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sábado, 1 de maio de 2021

Doce é o tempo da idade

 

                                        © SOL da Esteva - Acordar Sonhando

 


Há um tempo que a idade sobra
Com a juventude a fenecer.
Muitas vezes, ela se desdobra
Recordando o acto de nascer.

É um tempo lindo, rico, cheio
Duma plenitude tão sublime,
Que o corpo fica pelo meio
Sem saber o que é que a Alma exprime.

Doce é o tempo da idade!
Quando se é criança de verdade,
O tempo demora a percorrer

O arco da Vida do ser grande.
Mas seja quem for que nos comande,
Um dia teremos de morrer.
 
 


SOL da Esteva

22 comentários:

  1. Bom dia de sábado, amigo Sol da Estevas!
    O ciclo da vida que se cumpre a todos sem acepção.
    Linda imagem e poesia em consonância.
    Que seu Dia seja de descanso do trabalho que dignifica!
    Tenha um ótimo. Feriado!
    Abraços fraternos de paz e bem

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  2. Tudo nasce e morre.

    Gostei muito do poema.


    Bom Maio!

    Abraço

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  3. Sublime Poema !!! Enche-nos a Alma !!! XXX

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  4. Muito lindo teu poema e que o arco da vida demore a se fechar,rs... abraços, feliz Maio! chica

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  5. Poema/soneto lindíssimo. Como sempre, puro fascínio poético. Deixo a minha admiração poética e elogio mais fervoroso.
    Quem nasce, um dia morre. Sem dúvida alguma
    .
    Um Sábado feliz
    .
    Pensamentos e Devaneios Poéticos
    .

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  6. Um poema muito bonito!! :))
    ~~
    Coisas de uma Vida
    ~
    Beijo, e um excelente fim de semana.

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  7. Diz-se que é o que temos de mais certo na vida: a morte.
    Mas enquanto não chega congratulemo-nos com cada dia
    que nasce e façamos dele a expressão de um sonho dourado.

    Bom fim de semana, caro Sol da Esteva.
    Abraço
    Olinda

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  8. Oi Sol,
    A única coisa certa que temos é a morte, portando antes dela chegar devemos curti a vida do melhor jeito que se pode.
    Acredito que a outra será melhor, pelo ao menos não teremos carne para doer.
    Beijos no coração
    Lua Singular

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  9. Todo o ser humano revela essa angústia perante a morte, uma certeza a que não é possível furtar-se, mas que não deixa de pesar, numa vida maioritariamente marcada por agruras e cadilhos.
    Abraço poético.
    Juvenal Nunes

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  10. Boa noite amigo Sol.
    Que bela imagem, parabéns!
    Quando mantemos a criança viva dentro de nós é mais fácil percorrermos o tempo da idade.
    A morte é uma meta, que desejamos longe.

    Beijinho e obrigada.

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  11. Sempre perfeitos e cheios de filosofia os sonetos plenos de mensagem. Tempo e vida de mãos dadas.
    Um abraço amigo Sol !

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  12. Querido amigo, um belo reflexo, digna e melancolica... protegeme e conduzme atraves dos sonhos e da noite escura da alma, me da paz.
    Obrigada. Beijos de sabado.

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  13. Sempre levamos a infancia com nós. Hoje lembramos a quem nos troujo á vida. Somos meninos por dentro e sempre precisamos uma mãe que nos ame como so elas savem.
    Gostei diste poema que nos leva pola pasaje da existencia.
    Bo domingo.
    Abraço

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  14. É o ciclo da vida. Realmente quando éramos crianças o tempo parecia que levava tanto tempo a passar. O importante é aproveitarmos o melhor possível o tempo presente.
    Belíssimo soneto.
    Beijinhos

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  15. Boa tarde Sol!
    Poema brilhante!
    Assim é a vida, uma hora todos nós vamos ter que partir, não temos escolha.
    Boa semana de maio!
    Um beijo!

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  16. Muito lindo o seu poema um bjo e uma linda semana.

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  17. Tudo que tem início tem fim. É inevitável. Belo e profundo soneto amigo. Parabéns!

    Abraços e uma ótima semana para ti e para os teus.

    Furtado

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  18. Boa musicalidade.
    Remate tão verdadeiro!

    Beijinhos, amigo Sol!

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  19. Pois é - nossa vida passa!...
    Então, enquanto ainda vivo,
    A vida é o maior motivo
    Para se erguer uma taça
    De vinho e rendermos graça
    A Deus Pai Onipotente!
    E sempre o brinde é urgente,
    Pois se estar vivo é um perigo!
    Brindemos à vida, amigo!...
    Com o amor que existe na gente...

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  20. Boa noite, caro amigo Sol!
    As suas palavras são musica para os meus ouvidos!
    Lindas!
    Um beijinho!
    Megy Maia🌺😊🌺

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  21. Gostei diste poema. Um velho, duas vezes menino. Eu sento que desejo voltar a infancia perdida e ser acunada, coidada, que me mimen e me queiran...
    Um abraço

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