É difícil ter-se tempo,
Quando o tempo é escasso.
Sei o que penso, o que faço,
Mas me invade o desalento.
Sinto que querem, de mim,
Uma palavra que seja.
E fico, até, com inveja
De quem se coloca assim.
De pé, eu não posso estar;
Nem na cama fico bem.
Sentado ou caminhar
É tormento, é torpor.
Não desejo a mais ninguém,
A posse da minha dor.
SOL da Esteva

Belo é este poema
ResponderEliminarNão terá sido difícil o escrever
Teve tempo encontrou o tema
Para outras coisas também fazer.
A gente é que pensa
Que o tempo é escasso
Perde-se tempo numa teima
Que por vezes é fracasso!
O tempo passa a correr
Eu tento contrariá-lo
Tenho mais que fazer
Por isso não me ralo!
Bom fim de semana
um abraço.
Eduardo.
Não há posição que resista à dor...
ResponderEliminarMais um excelente soneto. Gostei.
Um abraço, caro amigo, e um bom fim de semana.
A dor ciática promove um desalento físico tão grande que realmente debilita-nos até o pensar! Fique bem, é o que lhe desejo!
ResponderEliminarAbraço,
Célia.
A dor nos causa estranheza.
ResponderEliminarUm abraço
ResponderEliminarCaro Sol
Uma analogia muito apropriada para a dor do desalento, para a impotência em relação à escassez do tempo, do tempo que não volta.
Abraço
Olinda
Cheira-me a desalento amoroso...
ResponderEliminarE que delicia de conjugação de palavras deste soneto!
E apropriado a um conjunto de situações, que nos afeta a todos nós...
Um abraço cá deste meu Algarve.
Amigo Sol
ResponderEliminarDesejo que a grande dor tenha passado e que o dia de hoje tenha sido perfeito.
Tudo de bom.
Abraço fraterno.
F.M.
A cuidarse Sol, necesitamos un Sol que brille para el bien de nuestros corazones!
ResponderEliminarUn placer pasar a leerte, te dejo un fuerte abrazo!
As dores nos fazem apreender e muito, abraço Lisette.
ResponderEliminarOi Sol
ResponderEliminarA dor do corpo é terrível, todos passamos por ela, mas a dor maior é a da alma.
Que tenha um bom dia
Fique com Deus
Lua Singular
Olá!!!, Deus te abençoe, muito linda esta poesia, o seu blog é maravilhoso continue assim, S-U-C-E-S-S-O
ResponderEliminarJá estou te seguindo, aguardo a retribuição.
Canal de youtube: http://www.youtube.com/NekitaReis
Fanpage: https://www.facebook.com/pages/Batom-Vermelho/490453494347852?ref=ts&fref=ts
Blog: http://arrasandonobatomvermelho.blogspot.com.br
Sabes que até de um problema de saúde, que conheço bem, consegues um belo poema?
ResponderEliminarSenti, neste soneto, algo do Bocage (para mim um dos melhores sonetistas), nesta forma bela de brincar até com a própria dor.
Andei percorrendo todo o espaço, vim por a minha leitura em via.
Vou feliz!
Rápidas melhoras.
Um abraço
Sabe, estou lendo um livro de poesias de um jovem autor gaúcho aqui, (ao menos tento ler sempre que posso) e tenho gostado bastante. De cara, lembrei da tua escrita, da tua maneira. Acho que há uma intertextualidade possível de ser verificada aí ^^
ResponderEliminarabraço
te aguardo lá:
diademegalomania.blogspot.com
Querido Sol,
ResponderEliminarOh!Poesia!
Alenta o poeta e surge!
Seja do amor, seja da dor,
Sempre encantadora sua poesia!
Beijos!
Ottimo Sol, dirai che dico sempre la stessa cosa, ma è difficile commentare una poesia scritta in una lingua che non conosco ed il traduttore (Lingoes) non è che renda bene quello che vuoi dire. In ogni caso capisco almeno il senso. Buon WE.
ResponderEliminarmuito bonito este texto.
ResponderEliminarA pesar de tu dolor físico sabes dotar a tus palabras de sentimiento y ternura. Espero que pronto estés restablecido.
ResponderEliminarun abrazo
fus
Amigo Sol, com uma dor e em soneto melhor não pode ser. Eu já a tive e digo-lhe que nem uma quadra conseguia fazer...acho que nessa altura mudei de vocabulário...Espero que fique bom e bem depressa. Beijos com carinho
ResponderEliminarSe siente mucha intensidad en el texto. Ocurre en la vida.
ResponderEliminarSaludos
David
Oi Sol vim ler o seu poema... e vejo que a dor não lhe tirou a inspiração!
ResponderEliminarMuito bom!
Beijos,
Mariangela
Meu querido amiga,
ResponderEliminarEste torpor de certeza que irá hibernar por um tempo. O suficiente para acalmar a dor
È o corpo a clamar por descanso.
O sol mais do que nunca chama numa altura em que tudo se acinzenta.
Esperamos pelos seus reflexos com toda a saúde Sol
Um grande abraço de saudades