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sábado, 26 de julho de 2014

Gosto de ti






Porque gosto de ti?
Por seres quem eu não sou?
Essa identidade de ti,
Quase o meu eu
Que não morreu,
Quer ser o que ficou.

És o meu egoísmo,
Minha ira,
Minha maldade,
Na minha podridão.

...Mas eu gosto de ti,
Porque sou humanidade
E a vivo no coração.



SOL da Esteva

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25 Comentários:

Blogger Fá menor disse...

Há sempre várias perspectivas de viver a humanidade no coração.

Bjs

26 de julho de 2014 às 12:44  
Blogger Rita Sperchi disse...

Apesar de ser a Ira a perdição
ainda assim tem quem ama demais
É a vida ........

Bom final de semana de frio!!

╭✿¸•⊰.•*ღ ღ¸╭•⊰✿Rita!!!!!!

26 de julho de 2014 às 17:23  
Blogger Mariazita disse...

Meu querido SOL
Que lindo poema! Ao contrário dos habituais "bons sentimentos" falas-nos de ira, egoísmo, maldade... e apesar disso constróis um poema cheio de beleza.
Gostei muito, talvez até pela sua diferença...

Bom fim de semana.
Beijinhos

26 de julho de 2014 às 17:54  
Blogger Dorli disse...

Tá difícil entrar comentários no blog.
Oi Sol,

Cada um tem sua ira no seu tempo certo, assim como outros lindos adjetivos quando nasce o amor e um filho amado, quando compramos nossa casa e passeamos com nossa família.
Depois tudo fica pra trás, pois vem a ira da dor de não poder retroceder.
Linda noite
Beijos
Lua Singular

26 de julho de 2014 às 21:35  
Blogger Janita disse...

Olá, SOL.

Um poema diferente daqueles a que nos habituaste, mas que me agradou muito!

O amor é um sentimento feito de contradições. Ira, ciúme, egoísmo, carinho, paixão, ternura... quem pode explicar porque sente essa mistura de anjo e de demónio?

Estive a ler o poema anterior e os sonetos que ainda não havia lido, é um êxtase e uma ternura encantarmo-nos com tudo o que escreves.

Um beijo e adelante, sempre, SOL...

Janita

26 de julho de 2014 às 22:30  
Blogger Patrícia Pinna disse...

Boa noite, Sol.
Todos temos um lado mais obscuro e essa humanidade a que se referiu é muito normal e natural.
Não somos totalmente luz e nem treva.
Ser bom sempre, agir de modo branco toda instante não existe, somos reflexo do bem e do mal, e isso não nos impede de amar e sermos amados.
Fortíssimo poema.
Tenha um fim de semana de paz.
Beijos na alma.

http://refugio-origens.blogspot.com.br/2014/07/comemorando-o-amor.html

http://redescobrindoaalma.blogspot.com.br/

27 de julho de 2014 às 00:19  
Blogger lis disse...

Quando amamos está mesmo incluído as virtudes e defeitos , não é?
E amar é estar vivo é ser feliz e infeliz.
Abraços Sol .

27 de julho de 2014 às 01:15  
Blogger ॐ Shirley ॐ disse...

Lindo, por isso eu gostei.
Sol, um beijo!

27 de julho de 2014 às 03:37  
Blogger Gracita Fraga disse...

Oi amigo Sol
Todos nós temos momentos de ira, dor, raiva. São sentimentos menores que podem ter a durabilidade de um instante se deixarmos transbordar o amor do coração.
Um poema forte porém belíssimo
Beijos e um ótimo domingo

27 de julho de 2014 às 03:38  
Blogger Dorli disse...

Oi Sol
Venho aqui só para agradecer sua atenção.
Adoro os seus comentários.
Você é o cara!
Beijos
Lua Singular

27 de julho de 2014 às 13:30  
Blogger Sonhadora (RosaMaria) disse...

Meu querido Sol

Temos esses momentos em que não estamos bem dentro de nós...é o outro lado que vive desejando partir e ficar. Verso e reverso.

Um beijinho com carinho
Sonhadora

27 de julho de 2014 às 20:12  
Blogger António Manuel - Tómanel disse...

Quem é que ainda não ficou irado?
A ira faz parte de quem ama, pode até ser por ciúmes e assim se fica irado!
Mas, tudo passa quando se ama, foi esse o caso, como terminaste o poema.
Um abraço cá do Algarve.

27 de julho de 2014 às 21:34  
Blogger Mariangela disse...

São crises do amor que transborda Sol, que tenta nos confundir mas não consegue, por isso duram só um instantinho no coração de quem ama...isso é viver. Amei... lindo!
Beijos,
Mariangela

28 de julho de 2014 às 12:30  
Blogger Dorli disse...

Oi Sol,

Passando para lhe desejar um ótimo dia,
Sem ira, só com amor
Beijos
Lua Singular

28 de julho de 2014 às 15:57  
Blogger Manuel disse...

É nesse gostar que o poema sabe, melhor, exprimir os sentimentos.
A natureza deu-nos esse dom, de sermos tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais.

28 de julho de 2014 às 16:06  
Blogger helia disse...

Um lindo Poema !
Obrigada pela partilha .

28 de julho de 2014 às 17:04  
Blogger Eduardo Maria Nunes disse...

Sem ele ninguém vive,
podridão será sem ele
ninguém sem ele fique
nenhum substitui aquele.

Se ele não existisse,
quem nos daria vida
dos olhos se não caísse
lágrima de uma dor sentida.

Sim, acredito,
que goste do coração
sem egoísmo
não o trate mal não!

Um abraço.

28 de julho de 2014 às 21:58  
Anonymous Anónimo disse...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

29 de julho de 2014 às 00:09  
Blogger Rosemildo Sales Furtado disse...

Olá amigo! Passo aqui sempre com a certeza de encontrar um belo poema. Adorei!
Pequeno na estrutura, porém gigante na profundidade.

Abraços,

Furtado.

29 de julho de 2014 às 01:30  
Blogger M D Roque disse...

Eu gosto que tu gostes, porque é esse gosto que me faz gostar de te ler.
Beijo grande. D

http://acontarvindodoceu.blogspot.p

29 de julho de 2014 às 12:25  
Blogger Sissym Mascarenhas disse...

Tambem gosto de ti,
pelo seu jeito simples de ser,
por minha naturalidade de sentir.

bjs

30 de julho de 2014 às 03:58  
Blogger Lilá(s) disse...

Lindinho o teu poema!, eu também gosto de ti, desse teu jeito de escrever.
Beijinhos

30 de julho de 2014 às 16:14  
Blogger Carmem Grinheiro disse...

Boa tarde, Sol
Poema forte. Mesmo bom de ler.
E descobrimos que o egoísta também pode amar.
E será que o que banalizamos a chamar "amor", não será tantas vezes um ato egoísta? Querer para si mesmo (a pessoa do outro) , o que na verdade não é seu, não será egoísmo, maldade? Freud, com certeza, teria muito a dizer.
abço amigo

30 de julho de 2014 às 16:36  
Blogger Nilson Barcelli disse...

Nunca se sabe bem por que se gosta...
Magnífico poema, gostei muito.
Caro amigo, tem um bom resto de semana.
Abraço.

30 de julho de 2014 às 18:45  
Blogger Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Solamigo

Hoje não comento, só informo: já tenho quem me produza o livro de crónicas, é a Chiado Editora

Abç

31 de julho de 2014 às 23:26  

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