ódios
que não entendi…
E a voz,
alegremente,
Noite a
noite, dia a dia,
Enganava
muita gente,
Da gente
que nele cria.
Eu
sobrei! e muitos mais!...
A
Pátria, é-me Sagrada
Para
dela prescindir!
Traidores,
o que levais
Numa mão
cheia de nada,
Na
desgraça de existir?
Soneto,
do Srgt Santos Oliveira, reportando o 50º
Aniversário
do
acontecimento de 16Nov1964, na
Guerra do Ultramar,
na
Ilha do Cômo-Guiné, e de Homenagem aos seus Camaradas
do
PMort 912 e extensiva aos restantes militares da CC557, que,
nessa
noite, “foram” Massacrados, segundo a Propaganda da
Rádio
de Argel.
Descrição a ser complementada revendo os
Post’s: Batalha,
a 16NOV2011
e A Pátria sou eu, és tu... , a
17NOV2012
Os
bravos de um Pelotão de Morteiros que nunca existiu...
http://blogueforanadaevaotres.blogspot.com/2007/12/
no Portal UTW
Poema tão forte e contundente quanto a imagem!
ResponderEliminarConheço alguns dos links que nos apresentas, mas virei reler durante o fim de semana, SOL
Foram tempos amargos e de grande sofrimento, não há como esquecer!
Um beijinho e forte abraço.
Janita.
Tempos sofridos. Na amargura da guerra muitos
ResponderEliminarsucumbiram. Relembremos aqueles que foram
heróis e que continuam esquecidos.
Abraço.
Olinda
Um rasgo de vida numa vida de morte!
ResponderEliminarHá dores que não se despegam nunca.
Beijinhos
Um poema forte_como é forte o sentimento de indignação .
ResponderEliminarResta honrar os 'esquecidos'.
abraço Sol
Amigo Sol da Esteva...
ResponderEliminarComo passei por tudo isso, só me resta dizer que, as feridas saram mas a dor nunca desaparecerá...
Um grande abraço cá do Algarve.
Querido amigo Sol!
ResponderEliminar"Só sabe quem sente na carne"!
O tempo ameniza mas não apaga!
Abraço carinhoso para você!
Momento marcante e contundente desse fato. Eternas são as cicatrizes.
ResponderEliminarAbraço.
Bom dia Sol,
ResponderEliminarQue soneto lindo e simultaneamente triste. Passagens de vidas que é preciso esquecer.
Uma guerra ou guerrilha marcada pela dor da carne e da Pátria, nunca se esquece.
Agradecida,
Bárbara
✿✿ミ
ResponderEliminar۵ Olá, amigo!
✿ Não há vencedores nas guerras... apenas desolação!
✿ミ
╭✿╯Boa semana!
╰✿╮Beijinhos do Brasil.
Muitos caminham com a "mão cheia de nada"...
ResponderEliminarBela homenagem.
Sol, tenha uma ótima tarde!!!
um poema e uma uma imagem muito forte também.
ResponderEliminar:(
A guerra deixa um legado de vozes que mesmo no passar do tempo sabe gritar dores, cansaço, horrores, e que permanece como um eco onde respondem todas as outras vozes que, mesmo se adormecidas, despertam para libertar o nó da garganta.
ResponderEliminarQue tua semana tenha sorrisos e estrelas para enfeitar os teus dias,
Helena
Tanta dor escusada , tanta juventude sacrificada !!!
ResponderEliminarSaudações a ambos
Excelente soneto.
ResponderEliminarGostei. Obrigado pela partilha, não conhecia nada do poeta.
Bom resto de domingo e boa semana, caro amigo.
Abraço.
Gostei,´ou melhor, compreendo!
ResponderEliminarAbraço fraterno.
Felismina
Nada justifica a guerra. Ela é sempre resultado da incompetência dos homens ao lidar com a sede de poder. Medalhas e honras nunca farão dos sobreviventes homens felizes, pois o horror passa a habitá-los, eternamente. Fortes e belos os versos. Abraço.
ResponderEliminarFantástico soneto. Uma obra prima!
ResponderEliminarParabéns, bom fim de semana.
Abraço
Nunca ouvi falar que guerra promove a felicidade de alguém. Belo soneto amigo. Ótima escolha.
ResponderEliminarAbraços,
Furtado.
Lindíssimo soneto Sol, apesar de forte e triste.
ResponderEliminarE é uma dor injusta que permanecerá. Mas que apesar de tudo, dou vivas à sua vida!
Beijos,
Mariangela
A guerra tatua quem a vive de forma bem profunda.
ResponderEliminarUma partilha para refletir.
Beijihos
Saber de uma qualquer guerra, já é mau. Vivê-la, será sempre, uma marca que jamais se apagará.
ResponderEliminarBelo gesto este, o de uma partilha, que traduz a incompreensão perante interesses que não olham a meios para atingir os fins.
Bjo, Sol
Boa noite, meu caro Sol da Esteva,
ResponderEliminarOs dois primeiros versos já resumem magnificamente tudo que haja para dizer de quem vive o semelhante.
Porque vivências dessas, não saram nunca em quem tem alma.
abç amg
Boa tarde Sol.
ResponderEliminarA ditadura aqui no Brasil foi também muito cruel
Agradecida
Abç
Bárbara
Hoje é para elogiar o gesto da homenagem a todos os que sentiram na pela as agruras de uma guerra.
ResponderEliminarO poema é belo, mas o sentimento é superior.
A imagem arrepiou-me.
Um abraço
Este soneto tocou-me particularmente, como podes imaginar, já que também eu "vivi de muito perto" aquelas malditas guerras, como sabes.
ResponderEliminarApesar do tema tão dramático conseguiste imprimir beleza ao poema.
Beijinhos, meu amigo.
Mariazita
Soneto dramático, pleno de pátria!
ResponderEliminarBeijo, SOL!
Olá amigo! Passando para te cumprimentar e desejar uma ótima quinta-feira para ti e para os teus.
ResponderEliminarAbraços,
Furtado.
Um poema que se faz atual e que traz memórias tão tristes e com tanto sofrimento.
ResponderEliminarAbraço, Sol
Inesquecíveis tempos, que o tempo não consegue apagar!
ResponderEliminarAbraço fraterno amigo.
F.M.
Inesquecíveis tempos, que o tempo não consegue apagar!
ResponderEliminarAbraço fraterno amigo.
F.M.