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sábado, 19 de março de 2011

O Meu Pai, o Teu…



 

Hoje é o dia do meu Pai,
Do teu, do de toda a gente!...
A sua lembrança não se esvai,
Mesmo que partido para sempre.

O Pai, foi, p’ra mim, a referência
Que moldou e marcou meu pobre ser.
Agora, sinto tanto a sua ausência
Que mais me dá vontade de morrer.

E a ti, que tens Pai aí á mão,
Relembra o que foi e o que ele é.
Não vá criares, em ti, a ilusão

Que o Pai é um velho rezingão,
E até o apelidas de ralé,
Mas vive segurando a tua mão.





SOL

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6 Comentários:

Blogger Paula disse...

O meu pai pensa que a razao nasceu com ele e por isso tem uma certa dificuldade em lidar com situacoes que ponham em questao o nascimentos desses gemeos siameses.

Mas a verdade 'e que o que 'e verdadeiramente importante 'e o caracter dos nossos pais porque 'e isso que forma as pessoas em que nos tornamos. O meu nao podia ter um caracter mais nobre e todos os valores que tenho na minha pessoa e na minha vida nasceram dele.

E 'e o meu pai que vive, sempre, segurando a minha mao... Obrigada, pai :-)

19 de março de 2011 às 10:25  
Anonymous Anónimo disse...

Partido há muito, continua a ser o meu farol que eu todos os dias avisto, seja na biblioteca que me deixou, nos versos dispersos que vão aparecendo, nas cartas que me escreveu deixando-me conselhos enquanto puto reguila que fui, preocupado com a minha estadia na Guiné.

Ficou muito por dizer entre nós...
...e esse vazio, que não pode ser preenchido, é apenas atenuado pelo amor e saudade que lhe dedicarei por todo o sempre.

Obrigado ao meu pai e obrigado ao Sol que faz despertar em nós sentimentos que nos obrigam, nem que seja por pouco tempo, a parar para pensar e agradecer.

Vasco Augusto Rodrigues da Gama

19 de março de 2011 às 11:17  
Blogger ANTÓNIO MANUEL SANTOS disse...

O meu pai já há muito que se foi desta vida... mas lembro-me dele como se fosse hoje. Um homem de poucas palavras, contudo, quando falava comigo, eu o ouvia com toda a atenção. Eram palavras sábias que eu acatei e que me preparou para a vida. E quando digo, de poucas palavras, era a situação daquele tempo que o impunha... havia muitas dificuldades que ele teve que ultrapassar... porém, conseguiu e eu hoje estou aqui, tal como os outros tantos pais a prepararem os seus filhos para se fazerem a esta vida nada fácil.
Obrigado amigo SOL.

19 de março de 2011 às 16:52  
Blogger Julio Vilar pereira Pinto disse...

Felizes os que se podem lembrar do Pai, eu não tive essa felicidade, o meu Pai partiu tinha eu 22 meses, não me lembro nada dele, mas o que me disseram dele fez criar em mim uma enorme admiração por ele. Por isso vejo-o e sinto-o como o meu idolo.
Obrigado Pai que deste uma Mãe que teve de ser pai e mãe e que bem que exerceu o seu papel. Espero um dia estar contigo, quando eu partir quero ir para junto de ti.
Sol podes crer que este poema me tocou profundamente, obrigado por teres posto no poeme palavras que eu nunca seria capaz de por. Bem hajas.Um abraço.

19 de março de 2011 às 17:50  
Blogger Multiolhares disse...

os pais são para sempre, como os filhos o são também, não deveria-mos nos esquecer que os país até podem ser resmungões e velhinhos, mas que o coração continua a sentir as emoções como quando da juventude
bjs

20 de março de 2011 às 00:28  
Blogger Laura disse...

O pai é a luz do farol que nos trás pela mão em todos os momentos da vida, o meu pai foi pai até a vida o levar, e continua a ser pai do lugar onde está, porque se é verdade que nem todos têm um bom pai, o meu foi alguém exemplar (para mim, diga-se)

desculpa Sol, tenho andado mais para o triste que alegre e não passei por cá.

beijinhos.

laura

23 de março de 2011 às 08:37  

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